5 tendências para o e-commerce nos próximos anos

on Terça, 31 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

O segmento de e-commerce brasileiro continua em expansão no país. Essa modalidade de comércio cresceu 9,23% e chegou a 600 mil lojas eletrônicas em 2017, segundo pesquisa sobre o setor. Os dados foram revelados por Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp., durante evento realizado nesta quinta-feira, 29/6, na sede do PayPal em São Paulo.

"Esse crescimento, embora menor que nos anos anteriores, mostra uma maior maturidade do e-commerce. O mercado está começando a estabilizar em uma média mais sustentável", disse Rodrigues. "Essa maturidade é muito boa para o ecossistema com um todo".

Tendências para o e-commerce
Gustavo Azevedo, gerente de acesso a mercados e serviços financeiros do Sebrae, falou sobre as novidades que devem nortear o setor de comércio eletrônico nos próximos anos. São cinco tendências que já estão sendo introduzidas por gigantes do varejo mundial como Amazon e Wallmart. Confira a lista:

1. Acesso mobile
Segundo os dados da pesquisa, 24,2% das lojas eletrônicas brasileiras possuem sites responsivos para mobile. Responsável pela maior parte do tráfico online, os aparelhos móveis se tornam um alvo obrigatório para os e-commerces que pretendem se tornar relevantes.

2. Mídias sociais como canal de comunicação
O uso de mídias sociais pelo comércio eletrônico alcançou 72,43% neste ano contra 60,71% de 2016. A utilização desse mecanismo de comunicação possibilita que lojas de menor escala possam desenvolver estratégias de divulgação adequadas para o seu tamanho. Campanhas cada vez mais elaboradas dentro das mídias sociais devem trazer mais clientes para as lojas.

3. Aplicativo próprio
Segundo Azevedo, essa é uma tendência mais voltada para o comércio eletrônico de alimentos. Cada vez mais se torna importante oferecer uma ferramenta própria para facilitar a experiência do seu cliente na sua loja pelo celular.

4. Sistema de clica e retira
Nesse modelo o cliente seleciona e paga um produto pelo site e depois retira o pedido em algum ponto físico. Essa tem sido uma saída interessante para grandes mercados, como o Wallmart. É uma opção que facilita a vida do cliente ao mesmo tempo que oferece uma experiência presencial diferente.

5. Convergência
Em busca de oferecer experiências diferentes, algumas empresas estão trabalhando para unir diferentes cenários na hora de fechar uma venda. O gerente do Sebrae deu como exemplo um produto da Amazon em que o cliente pode pedir roupas na sua casa para provar e depois decidir quais ele efetivamente vai comprar. As roupas que não interessarem podem ser devolvidas gratuitamente.

7 Passos para Melhorar a Performance do seu Negócio

on Segunda, 30 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Seja serviço ou produto, deixar de estar na internet é ignorar um ambiente com alto potencial de engajamento de público-alvo. Desde que feito de maneira correta, o online pode trazer novos negócios para você, seja qual for o ramo da sua empresa. Além disso, pode ter certeza que além dos seus clientes estarem na internet, seus concorrentes com certeza também estão marcando presença e conquistando fatia de mercado.

Mas, calma! Essa fatia de mercado também pode ser sua, basta você seguir os 7 passos que a SinalizeWeb montou para ajudar você a melhorar a performance da empresa.

  1. Você não precisa estar em TODAS as redes!

Ao trazer seu negócio para a internet, você depara-se com um mundo de redes sociais. Isso é bom por ter alto poder de comunicação, porém, você não precisa necessariamente estar em todas as redes ou fazer um perfil para cada rede que aparece. Estude seu público-alvo e descubra onde ele está. Exemplo, se o seu negócio é voltado para moda, decoração ou beleza, estar no Pinterest é muito importante, assim como no Facebook. O Instagram também é uma ótima opção se o seu negócio for viagens ou turismo. Claro que dependendo do seu nicho o seu público-alvo pode estar em mais de uma rede. Alimente-as com conteúdos legais e interessantes, como fotos, dicas, entre outros.

  1. Diferentes estratégias nas plataformas

As plataformas são grandes aliadas quando o assunto é comunicação e respostas eficazes. Marque presença, interaja, tire dúvidas. Tudo isso no online. Por ter um ambiente rápido, que exige resposta quase que espontânea você pode usar isso ao seu favor. Crie blog, canal no YouTube, um número no Whatsapp para tirar dúvidas ou disparar novidades. Mas claro, nada muito pesado ou exagerado, saiba dosar a demanda à ser mandada. Diversifique seu conteúdo de acordo com a plataforma escolhida!

  1. Organizar conteúdo e assuntos por páginas

O Layout de um site é a primeira impressão que fica. Imagine você, entrando em um site onde as categorias são uma bagunça, com links quebrados ou que direcionam um determinado tema para outro totalmente distinto. Qual o nível de confiança e credibilidade que esse site passa? Nenhum! Então, lembre-se sempre de estar com a árvore de categorias sempre bem organizada, coloque textos de apoio com links para outras páginas e evite páginas com erro 404. Você não é o único na internet, por isso, é importante que o seu site de primeira vista convença o consumidor que é o melhor, cuidando desses detalhes.

  1. Planejamento de posicionamento

Ter um bom conteúdo, interação e um site organizado são apenas uma parte do planejamento de posicionamento. Dentro dele também estão presentes os períodos, os conteúdos, o objetivo e muito mais. Organize suas tarefas, pautas, públicos a serem alcançados. Organize o que disparar em cada rede, seja Facebook, Instagram, YouTube, E-mail Marketing entre outros. Cada público e cada plataforma precisa de um conteúdo diferente que siga a mesma linha do seu negócio como um todo.

  1. Análise de procedimentos

Agora que você já tem um posicionamento pautado nos principais meios, você precisa analisa-los. Existem diferentes ferramentas para saber se uma ou várias determinadas ações geraram resultados. Google Analytics, Similarweb, RDstation entre outras são algumas que trazem números precisos sobre o seu site, como tráfego, vendas, o meio por qual a venda foi finalizada e muitos outros pontos que é necessário entender quando a questão é vendas. Anote os resultados, compare e analise. Assim você terá maior organização do seu negócio para que a performance desejada seja alcançada.

  1. Mídia paga: vale ou não apena?

Essa é uma grande dúvida quando a questão é publicidade paga na internet. A verdade é que existem casos e casos, seu negócio pode sim se dar muito bem com a mídia paga na melhora da perfomance. Tudo depende de como sua estratégia está organizada e do que se trata seu negócio. A verdade é que a mídia paga traz alto nível de mensuração de resultados, além de ser uma forma de divulgar o seu negócio em diversos meios. A mídia paga também possui alta velocidade de resposta, em questão de horas você consegue ver números reais do investimento feito.

  1. SEO

O último, mas certamente o passo mais importante: SEO. Ele funciona como a mídia paga, ajuda você a ser encontrado na internet, porém, diferente da Mídia Paga, o Search Engine Optimazion pode ser traduzido como Otimização de Mecanismo de Buscas, só que... Orgânicas! Isso significa que você não paga por cliques para estar na primeira página, mas sim, com um conjunto de estratégias que fazem você estar na primeira página. Dentro desse conjunto, o Google analisa diversos aspectos para determinar quem está na primeira página. Conteúdos, Meta Tags (são os Titles e as Descriptions dos produtos), palavras-chave, html entre outros. As palavras-chaves são a base para você ser encontrado e conhecido no meio de tantos outros concorrentes. Conheça a hierarquia das Heading Tags do seu site e passe a adicionar as palavras-chave em negrito. Aqui na SinalizeWeb você pode nos contatar para uma consultoria e descobrir como o SEO pode alavancar de vez a sua performance!

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Abandono de carrinho no e-commerce: como diminuir?

on Sexta, 27 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Brasil é o quinto país com maior acesso à internet no mundo, ultrapassando a marca de 105 milhões de internautas. Nesse cenário, um acontecimento comum é o abandono de carrinho no e-commerce, que chega a 63%, ou seja, a cada 100 consumidores, 63 não finalizam as compras.

Em um levantamento feito pelo Ibope E-commerce, os principais motivos para o abandono de carrinho apontados pelos internautas foram, respectivamente:  “alto valor do frete”, “consumidor não estava pronto para finalizar a compra”, ou “simulação para comparação de preços e desistência após alto preço”.

Com isso em mente, algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a experiência dos seus consumidores e consequentemente alavancar as suas vendas.

1 – Facilite o frete dos seus clientes

Os custos logísticos tornaram-se os principais vilões do e-commerce. Com o alto preço pago pelo envio, os clientes chegam a escolher os produtos e desistem após inserir o CEP para finalizar a compra. Para evitar que isso aconteça, ofereça opções de frete de acordo com a necessidade do cliente.

Fretes com prazos e valores diferentes permitem ao cliente comparar os preços e a sensação de ganho é sentida. Ofereça frete expresso, rápido e simples, com tempos de entrega inversamente proporcionais aos valores investidos. Além disso, oferecer um endereço físico para a retirada do produto dentro de um prazo estipulado pode ser a alternativa que o seu cliente busca para fugir dos custos do frete.

Outra saída é oferecer promoções que isentam o frete caso seja efetuada a compra acima de um valor especificado.

2 – Facilite a compra em sua plataforma

Alguns sites oferecem a opção “one-click buy”. Através dela, o cliente pode salvar as informações do cartão, endereço de entrega, entre outras, para que em compras futuras ele consiga realizá-las com apenas um clique. A função pode aumentar as vendas por impulso, assim como ajudar o consumidor que não está encontrando seu cartão no momento em que está fazendo a compra no site e depois acaba esquecendo de finalizá-la.

Caso o comprador ainda não esteja cadastrado em seu site, facilite a inscrição. Ofereça a opção para o cliente preencher os dados a partir das informações das redes sociais, como o Facebook. Desta forma, ele economiza tempo e diminui as chances de desistência.

3 – Envie e-mail marketing relevante

Com o e-mail do cliente em mãos, preenchido no cadastro de seu site, envie informações personalizadas sobre os produtos que ele visualizou recentemente, em especial os que colocou no carrinho, mas não finalizou a compra. Também é possível enviar informações sobre queda de preço ou facilidades de pagamento, ações que possibilitam o resgate de clientes que desistiram de compras nas últimas etapas do processo.

4 – Crie um espaço para comentários sobre os produtos

Se o cliente considera o preço do produto alto, sua relação entre custo e benefício não está correta. Para facilitar a tomada de decisão dos consumidores nesses casos de dúvida, crie um espaço para que outras pessoas que compraram em seu site contém sua experiência sobre o produto.

Sejam boas ou ruins, isso torna mais palpável o que é o produto para o cliente, já que, através de um site, ele não está vendo o produto fisicamente. Caso esteja tendo dificuldades para as pessoas opinarem sobre sua compra, incentive-as, oferecendo cupons de descontos para a próximas aquisições àqueles que avaliarem o produto.

Com o avanço da tecnologia e a rapidez do mundo moderno, tudo indica que o e-commerce continuará crescendo desde que tenha o cliente como missão de vida. Entregar uma experiência de qualidade para os seus usuários e buscar sempre conhecimento é o que fará o abandono de carrinho diminuir cada vez mais em seu negócio.

FONTE: Ecommerce Brasil

Conheça as 6 estratégias de segmentação mais promissoras na publicidade online

on Quinta, 26 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

A evolução no poder de segmentação de públicos é um fato notório na publicidade. Graças a tecnologias de monitoramento e análise de dados, as marcas hoje conhecem cada vez mais sobre o comportamento do seu consumidor. Ainda assim, se considerarmos as possibilidades quase infinitas de segmentação de dados que temos atualmente, entenderemos porque ainda é um desafio para muitos comerciantes saber quais fluxos e jornadas priorizar em suas campanhas online.

Apesar de complexa, porém, a publicidade personalizada nunca foi tão importante. Uma recente pesquisa feita pela Adlucent, por exemplo, confirmou que os consumidores respondem melhor a essa experiência – 71% dos entrevistados preferem anúncios adaptados aos seus interesses e hábitos de compras.

Por isso, para aqueles que ainda ficam inseguros com o tema, listei as 6 estratégias de segmentação mais promissoras para uma campanha de publicidade digital bem-sucedida:

#1: Segmentação por ‘Categoria de Produto’

A segmentação por categoria de produtos é um dos formatos mais robustos. Ele baseia-se nas mercadorias já vistas por um potencial comprador, e permite que os anunciantes criem peças criativas únicas direcionadas a segmentos menores de público. Por exemplo, se uma loja online de itens esportivos quer impactar “corredores ao ar livre no verão”, ela pode promover modelos selecionados de sapatos ou equipamentos de corrida para pessoas que navegavam em itens dessa categoria ou de outras similares.

#2:  Segmentação por ‘Inscrições’

As campanhas também podem focar em tipos específicos de usuários, como, por exemplo, aqueles que ainda não se inscreveram para receber a newsletter do seu e-commerce. Com informações coletadas por meio de uma tag personalizada ou compartilhada por um cliente, uma campanha de retargeting personalizado pode facilmente identificar e informar esse grupo de “usuários não inscritos” sobre promoções especiais para quem efetuar seu cadastro. A estratégia é útil para conquistar novos assinantes e também para evitar impactar duas vezes aqueles que já estão inscritos.

#3: Segmentação por  ‘Atividade de Usuário’

As soluções avançadas de retargeting permitem executar uma campanha adicional focada em usuários, por exemplo, que não visitaram o site da loja por um longo período de tempo, ou aqueles que compraram algum aproduto específico recentemente. Táticas assim ajudam a construir uma consciência de marca e um relacionamento de longo prazo, mantendo potenciais compradores por perto. Ao mostrar nos anúncios notas de “obrigado”, descontos exclusivos ou uma mensagem sobre as próximas promoções, é possível estabelecer estratégias de longo prazo para manter sua marca ativa na mente dos consumidores, ao mesmo tempo em que retira a atenção dos concorrentes.

#4: Segmentação por ‘Frequência de Compra’

As campanhas também podem ser segmentadas por frequência de compra, considerando o número de ofertas vistas pelos visitantes e consumidores, além dos produtos adicionados ao carrinho e/ou comprados recentemente. Com base nisso os comerciantes podem executar campanhas distintas com diferentes mensagens e criativos dedicados aos usuários que compram com frequência (por exemplo, envie um desconto especial para que retornem), e também àqueles que raramente ou nunca compram no e-commerce (por exemplo, envie um código de cupom para uma primeira compra).

#5: Segmentação por ‘Valor do Produto’

Se o objetivo é aumentar as vendas de produtos com alto valor agregado ou mais caros, o retargeting personalizado também pode ser otimizado para considerar estoques específicos. Nesses casos, os algoritmos de auto-aprendizagem escolherão os itens a serem exibidos no mesmo intervalo de preços dos produtos já vistos pelo usuário

#6: Segmentação por ‘Dispositivo’

Os comerciantes também podem segmentar seus consumidores de acordo com o dispositivo de navegação que utilizam: desktop, celular, TV ou qualquer outro usado para pesquisar um produto online. As campanhas publicitárias em diferentes plataformas (cross device) permitem que os comerciantes não só abordem as pessoas em momentos mais oportunos, como também explorem melhor os horários e telas com maior propensão para determinadas conversões.

FONTE: Ecommerce News

Conheça seu Consumidor e Inove no Marketing Digital

on Quarta, 25 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

tecnologia criou novas maneiras de se pensar o mundo e abriu espaço para o surgimento do ambiente digital de vendas. Essas mudanças também trouxeram repercussões no comportamento do consumidor: se o modo de vender mudou, o modo de consumir também. Acompanhar as modificações comportamentais do seu cliente é essencial para que a sua estratégia de marketing alcance bons resultados.

A principal mudança no comportamento do consumidor é notada no poder de ação e interação: se antes o cliente era um mero expectador do mercado e das propagandas que eram produzidas, hoje ele pode interagir e influenciar no funcionamento desses espaços. Essa modificação está diretamente relacionada com a evolução tecnológica.

Até o início da década de 90, os principais meios de divulgação de uma empresa eram o rádio, televisão e mídia impressa. Isso fazia do consumidor um mero expectador das mensagens que recebia, pois não existia um meio acessível de reportar a sua opinião sobre o conteúdo recebido. Até existia o meio digital – através da internet discada – mas o acesso a este ambiente era muito restrito e ainda possibilitava pouca interação. Nessa fase, existia o chamado consumidor 1.0: o consumidor que recebia o conteúdo e não respondia a ele.

No começo dos anos 2000, com o desenvolvimento da internet e dos aparelhos de comunicação, surgiu a possibilidade da divulgação amadurecer no meio virtual. Deixou-se de somente repetir o conteúdo criado para a plataforma televisiva e radiofônica nos meios digitais, e campanhas para o ambiente virtual passaram a ser pensadas.

Essa mudança relaciona-se com a possibilidade de efetuar vendas na plataforma digital de maneira mais simples, direta e ao alcance de mais consumidores. Foi quando nasceu o consumidor 2.0: o consumidor que buscava o conteúdo que mais lhe agradava e podia se informar mais sobre o mercado e as empresas. Embora o consumidor 2.0 tivesse mais poder de ação do que o 1.0, ainda não era um agente completamente ativo frente ao mercado.

Foi com a real popularização dos aparelhos de comunicação que o consumidor pôde se tornar autônomo e interativo. Da metade dos anos 2000 em diante, os dispositivos digitais passaram a fazer parte do cotidiano de qualquer pessoa no mundo, o que aumentou e modificou o espaço das redes sociais e a sua capacidade de influenciar o mercado. Nesse momento surgiu o consumidor 3.0: o consumidor que age como influenciador sobre o conteúdo que as empresas produzem.

O surgimento do consumidor 3.0 mudou a importância do meio digital no processo de comunicação entre as empresas e o cliente. Se antes sua empresa só era vista se estivesse na televisão, hoje a notoriedade só é alcançada em ampla escala se a empresa estiver no mundo digital. E o interessante desse mundo são os diversos espaços de interação que ele possibilita e a amplitude de alcance que ele atinge.

O marketing não busca mais alcançar somente o cliente local, é possível vender e fazer negócios com clientes do mundo todo e em diversos momentos de interação. Do e-mail às redes sociais, o seu cliente está sempre pronto para receber conteúdo e cabe a sua empresa conhecer bem as necessidades e vontades do consumidor para atingi-lo no melhor momento.

Nesse sentido, se afirma que hoje as empresas devem ir atrás do consumidor e descobrir o que ele espera. Daí a grande importância do uso de dados, como apontou Filipe Mota da Neoassist em palestra no Congresso de Inteligência Competitiva 2017, “hoje a trajetória é feita pelo consumidor e não mais indicada pelo marketing”, por isso, ter acesso ao que o consumidor está procurando é essencial para que a sua campanha de marketing alcance sucesso.

Para aplicar essa ideia, algumas dicas são preciosas:

Forneça informações e conteúdo

O novo consumidor é muito bem informado e está sempre aberto a entrar em contato com novos conteúdos. Portanto, a sua empresa deve disponibilizar todas as informações sobre os produtos e serviços de forma transparente, sendo que produzir conteúdos sobre o que faz ou vende adiciona mais credibilidade a sua marca.

Esteja sempre conectado, porque o seu cliente está!

As redes sociais permitem que as pessoas estejam sempre online, independente do momento ou onde estejam. Isso cria uma oportunidade infinita de divulgação de sua marca. Ao mesmo tempo as crises podem surgir a todo instante, por isso sua empresa deve estar sempre conectada e informada sobre as avaliações e interações que recebe dos consumidores.

O preço é importante, mas a experiência é muito mais

O consumidor contemporâneo está sempre comparando o valor dos produtos e serviços entre diversas empresas e, apesar de o preço oferecido ser um influenciador relevante, a experiência de compra tem mais destaque. Por isso, garanta que o seu cliente terá acesso a produtos e serviços por preços competitivos e com ótima experiência. Para isso todos os processos de sua loja devem estar com funcionamento impecável: da organização do site ao processo de entrega tudo deve funcionar bem e de forma segura.

Ter uma boa imagem é fundamental

O seu cliente confia na opinião dos usuários das mídias sociais, por conta disso é importante que a sua marca forneça um bom atendimento para garantir que as avaliações feitas pelos consumidores sejam positivas. De nada adianta uma boa campanha de marketing se a experiência oferecida não condiz com a propaganda.

Conhecer essas dicas é fundamental para a produção de qualquer campanha de marketing digital hoje e para a garantia do aumento das vendas e do faturamento.

Fonte: Ecommerce Brasil

Marketing de Experiência – O que é, Como Funciona e a Sua Importância

on Quarta, 25 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Entender o Marketing de Experiência e a sua importância não é uma tarefa difícil, ainda mais, quando temos em mente que o nosso cérebro só se lembra do que causou emoção, fora disso, tudo é esquecido em questão de dias, horas ou até mesmo minutos.

Nós, como seres humanos, obviamente optamos por aquilo que tem o costume de nos encantar. Ao sermos encantados, temos o costume de repassar para conhecidos as nossas experiências: Bingo! Aí nasce o Marketing de Experiência, que faz de tudo para a experiência do usuário ser boa o bastante para induzir o consumidor a realizar a compra, engaja-lo e fideliza-lo.

O boca a boca continua sendo uma das maiores formas de propaganda, sendo a primeira que levamos em conta, a frente de estratégias tradicionais como os anúncios. Afinal, o valor de uma indicação costuma ser inquestionável.

O Marketing de Experiência nada mais é do que mexer com os sentidos, fazer um Neuromarketing inovando e impressionando, para que assim o processo de compra forneça estímulos gerando o prazer de compra, o que no final reflete em fidelização e engajamento.

Todos esses conceitos foram gerados a partir da definição de Client-Share, que é avaliar cada consumidor como único - como uma persona - assim, estudando e entendendo o que leva-os à ter prazer ou não ao realizar uma compra.

Agora que entendemos a teoria, vamos entender como funciona na prática.

Você depara-se com Marketing de Experiência todos os dias. E só ao falar algumas características você é capaz de lembrar-se de qual marca estamos falando. Quando citamos os sentidos, estamos referindo-nos à palavra literal dos cincos sentidos. O olfato é uma tática: quantas lojas usam odores agradáveis que sentimos ao passar em frente? E não estamos falando apenas de perfumarias, mas, por exemplo, uma específica loja de calçados que é adepta a essa tática.

A emoção também é um grande triunfo no Marketing de Experiência, pois, ter a capacidade de emocionar de modo que sua marca, produto ou serviço seja lembrado é um bom inicio de realizar o Marketing de Experiência.

A inovação é a que pode gerar mais resultados, seja para uma loja física ou virtual. Experimente mudar seu cenário e adequá-lo ao seu público alvo. Enquanto lojas virtuais, experimente investir em UX (um conceito atual para definir usabilidade de um site, desde sua organização como a árvore de categorias até o carregamento da página e design).

O modo como é feita a interação com o cliente como um geral, também é um fator essencial de Marketing de Experiência. Aquela página daquele restaurante ou daquela marca de roupas que você tanto gosta, quando tem interação com o público, faz promoções não só de venda, mas também de interação em si, faz com que você comente para outras pessoas que aquela página faz posts divertidos. Pronto! Você engajou, fidelizou e agora está nutrindo aquela persona com conteúdo.

 

Os 3 V’s do Marketing de Experiência

Assim como os 4’Ps da publicidade, o Marketing de Experiência também possui fundamentos essenciais para que ocorra o encantamento do usuário ou consumidor.

Verdade: Parece óbvio, mas é um ponto que não pode ser esquecido na hora de executar o Marketing de Experiência. Ninguém gosta de ser iludido ou enganado em qualquer momento da vida, inclusive no momento de compra. Fazer promessas está liberado, desde que as mesmas, sejam capazes de serem cumpridas.

Contar verdades está ligado aos valores da empresa, por isso é tão importante que você seja transparente, pois, ter a imagem ligada a mentiras ou algo do tipo, pode ser não só prejudicial mas também irreversível.

As pessoas ligam os seus próprios valores ao que lhes são apresentados, ou seja, transmitir transparência pode mexer com as emoções, fazendo com que sua marca seja lembrada à frente de outras.

Vontade: A vontade é uma derivada direta da verdade, por isso, novamente, ressaltamos a importância de ser transparente.

 A vontade surge a partir do momento que você encantou-se pela verdade transmitida pela empresa e está disposto a consumi-la. A vontade é a base da tomada de decisão do cliente. Juntamente com uma boa experiência, a vontade incentiva o consumidor a passar por aquele sentimento de compra novamente.

Todo o processo, todas as etapas e fatores devem ser feitas de maneira correta, pois, uma etapa afetada pode ser prejudicial ao ciclo todo. Ou seja, é imprescindível que haja atenção à todos os processos de compra: desde a comunicação até a disponibilidade do produto. O Marketing de Experiência é feito nos detalhes.

Valor: O valor está diretamente ligado à percepção que o consumidor tem para com a marca. Uma compra com significado faz com que o consumidor lembre de você à frente dos concorrentes. Faça com o que o cliente lembre-se da sua marca de maneira positiva acrescentando pontos positivos, pois, o primeiro contato será primordial.

Quando nos identificamos com uma marca a partir da verdade que ela passa, a vontade de comprar é instantânea e o valor que colocamos àquela compra, faz com que haja fidelização.

O Marketing de Experiência é tão importante porque é o cuidado que a empresa tem na construção não só da sua marca, mas também na construção dos laços que serão formados com o consumidor.

As sensações e encantamentos possuem diversos pontos que podem ser explorado, mas você não precisa explorar cada um deles, mas é necessário que foque em pelo menos um e faça de tudo para que aquela experiência gerada seja não só a melhor possível, mas também a mais memorável positivamente.

Não tenha medo em investir em Marketing de Experiência. Experimente, teste e explore todas as possibilidades existentes, desde a sua missão, valores, cultura até os pontos de venda.

Gostou de saber mais sobre o Marketing de Experiência? Não deixe de conferir mais dicas do mundo do marketing aqui na SinalizeWeb!

5 Erros na Comunicação B2B – Como Acertar?

on Terça, 24 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

  1. Ignorar diferenças e pontos em comuns ao B2C

Esse é um dos principais erros que as organizações B2B cometem na hora de investir em marketing – ou pior – ignoram os resultados que uma boa comunicação pode trazer.

Claro que uma empresa B2B precisa ter em mente que o seu público alvo é diferente ao público comum das empresas B2C, por isso, os meios de comunicação devem ser bem escolhidos, ou seja, diferente de um B2C, anunciar na televisão não faz o menor sentido.

É necessário ter em mente que o público é específico, mas, não é por conta disso que o marketing deve ser “chato” e sem emoção com quase nada de investimento.

Apesar de tratar-se de negócios entre empresas, quem compra ou assina um contrato não são as empresas em si, mas sim, pessoas! E as pessoas têm emoções e recebem estímulos, a partir deles que as decisões são tomadas.

Então, conheça esses aspectos, estude seu próprio negócio, busque os meios que o seu público está e explore suas emoções, afinal, organizações não assinam negócios e sim as pessoas que trabalham nelas.

  1. Falta de planejamento nas estratégias e operações

Planejar é a base de qualquer aspecto no B2B, inclusive no marketing. Começar uma campanha ou estratégia sem o devido planejamento, sem traçar metas, porquês e os modos de como alcançar aquilo, é como pegar uma estrada sem saber para onde está indo.

  • Essa jogada no escuro é difícil dar certo – mais precisamente, impossível – afinal, como eu vou nutrir uma boa comunicação sem saber o que eu quero com ela, sem saber quem e como atingir?

Sem o planejamento você não consegue nem mesmo ter o controle do tempo e do investimento e esses pontos podem ser fundamentais para o sucesso de uma comunicação B2B.

Existem métodos comuns entre empresas B2B, como o E-mail Marketing. Muitas vezes há dúvidas se a estratégia do e-mail marketing funciona. Nós respondemos: Se não houver planejamento, certamente não dará. Se você não segmentar informações e apenas mandar para uma massa, o retorno é igual a nulo.

  1. Ausência e falhas no relacionamento com o cliente

As mídias sociais podem ser uma grande amiga para a comunicação das empresas B2B, basta saber utiliza-las para o seu benefício.

Primeiro, é importante ressaltar que ignorar a comunicação com o seu consumidor por você ser uma emrpesa business-to-business é um grande erro e que pode gerar prejuízos a falta de atenção e relacionamento com o seu cliente. Essa falha pode ser prejudicial e gerar perda de contratos.

Marketing de Conteúdo: É a estratégia que toda organização B2B deve adotar. Gerar conteúdo no nicho que você é especialista, pode gerar autoridade no assunto tratado e visibilidade entre o público-alvo em potencial.

Explore as mídias sociais, blogs, e-books e tudo que o marketing digital pode oferecer. Além disso, é uma boa forma de manter contato e criar uma relação de amizade com o seu cliente, recebendo feedbacks de sugestões, dúvidas ou elogios. Cuidado, pois as críticas também vão aparecer. Não tema responder, afinal, quanto antes acontecer a solução, melhor será a visibilidade da sua empresa para com os outros clientes.

  1. Ignorar os meios Digitais

Além de você poder propagar ideias nos meios digitais, você pode usar a internet também para gerar conhecimento da sua empresa.

Bom, o primeiro ponto é que o seu site não pode ser feito “pelo sobrinho”. Brincadeiras à parte, o seu site pode ser a porta de entrada para gerar clientes, então, invista em quem tenha conhecimento para tal realização. Após ter a importância de um bom site em mente, otimizá-lo com quem entende é um bom modo de ter mais visibilidade.

As decisões de compras passam por processos de pesquisas das organizações e essas, também migraram para o meio digital, por isso, é importante que você tenha força na presença digital com credibilidade no site, redes sociais, ótimos vídeos com boas qualidades, etc.

  1. Não ter paciência quanto aos resultados

Assim como outras estratégias adotadas dentro das organizações, o marketing também é mensurável, assim, dando total noção de retorno.

Tenha paciência, afinal, dependendo da estratégia pode ser que os resultados venham a curto ou longo prazo.

Com as dicas da SinalizeWeb, você entendeu e já está preparado para acertar de vez nos meios de comunicação B2B!

O Design é importante?

on Segunda, 23 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Saiba como o design pode interferir na imagem da sua empresa.

Muitas empresas e seus empreendedores possuem dúvidas quanto à importância do design em geral, bem como a produção de embalagens, por exemplo, assim como também a produção de campanhas e tudo que se diz respeito à comunicação de uma organização.

A importância do design pode ser vista na atratividade que um produto pode oferecer, afinal, em questão concorrência, o número de produtos vendidos com as mesmas funcionalidades é enorme e a decisão do consumidor muitas vezes fica por conta dos pequenos detalhes.

O Design ainda pode ser visto como de extrema importância não apenas para um produto bonito, mas também pode influenciar na funcionalidade, proporcionando melhor experiência para o usuário. Ele é responsável não só por um “formato”, mas sim por todo o planejamento desde a escolha dos materiais, até a sustentabilidade econômica e social, passando pela usabilidade do usuário em questões como ergonomia e muito mais.

Todos esses pontos precisam estar ligados e com alto nível de produção, até porque, como dito antes, em meio às tantas opções os mínimos detalhes fazem a diferença na escolha do consumidor e o design pode ser um grande responsável por essa escolha.

Além das questões que envolvem diretamente o produto, o design também é indispensável na comunicação geral da empresa como a construção do logo, criação de campanhas e relacionamento com o cliente. Em outras palavras, o design é responsável pela construção da identidade visual de uma empresa.

O logo de uma empresa pode ser o primeiro impacto com o consumidor, por isso é importante que esse transmita os ideais da empresa como seu ramo e valores de um modo direto. O logo é o seu cartão de visitas, é bom ter sempre isso em mente quando for cria-lo ou muda-lo. O design entra no nível de profissionalismo dessa arte, que precisa ser no mínimo impecável.

Além disso, o design também atua de modo geral na comunicação de uma organização. Não basta apenas lançar uma campanha que no papel tem uma boa ideia, o designer vai ser responsável para que aquilo atinja o consumidor de um modo que seja impactado a um nível de que haja a emoção para que aquela lembrança seja levada.

No Marketing Digital o design é de extrema importância, pois ele atua em todas as áreas de um e-commerce. Podemos tomar como exemplo uma loja virtual: Ela precisa que seu site tenha a navegação facilitada de modo que a compra seja realizada sem problemas. A criação de interfaces visuais agradáveis pode ser uma boa técnica para estimular o consumo.

Ainda no mundo digital, as campanhas de comunicação podem ter um maior alcance se comparadas às estratégias comuns como TV por exemplo. Na internet você vai precisar de ainda mais força na questão “chorar” – positivamente, claro – Com isso, um ótimo design pode ser um grande amigo.

Outras áreas em que podemos ver o design como principal destaque quando bem feito: Design de processos, softwares, PDV’s, na influência do valor da marca entre outros.

Com os casos apresentados fica clara a importância do profissional de design, só ele consegue trazer pontos que necessitam estudos para serem colocados em prática de maneira que o sucesso seja atingido.

Navegue na SinalizeWeb e descubra novas definições de tecnologias e importâncias que surgem todos os dias, com conceitos e exemplos que são descobertos a cada dia!

 

Crescimento do E-commerce no Brasil

on Quarta, 18 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

crescimento ecommerce no brasil

Tarefas básicas do nosso dia a dia como pagar contas e conversar com amigos já não precisam ser feitas de modo que a locomoção física seja necessária. Isso é uma tendência no mundo moderno, o digital já facilita quase todas as áreas da nossa vida. Sair para comprar roupas, eletrônicos ou eletrodomésticos já não se faz mais necessário, na verdade, poucas pessoas se dispõem a sair para realizar uma compra.

O e-commerce é uma febre, não tão nova por já existir há anos, mas é uma crescente que mesmo frente à crise continua com grandes números quando a questão é crescimento. Comprar no conforto de casa já é algo comum em todos os cantos do Brasil, até os mais tradicionais já experimentaram pelo menos uma vez realizar uma compra online.

Como ter Sucesso no E-commerce

Conquistando a confiança do consumidor, o e-commerce cresce todo ano com incríveis números e cada vez mais consumidores dispostos a comprar via internet. O crescimento do uso do smartphone também ajuda nas vendas efetuadas.

O crescimento previsto para 2017 é cerca de 12% e espera-se que dessas conversões, 32% seja feita por dispositivos móveis, segundo o E-bit. Com isso, é imprescindível que toda loja virtual seja responsiva para possibilitar a facilidade na navegação, assim, ajudando na efetivação da compra.

Passando pelo planejamento, manter um bom giro de estoque diminuirá as chances de toda a vez que o cliente chegar a sua loja deparar-se com produto indisponível. Esse é apenas um ponto de muitos outros que você precisa ter em mente ao colocar sua loja virtual no ar.

Primeiro é preciso perceber que o consumidor via internet está acostumado a fazer compras online em sua maioria, após isso, aplique Benchmarking e pesquise sobre seus concorrentes afim de entender suas estratégias. Mas lembre-se, você deve ter a sua identidade visual, afinal, estamos falando de conquistar um cliente que ainda está conhecendo sua empresa, portanto, ser transparente é indispensável para ser lembrado.

Mas, é preciso compreender que nem tudo são flores no e-commerce. O fato é que consumidor existe até para os mais diferenciados nichos, mas o empreendedor precisa entender que não basta investir em usabilidade e tecnologia em sua loja online se o cliente não conseguir encontra-la.

Gerar tráfego é o primeiro passo para ver conversões. Desprezar ou negligenciar o Marketing Digital pode ser um tiro no pé. Deixar de investir nesse ponto é como ter um carro na 1ª posição de largada sem ter combustível para disputar a corrida.

Uma vez estando na internet, usa-la para propagar o e-commerce pode ser mais simples do que você imagina. Páginas no Facebook, blogs, etc podem auxiliar o consumidor a conhecer o seu negócio.

Uma vez online, é preciso entender que existem tantas outras iguais às suas, portanto, é hora de investir em visibilidade. O consumidor só entra em lojas que chamam atenção, mais especificamente, quando a vitrine da loja física chama atenção. Na internet é quase assim, enquanto o cliente navega pela internet, ele pode deparar-se com o seu e-commerce, porém, para isso é importante que haja investimento em marketing digital, como AdWords, Adsense, entre outros.

Além de ferramentas pagas que dão visibilidade em redes de pesquisa como o Google – responsável por 90% das pesquisas feitas na internet – A pesquisa orgânica também tem extrema importância para que sua loja virtual seja encontrada. O SEO, quando bem feito, traz qualquer e-commerce para a primeira página do Google, posição que proporciona confiança e credibilidade ao e-commerce.

Esses são alguns pontos importantes que podem contribuir para o sucesso do seu e-commerce. Para saber mais, você pode contatar a SinalizeWeb, Agência de Marketing Digital e Consultoria SEO. Nós podemos ajudar você e o seu negócio decolar com estratégias específicas do Marketing Digital. Gerando assim tráfego para gerar vendas. Acesse nosso site e entre em contato agora mesmo!

Quer ter sucesso no e-commerce? Segmente!

on Quarta, 11 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

segmentação no ecommerce

Não é de hoje que a segmentação é uma ótima aposta no mercado virtual. A escolha de trabalhar com um público específico abre caminhos para um marketing melhor direcionado e uma estrutura de loja mais objetiva, isto é, com produtos, design e promoções focados no interesse do cliente.

Diante disso, entenda os tipos de segmentação que podem direcionar o seu negócio ao sucesso:

Empresarial. Esta segmentação refere-se ao interesse do empreendimento ao oferecer produtos e serviços preestabelecidos a um público que se interesse por ele. Esse tipo de segmentação baseia-se no ramo de atividade do negócio: alimentício, saúde, educação, moda, e outros.

Geográfica. Este tipo de segmentação trabalha com regiões específicas, escolhendo cidades, estados, localidades específicas e reduzidas para desenvolver suas ações de divulgação, reconhecimento de marca e entrega de produtos.

Demográfica. A segmentação deste tipo tem como objetivo separar o público, considerando idade, sexo, renda, ocupação, formação, religião, etc. Essa é uma das modalidades mais comuns, pois o consumo de produtos está fortemente ligado com essas variáveis; além disso, a segmentação demográfica é mais facilmente identificada e mensurada.

Psicográfica. Segmentação psicográfica propõe dividir os consumidores com base no seu estilo de vida, sua classe social e sua personalidade; uma vez que esses fatores exercem influência no desejo de consumo, status ao consumir e identificação com a marca.

Comportamental. O conceito de segmentação comportamental visa separar potenciais consumidores a partir de seu conhecimento sobre determinado assunto, atitude diante de situações, e resposta a uma ação. Isto possibilita dividi-los conforme suas necessidades, sua fidelidade a certo produto e, ainda, com base na busca de benefícios comuns.

FONTE: Next Ecommerce

6 dicas essenciais de marketing para os marketplaces

on Segunda, 09 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Você provavelmente sabe que nenhum negócio sobrevive sem investimentos em marketing, certo? E quando o assunto são os marketplaces, a regra é a mesma.

O marketing pode ser muito útil tanto para atrair sellers quanto compradores ou usuários. Mas, primeiramente, veremos como atrair os sellers. (Afinal, sem os sellers, o marketplace não gera visibilidade e, muito menos, receita.)

Para atraí-los, o primeiro passo é oferecendo qualidade no serviço. Essa qualidade diz respeito a infraestrutura, bom funcionamento do site, entre outros fatores.

Então, vale a pena dedicar esforços melhorando a sua plataforma e otimizando processos, a fim de torná-los cada vez mais escaláveis.

Além de negociar boas taxas e melhorar a qualidade do serviço, uma boa maneira de atrair mais sellers é mostrando que você investe pesado em marketing digital e na visibilidade da sua marca (ou branding).

Desse modo, o seller entende que, vendendo na sua plataforma, ele terá mais chances de ser encontrado.

Então, em uma única estratégia de marketing no seu marketplace, você consegue atingir dois públicos distintos: lojistas, os quais buscam um espaço que forneça uma boa visibilidade para seus produtos ou serviços; e clientes, com demandas que seu marketplace pode suprir.

Por isso falamos que uma estratégia de marketing voltada para os marketplaces pode ser uma “via de mão dupla.”

Nos tópicos a seguir, separei algumas dicas muito importantes que irão te ajudar a traçar um bom planejamento de marketing no seu marketplace, afim de gerar mais visibilidade para os seus clientes.

Encontrando os melhores canais:

No marketing, os “canais” são os meios de divulgação de determinado produto ou serviço. Com o “boom” tecnológico do século XXI, os canais de marketing ampliaram suas fronteiras, e hoje temos uma infinidade de meios de divulgação disponíveis na Internet.

Mas o grande desafio é encontrar o canal certo para investir. E para fazer isso, nada melhor do que testar utilizando o que os “marketeiros” chamam de “Bullseye Framework”.

O “Bullseye Framework” te ajuda a encontrar os melhores canais de marketing, e para colocá-lo em prática, existe um método que envolve 5 etapas.

1.Fazer um brainstorm de canais:

Reúna sua equipe para discutir as possibilidades de canais e os pontos fortes e fracos de cada um. Se possível, apresente dados concretos para provar esses pontos fortes e fracos e tornar a decisão mais assertiva.

2.Criar um ranking com todos eles:

Depois de discutir sobre os canais com sua equipe, elabore um ranking com todos eles, que vá do melhor canal até o pior. Esse ranking será o guia para todas as suas decisões a partir de agora.

3.Escolher os top 3:

Após criar o seu ranking de canais, o próximo passo é escolher os 3 melhores. Se, por exemplo, você escolheu o Facebook Ads, Eventos e Vídeo marketing como os 3 melhores canais, o que resta é priorizar esforços de marketing sobre eles.

4.Testar e coletar feedbacks:

Nunca aposte todas as suas fichas em um único canal. Faça pequenos e gradativos investimentos em cada um dos top 3 e observe os resultados desses testes. Se o resultado for satisfatório, aumente o investimento. Se não for, troque esse canal pelo 4° lugar da sua lista e repita esse processo.

5.Focar nos melhores:

Essa é a etapa final. Com certeza você não quer que o seu marketplace patrocine todos os eventos ou esteja em todas as redes sociais. Não vale a pena, certo? Então priorize seus investimentos nos melhores canais e, mais uma vez, teste gradativamente.

Otimize o seu site para os mecanismos de busca:

SEO (ou otimização dos motores de busca) é uma técnica aplicável no conteúdo e no código de um site a fim de torná-lo mais “amigável” para os motores de busca, como o Google, por exemplo.

Um estudo feito pelo blog SEO Mad, concluiu que o primeiro resultado orgânico no Google recebe, em média, 46% dos cliques, enquanto que a segunda posição orgânica recebe 29%.

Para melhorar o SEO de um marketplace, vale lembrar que quanto mais amigável o site for para os usuários, melhor ele será “rankeado” pelos mecanismos de busca.

Um site amigável é aquele que considera alguns fatores importantes, como a velocidade do carregamento, o conteúdo, a boa navegação do usuário dentro do site, etc.

Lembre-se que, quanto mais interativo e fácil ele for para os usuários, mais ele será amigável aos olhos do Google, facilitando seu “rankeamento”.

O marketplace americano Tradesy, o qual oferece pré-venda de roupas de grife, garante um enorme volume de vendas sem investir em anúncios pagos, apenas focando em SEO.

Isso acontece graças a um sistema estruturado em listas, facilitando a navegação do usuário dentro do site, melhorando seu ranking no Google.

Invista em fazer marketing de conteúdo:

No tópico anterior você viu que investir em SEO é uma estratégia poderosa para qualquer marketplace. Mas para que isso seja efetivo e gere resultados escaláveis, você precisa investir em conteúdo. Mas o que seria esse conteúdo?

O conteúdo pode ser: vídeos, textos de blog, guias, e-books, infográficos, reviews de produtos, etc. A melhor parte disso é que o Google ama conteúdo.

Ou seja, quanto mais você investe tempo fazendo Marketing de Conteúdo, maiores são as chances do seu marketplace garantir rankings melhores, ajudando no seu SEO.

Lembrando que esse conteúdo deve ser sempre de qualidade, seja ele um vídeo, um guia ou um texto em um blog.

O algoritmo do Google “entende” quando um conteúdo é de qualidade ou não antes de dar a ele os melhores rankings.

O Uber, por exemplo, possui um blog que oferece informações sobre diversas opções de restaurantes, parques e shoppings nas grandes cidades, a fim de atrair mais clientes para o seu serviço.

Mas o interessante é que o Marketing de Conteúdo em um marketplace também pode ser feito para atrair sellers. Veja o exemplo do Etsy.

Eles elaboram uma estratégia de Marketing de Conteúdo, a qual oferece um guia completo para ensinar seus sellers como funciona e quais são as melhores práticas dentro da plataforma.

Não se esqueça dos anúncios pagos

Garantir bons resultados orgânicos é essencial, mas isso não impede investimentos em anúncios pagos também. Afinal, os resultados de SEO levam um certo tempo para performar.

E é por isso que os anúncios pagos são tão importantes: além de gerar uma maior visibilidade para o seu marketplace, melhorando o branding, a mídia paga também pode ser usada para aumentar a geração de tráfego para o site.

Esse tipo de tráfego promove conversões muito mais diretas em relação aos conteúdos de um blog, por exemplo.

E sabemos que quanto mais tráfego você gerar para dentro do marketplace, maior será a possibilidade de compra, já que a receita gerada está associada (na maioria das vezes) ao volume de acessos do site.

Além disso, um bom volume de acessos no seu site indica ao Google que ele é “popular”, melhorando também os resultados na busca orgânica.

E com a mídia paga, é possível controlar os seus investimentos com mais facilidade, pois dá para decidir quanto investir e por quanto tempo um determinado anúncio ficará disponível.

Ofereça um “gostinho” do seu produto

A estratégia de “sampling” (ou free trial) é usada, com sucesso, desde os anos 60 até os dias de hoje. Ela consiste em oferecer uma amostra gratuita do seu produto ou serviço para os clientes, para que eles conheçam e se interessem pelo seu marketplace.

Vários marketplaces já utilizam essa estratégia. O Uber, por exemplo, oferece uma primeira corrida gratuitamente. A Amazon (maior marketplace do mundo), oferece uma assinatura gratuita, válida por 30 dias, para o seu novo serviço de streaming, o Amazon Prime.

Essa estratégia de sampling funciona muito bem, pois permite uma experiência diferenciada do cliente com o seu marketplace. E, além disso, utilizar o sampling permite atrair clientes com mais facilidade.

Marketing offline também funciona: invista e vá em eventos

Os benefícios de realizar ou estar presente em eventos são vários, desde promoção da marca (branding) até conhecer possíveis sellers para venderem em sua plataforma.

Se o seu caixa permitir, vale a pena patrocinar eventos em que tanto os seus sellers quanto compradores estariam.

O marketplace Buscapé, por exemplo, esteve presente no Fórum E-commerce Brasil de 2017, um evento destinado aos lojistas virtuais, ou possíveis sellers que poderiam atuar dentro do site.

Já o marketplace de games IGN, esteve presente no Brasil Game Show (BGS), um dos maiores eventos de games da América Latina, destinado ao público que consome videogame (os compradores, no caso).

Em ambos os exemplos, os eventos serviram como um eficiente canal de marketing, mas que atendiam a públicos e interesses distintos.

Fim…

Essas foram algumas dicas de marketing exclusivas para marketplaces. Com certeza há muito mais o que explorar dentro desse tema, mas um artigo não seria o suficiente para isso.

FONTE: Ecommerce Brasil

Compradores de mídia são responsáveis pela segurança da marca

on Quinta, 05 Outubro 2017. Posted in SinalizeWeb

Novos dados constatam que a maioria dos anunciantes estão segurando compradores de mídia responsáveis ​​pela segurança da marca. Mas eles acreditam em comunicar sua identidade de marca às agências e as redes de compra de anúncios podem ajudar.

De acordo com um estudo de agosto de 2017 do Conselho da CMO e da Dow Jones, dois terços dos comerciantes de marcas em todo o mundo atribuem ônus às empresas de compras de mídia para assegurar uma adequada colocação do anúncio.

Mas os profissionais de marketing também tomaram a segurança da marca em suas próprias mãos para garantir uma colocação respeitável de seus anúncios digitais. A mensagem da marca, a identidade e as associações estão sendo comunicadas para que as agências e as redes de compra de anúncios tenham uma melhor noção do que é apropriado.

"Não existe um mundo em que possamos produzir algo em nome de uma marca sem verificá-la com dados e depois validá-la depois que o programa foi executado", disse Adam Puchalsky, vice-presidente sênior e diretor-gerente da UM Studios, durante um painel discussão sobre como colmatar a lacuna entre anunciantes e editores.

"É nosso trabalho em nome do cliente entender a marca do cliente. Quando nos associamos a eles, o estúdio de conteúdo é capaz de dar algo que é autêntico para o público, e é nosso trabalho garantir que seja verdade para a marca ", disse Puchalsky.

A metade dos comerciantes na pesquisa do Conselho da OCM disse que eles estavam desenvolvendo diretrizes para suas redes de compras de anúncios e agências.

Sem surpresa, os consumidores não respondem bem aos anúncios mal colocados ou prejudicados. O Conselho da CMO descobriu que dois terços dos consumidores já não usariam uma marca após uma experiência de anúncio negativa, enquanto mais de um terço disseram que sua percepção de uma marca muda se seus anúncios aparecem em sites questionáveis.

O que é certo é que a segurança absoluta da marca ainda não é uma garantia.

"A lacuna é realmente de confiança e relacionamento. Se existe confiança entre dois parceiros, seja uma marca e uma editora, uma marca e uma agência de propaganda, [ou] uma marca e uma pessoa, é aí que a lacuna será superada ", disse Puchalsky.

Fonte: eMarketer

8 dicas de como fazer um bom networking

on Terça, 05 Setembro 2017.

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O Digital Conference 2017 está chegando e preparamos conteúdos exclusivos para te ajudar a explorar o máximo desse evento e sair de lá com muitos contatos dispostos a criar e conhecer novas propostas e ideias.

Listamos 8 dicas de como criar uma boa rede de contatos e conhecer pessoas influentes para o seu negócio.

  1. Frequente eventos do seu segmento: Sim, é importante frequentar os eventos, é lá que estão as pessoas interessadas no seu nicho, por isso fique atento ao que está acontecendo em sua cidade. Vá ao máximo de eventos que conseguir, depois de conseguir os seus contatos, é só começar a construir essa rede.

  2. Saiba quem vai estar lá: Pesquise sobre o evento, entenda o que vai acontecer, faça uma analise e assim você não chegará sem saber o que fazer ou conversar. É muito importante ter uma apresentação rápida, como um pitch, isso faz você sentir se as pessoas ao seu redor estão interessadas no seu negócio.
  3. Não se precipite, não precisa assinar contratos no evento. Se a conversa fluir, combine um novo encontro com a pessoa, ou um call para que vocês continuem a conversa de forma calma. Evite fechar negócio em eventos.

  4. Mantenha contato com a sua rede, não esqueça de sempre “alimentar” a sua base, para que eles não esqueçam de você.

  5. Foque na qualidade e não na quantidade: Converse com pessoas que parecem estar interessadas em você e não insista em pessoas que não possuem esse interesse.

  6. Um relacionamento só cresce quando existe interesse mutuo por isso você também deve ouvir. Fale de você, mas ouça os outros também, para que você construa uma conversa interessante.

  7. Esteja atualizado e bem informado. Nós ficamos empolgadas em conversar com pessoas que estão por dentro das mais recentes novidades. Esteja conectado e seja uma fonte de informação para a sua área de atuação.

Supere a timidez, vá para cima, converse, pergunte, questione. Evite conversar apenas com quem você já conhece. Circule pelo ambiente, faça contato com amigos ou conhecidos dos seus amigos.

SinalizeWeb no Vtex Day 2017!

on Terça, 28 Março 2017. Posted in SinalizeWeb

Este ano de 2017 o Vtex Day ficará ainda maior, e é claro que a
Equipe SinalizeWeb não ficaria de fora dessa.

Um evento com mais de 10.000 mil pessoas, mais de 100 palestrantes, entre eles,
Mauricio Vargas – Founder do Reclame Aqui, 11 salas de palestras, mais de 100 expositores e,
com o Show de encerramento da Ivete Sangalo.

O evento irá acontecer nos dias 30 e 31 de maio | SP – EXPO.

A SinalizeWeb estará presente prestando consultoria em Performance, Seo, Ecommerce e,
demais assuntos em marketing digital. Visite nosso stand e tire todas as suas dúvidas e
conheça um time que sempre estará ao seu lado!

Participe do maior evento de varejo multicanal da América Latina.

Quer saber mais? Acesse: vtexday.vtex.com

As 10 hashtags mais comentadas no Twitter em 2016

on Quarta, 07 Dezembro 2016. Posted in SinalizeWeb

Por Redação Adnews
twitter

O Twitter lançou nesta terça (6) a hashtag #ThisHappened. Objetivo é permitir que as pessoas compartilhem na plataforma os momentos mais marcantes de 2016. Neste clima de retrospectiva, a rede social também divulgou os temas que mais geraram conversas na plataforma ao longo do ano.

A hashtag #Rio2016, sobre a Olimpíada do Rio, foi a mais utilizada no Twitter em todo o mundo neste ano. Os Jogos, realizados de 5 a 21 de agosto no Rio de Janeiro (RJ), foram a Olimpíada mais Tweetada até hoje, ultrapassando o patamar de Londres, em 2012.

No mundo, depois da hashtag #Rio2016, aparecem como tópicos de grande repercussão as eleições para a presidência norte-americana, o jogo Pokémon Go, o Campeonato Europeu de Futebol e o Oscar.

  1. #Rio2016
  2. #Election2016
  3. #PokemonGo
  4. #Euro2016
  5. #Oscars
  6. #Brexit
  7. #BlacklLivesMatter
  8. #Trump
  9. #RIP
  10. #GameofThrones

 

No Brasil, a hashtag #Rio2016 também foi a mais utilizada no Twitter em 2016. Em seguida, aparecem #MasterchefBR e #BBB16, sobre os reality shows da Band e da TV Globo e a #ImpeachentDay, sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Outro destaque foi a hashtag #ForçaChape, criada após o acidente aéreo envolvendo jogadores da Chapecoense, além de jornalistas e tripulantes.

Veja, no infográfico anexo, as top 10 hashtags do Twitter no Brasil em 2016 e alguns Tweets relevantes sobre cada assunto.

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Destaques


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