Google i/o 2015: bom para o e-commerce e o cliente

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Google anunciou hoje, durante a décima edição do Google I/O, sua conferência anual para desenvolvedores, duas novidades voltadas para os anunciantes que queiram promover os seus aplicativos. A primeira é a extensão da solução publicitária chamada Campanha Universal para Apps para o sistema iOS. Até então, as empresas que queriam anunciar seus apps nos produtos do Google, tal como Google Search, Google Play, Google Display Network e YouTube só podiam fazer isso com os clientes do sistema operacional Android. Agora, donos de dispositivos móveis Apple (como iPhones) também poderão ser impactados em campanhas de anúncios que estimulem o download de apps.
 
 A outra é o lançamento do Firebase Analytics, uma plataforma gratuita que oferece uma série de recursos para facilitar o trabalho dos desenvolvedores de apps. Essa plataforma vai reunir em um só lugar os aplicativos de acompanhamento de conversões e atribuições do Google. A partir da plataforma, os donos de apps poderão, por exemplo, rodar campanhas de anúncios através de AdWords, avaliar o engajamento dos clientes que fizeram o download do app e testar novas versões.
 

Dia das Mães e o impacto no tráfego online

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Segundo dados registrados pela Exceda, empresa de soluções de segurança e web performance, o volume de acessos aos sites de e-commerce atingiu um pico de 5140 visualizações por segundo na semana que antecedeu o Dia das Mães, mais que o dobro do volume de um dia convencional que registra, em média, cerca de 2400 visualizações por segundo. Adicionalmente, o pico de tráfego de dados registrado nos sites acompanhados pela Exceda foi de 76TB, número 20% maior do que a média em um dia convencional, de cerca de 63TB.

O Dia das Mães é uma das principais datas do varejo online no Brasil perdendo apenas para o Black Friday e Natal em termos de volume de negócios. Essas e outras datas comemorativas incidem diretamente no aumento das vendas nos ecommerces, mas obriga que as empresas do setor se preocupem em garantir a disponibilidade e rapidez dos sites. Pesquisas de mercado indicam que um segundo a mais no tempo navegação e carregamento da página impacta na redução de 11% de pageviews, 16% na satisfação dos clientes e 7% na conversão de vendas.

Sendo assim, de acordo com Ricardo Couto, sócio da Exceda, traçar estratégias de performance, segurança e escalabilidade torna-se um diferencial competitivo para garantir sucesso nas vendas on-line. “Nossa experiência de atuação na América Latina permite identificar que o comércio eletrônico no Brasil, apesar de ser o mais desenvolvido da região, tem um desafio contínuo para garantir um bom desempenho para seus clientes. A infraestrutura dos sites deve estar preparada para suportar um cenário crescente de picos de acesso, com grande diversidade de uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, e para combater cyber ataques cada vez mais intensos e elaborados, afirma.

Levantamento aponta que região sudeste lidera o mercado com abertura de novas lojas virtuais

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Mesmo diante de um cenário econômico de grande instabilidade, existem alguns setores que caminham na contramão da crise, estão crescendo e com grandes perspectivas de superar os números do ano anterior, como é o caso do e-commerce. De acordo com um levantamento realizado pela Xtech Commerce, plataforma de e-commerce que permite ao lojista trabalhar de forma multicanal, a região Sudeste lidera a criação de lojas virtuais no país, com 78%. Em segundo lugar, encontram-se as regiões Sul com 10% e Centro Oeste com 5,9%.

Esse crescimento acontece devido a características demográficas e econômicas, já que a região Sudeste supera o número de habitantes em comparação a outras e é um dos principais polos econômicos do país. Além disso, outros fatores também influenciam para colocar a região no topo do ranking, como a logística das entregas dos produtos e no reabastecimento dos estoques para que os clientes não sintam esse gargalo.

Além disso, o estudo apontou também os mercados de nichos que estão se destacando e ganhando cada vez mais espaço no e-commerce. O setor de moda lidera o ranking e representa 30%. Em segundo lugar, encontra-se o segmento de beleza (19%), que está se superando a cada ano. Ocupando as demais posições estão automotivo (18%), decoração (11%), serviços (8%), pet (7%) e saúde (6%), respectivamente.

“O setor de e-commerce está crescendo a cada ano e superando as expectativas dos profissionais da área, mas é um segmento que tem muito a oferecer ainda. Apenas em 2015, identificamos um crescimento de 20% na criação de lojas virtuais em nossa plataforma em comparação com o ano anterior, ou seja, foram criadas aproximadamente 10 mil e-commerces em todo o país. Para este ano nosso objetivo é triplicar esse número, chegando a 30 mil lojas”, afirma Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

A cada ano esse mercado cresce em ritmo acelerado. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2015, o setor movimentou cerca de R$ 48,2 bilhões e cresceu 22%. Para 2016, o cenário é ainda mais positivo, o e-commerce deve crescer 18% em comparação com o ano anterior, com faturamento de R$ 56,8 bilhões.

“Os números que apontam o crescimento do segmento, diante da economia instável que o país está vivenciando, são verdadeiros impulsos para os pequenos e médios empresários que querem abrir um e-commerce e estão vendo novas oportunidades de trabalhos em todo o país. Há uma grande aceitação do público para este modelo de negócio”, ressalta Soares.

 

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Número de vendas do Mercado Livre no Brasil cresce quase 50% no início de 2016

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

No primeiro trimestre de 2016, o Mercado Livre teve receita líquida correspondente a sua atuação no Brasil em US$ 77,5 milhões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período no ano anterior. De acordo com a companhia, o aumento no lucro foi ajudada por uma expansão no e-commerce brasileiro: o número de produtos vendidos no país cresceu 45,6%.

O Mercado Livre, que opera em 16 países, teve faturamento líquido global de US$ 157,6 milhões de dólares, um crescimento de 6,4%. O lucro líquido, no entanto, teve queda de 12,6%, atingindo os US$ 30,2 milhões.

O que o varejo pode esperar da transformação digital?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Digital Transformation se firmou como um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no futuro. Mas o que esta transformação digital significa para o varejo brasileiro?

É fato que o varejo fora do Brasil encontra-se em estágio mais avançado e já utiliza modelos digitais de forma mais abrangente, o que pode indicar tendências do que poderemos ver por aqui em um futuro próximo. Uma destas tendências do varejo mundial é que os consumidores estão comprando cada vez mais durante seus trajetos diários e rotineiros. Este é um padrão de consumo que está muito relacionado a comodidade, uma vez que estes consumidores acabam usando seu tempo de deslocamento para pesquisar preços e efetuar compras. A chave para tornar isso possível é a tecnologia mobile e o desenvolvimento de aplicativos.

O principal desafio hoje é que mesmo com a vontade dos consumidores aumentado em relação a utilizarem smartphones para efetivarem suas compras em função de facilidade e comodidade, no Brasil ainda é pequena a quantidade de varejistas que possuem aplicativos para celular com capacidade de compra. Indo além, são poucos os varejistas que estão usando aplicativos que utilizem beacons e que permitam o envio de promoções personalizadas ou cupons de desconto para consumidores que estão próximos ou mesmo dentro das lojas. O desenvolvimento destes aplicativos com funcionalidades de compras e descontos para mobile é um excelente exemplo de transformação digital nos negócios.

Com foco na comodidade, apesar de todo o avanço tecnológico que temos disponível, uma das principais causas de frustração por parte dos consumidores segue sendo a falta de produtos. A transformação digital pode ser um importante caminho para minimizar esta frustração, criando um sistema que disponibilize informações sobre disponibilidade de produtos independente do canal, que possa ser acessado tanto por televendas quanto por mobile. Outra resposta que a transformação digital tem para a falta de produtos é disponibilização de dispositivos móveis para os vendedores dentro das lojas, de forma a permitir que eles coloquem pedidos de venda ou troca, quando os produtos desejados pelo cliente não estão no estoque da loja física.

No campo da experiência de compra, a transformação digital tem um papel absolutamente relevante, impulsionada por clientes que esperam que os varejistas modifiquem processos e criem sistemas que melhorem consideravelmente a experiência de compra. Sistemas de coleta de dados de clientes incluindo redes sociais, promoções personalizadas, programas de fidelização que pontuem automaticamente e que sejam fáceis para resgatar benefícios e produtos, além da disponibilização de conteúdo, histórias de uso e opiniões de clientes satisfeitos e insatisfeitos são exemplos de processos e modelos de negócios que estão sendo transformados por meio de tecnologia digital.

O grande desafio continua sendo conseguir coletar todas estas informações sem que os clientes tenham a sensação de privacidade invadida. Tomando o cuidado de não ser invasivo a este ponto, é fato que a transformação digital tem muito a agregar e contribuir com novos modelos e formas de viabilizar negócios entre os varejistas e consumidores.

Marketplace atrai cada vez mais lojistas virtuais

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Uma nova modalidade de comércio online tem chamado atenção dos lojistas. O marketplace oferece por meio de único site a possibilidade de várias empresas venderem seus produtos sem arcar com custos de um e-commerce. A plataforma é conhecida também como  shopping online ou e-shopping.

Investir em um marketplace pode trazer inúmeros benefícios para o lojista. O modelo de negócio oferece muitas facilidades para que pequenos empresários possam crescer no mercado virtual. Segundo o CEO da Softbox, Ricardo Rocha, por meio do marketplace, o comerciante tem condições de ampliar a oferta dos produtos e com isso aumentar suas vendas.

De acordo com Ricardo Rocha, outra vantagem de fazer parte de um marketplace é a possibilidade de aumentar a visibilidade das mercadorias. “Ter produtos em um marketplace significa poder ser encontrado mais facilmente pelo comprador. A plataforma investe sempre em campanhas de marketing digital o que é ótimo para lojistas que possuem pouco orçamento para investir em campanhas online”, disse.

Pesquisas indicam um aumento contínuo de usuários que utilizam o marketplace como fonte de pesquisa antes de comprar itens na Internet. “Ao realizar a compra utilizando o canal de vendas de um Marketplace conhecido, o cliente se sente seguro para efetuar suas compras e divulgar sua boa experiência”, explicou o CEO.

Mesmo diante de tantas vantagens, investir em marketplace é apenas uma das estratégias que o empreendedor tem disponível para consolidar seu comércio virtual, mas sem dúvida, é uma ótima opção. “É importante que o lojista faça testes para encontrar  os melhores canais de venda, aqueles que oferecem maior taxa de conversão e são mais viáveis financeiramente. É importante lembrar que os marketplaces recebem uma comissão sobre cada venda. Fazer contas é fundamental para não ficar no prejuízo”, finalizou Ricardo Rocha.

15% das compras online no Brasil já são realizadas por dispositivos móveis

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O mais recente MPI – Índice Trimestral de Pagamentos Móveis da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, destacou o atual cenário deste mercado no Brasil e mostra que 15% das transações já são realizadas em dispositivos móveis – em sua maioria, smartphones. Em um país com mais de 200 milhões de habitantes, 61% da população adulta utiliza smartphones, segundo a Nielsen Ibope. E a previsão é que este número chegue a 57,8 milhões de usuários neste ano, de acordo com a Statista.

Os indicadores mostram que o volume de compras efetuadas por meio de dispositivos móveis cresce na medida em que o comércio eletrônico investe na otimização da experiência por este canal. Clientes da Adyen como Netshoes, Dafiti, Hering  e Amaro tem registrado maior engajamento de seus consumidores em seus canais móveis de vendas.

“Ter uma estratégia móvel tornou-se crucial para as empresas de varejo. O mobile representa mais de 50% do tráfego para o nosso site e 30% de conversão. Diante deste cenário, investir em inovação em tecnologia de pagamento é fundamental”, declara Leonardo Dib, CFO da Netshoes.

Além disso, a tendência do consumidor em utilizar cada vez mais tecnologia mobile, disponibilizada por empresas como 99Taxis e EasyTaxi, evidencia um aumento na confiança dos brasileiros em comprar produtos por meio de seus aparelhos móveis.

“Disponibilizar tecnologias capazes de simplificar ao máximo a experiência de pagamento faz com que as empresas se tornem ainda mais preparadas para acelerar negócios por meio de seus canais mobile”, diz Jean Christian Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

Mobile é o próximo passo para o setor de viagens

Pela primeira vez, o MPI  focou na indústria de viagens, que registrou no primeiro trimestre de 2016 um total de 15,5% das transações dos e-commerces realizadas por aparelhos mobile. Quando comparado à média de 32% das transações globais, os resultados representam enormes oportunidades de crescimento para as empresas de viagens dispostas a investir na experiência do cliente por dispositivos móveis.

Além disso, o Índice considera que, em termos de  Tíquete Médio de Transação, o iPad lidera entre os diferentes tipos de aparelhos, com mais de US$ 365 para serviços de hospedagem e US$ 325 para as companhias aéreas. Seguindo o iPad, estão os tablets com sistema operacional Android, que registraram US$ 290 e US$ 266, respectivamente.

A nova geração de serviços de hospedagem está liderando o setor mobile

De acordo com dados do MPI da Adyen, os serviços de hospedagem tiveram 17% das transações realizadas em dispositivos móveis. Muitas das empresas de serviços de hospedagem que mais crescem, como o HotelTonight, estão conquistando uma considerável fatia deste mercado com a possibilidade de realizar pagamentos in-app e experiência otimizada para  navegadores móveis.  Grandes players já estabelecidos, como redes de hotéis, deverão diferenciar os seus serviços com o fornecimento de uma experiência móvel sem atrito.

“Os dispositivos móveis são totalmente pessoais, sendo importante que as funções dos aplicativos das empresas respondam às necessidades do consumidor em tempo real”, comenta Sam Shank, CEO do HotelTonight.

Companhias aéreas podem ir mais longe com o mobile commerce

A pesquisa da Adyen mostra ainda que 13% das transações das companhias aéreas são feitas por meio de dispositivos móveis. Este número pode ser ainda maior quando as empresas investem em mobile. Como os passageiros estão acostumados a usar seus telefones para interagir com as companhias aéreas, ofertas de outros tipos de serviços, como check-in no smartphone e atendimento ao cliente em redes sociais, podem aumentar significativamente o volume de negócios. A Transavia, por exemplo, constatou que 20% das suas transações são mobile, 65% superior à média do setor.

“Estamos caminhando para um futuro onde muitos clientes fiéis da indústria de turismo organizarão toda a sua viagem por meio de ferramentas in-app, desde a reserva até o checkout, e os métodos de pagamento são um passo fundamental para essa experiência”, explica Roelant Prins, Chief Commerce Officer da Adyen. “Além de in-app, as empresas de viagens que também investem em experiências otimizadas para navegadores web já estão observando um aumento do volume de transações mobile de forma significativa”, finaliza o executivo.

 

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Dia das Mães deve movimentar R$ 2,2 bilhões no comércio eletrônico

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Considerada a segunda data mais importante para o varejo, o Dia das Mães deste ano deve ter movimentação de R$ 2,2 bilhões. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), considerando o período de 18 de abril a 7 de maio. Esse valor representa um crescimento de 8% em relação ao movimentado na mesma data do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio deve totalizar R$ 256, valor menor do que os R$ 320 auferidos no Dia das Mães de 2015. As categorias de produtos que se destacam na data são moda, cosméticos, eletrodomésticos, flores, casa e decoração.

Mesmo ainda registrando crescimento, a evolução será menor do que o observado nos anos anteriores, aponta a entidade. Em 2015, por exemplo, o crescimento auferido foi de 26%. Em 2014, houve evolução de 23%. A comparação sempre feita em relação ao ano anterior.

De acordo com o presidente da ABComm, Mauricio Salvador, essa desaceleração se deve pelo cenário macroeconômico desfavorável, além das incerteza dos consumidores sobre o nível da renda e sobre o emprego. “A quantidade das famílias endividadas e a desconfiança sobre a economia acabam afetando o setor”, afirma Salvador.

Revisão para o ano
A ABComm também revisou a estimativa de crescimento do setor para o 2016. No início do ano, a entidade havia estimado que o comércio eletrônico movimentaria R$ 56,8 bilhões, crescimento de 18% em relação ao ano passado. Agora, a associação estima que esse número deva ser de cerca de R$ 52 bilhões, o que representa um crescimento de 8% ante o auferido pelo setor em 2015.

De acordo com o presidente da ABComm, essa revisão se deve não somente a mudança dos indicadores de confiança dos consumidores, além da queda do nível da renda e do emprego, mas também pela incertezas geradas pela novas regras para recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) em transações de comércio eletrônico entre dois estados.

Mobile marketing ganha mercado e praticamente dobra no último ano

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Tudo começa pelo número de pessoas com acesso à internet pelo celular, que aumentou consideravelmente nos últimos anos. Esse crescimento influencia diretamente várias áreas da comunicação das marcas. Principalmente, o mobile marketing. De acordo com dados divulgados recentemente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80,4% utilizam a internet via celular.

Fabiano Destri Lobo, diretor-executivo para América Latina da MMA (Mobile Marketing Association), o mercado brasileiro está maduro. “O mercado está crescente, com uma curva de maturidade bem clara, muitas marcas estão investindo cada vez mais em mobile. Além disso, muitas agências se capacitando para fazer parte dessa conversa”, diz.

O executivo da MMA garante que o mercado “mais que dobrou” no último ano. “E a tendência é que tenha uma aceleração ainda maior e uma maior alocação de verbas publicitárias para o mobile”, afirma.

Essa é uma tendência que vem sendo sentida pelos players, como a Pontomobi, por exemplo. Renato Virgili, CEO da agência, fala que um dos motivos da aceleração foi o aumento da base de smartphones e a popularização dos planos de dados. “Este cenário foi propício ao surgimento de oportunidades variadas para as empresas explorarem o celular como uma plataforma de exposição de marca, vendas de produtos e prestação de serviços”, garante.

Virgili, no entanto, ressalta que já ficou para trás aquele momento em que o celular era considerado um canal com bom potencial. Agora ele faz parte da rotina para suportar estratégias de comunicação ou de geração de negócios. “Ele é uma realidade para muitas empresas que, de fato, compreendem os seus clientes e hábitos de consumo de informação. As maiores empresas brasileiras já investem em publicidade, oferecem aplicativos com serviços relevantes para clientes e já adaptaram os seus sites para funcionar no desktop, smartphones e tablets”, destaca.

Já João Carvalho, CEO da Hands Mobile Advertising, relembra o empenho dos players desde quando as iniciativas do segmento eram baseadas em tecnologias mais simples, como SMS. “É muito gratificante chegar ao momento no qual algumas demandas começam a vir dos próprios anunciantes, que percebem que, para alguns targets ou objetivos específicos, o mobile pode ter um papel importante, por vezes crucial, na comunicação”, afirma.

Ainda de acordo com o CEO da Hands, as indústrias automotiva, financeira e de entretenimento são algumas das que mais têm investido em mobile marketing. “São segmentos que já entenderam a necessidade de falar com o target cada vez mais em movimento. Mas vai além disso: é preciso atuar de forma segmentada e geolocalizada, mostrar que se está presente no dia a dia destes usuários e gerar um residual de sua comunicação”, diz.

Para o executivo, alguns clientes já entenderam que deixar de investir em mobile marketing não pode ser opção. “Nós temos atuado para mostrar as possibilidades existentes com esse grande volume de usuários mobile, bem como as formas de aproveitar o potencial de segmentação que torna o investimento mais assertivo”, conta o executivo da Hands.

A Coca-Cola apresentou recentemente uma campanha realizada pela marca que utilizou bastante o mobile marketing feita para o último Natal. “O mobile marketing foi o que mais impulsionou os resultados”, avisou Tom Daly, diretor de marketing interativo da Coca-Cola. De acordo com um estudo feito pela marca, o investimento em mobile, que correspondeu a 19% do total, foi responsável por 47% das vendas geradas pela publicidade.

martphone deve substituir dinheiro e cartão de crédito até 2030, diz pesquisa

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Se depender dos usuários, o dinheiro vivo será coisa do passado nos próximos anos. De acordo com um levantamento do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), 70% dos entrevistados acreditam que, até 2030, os meios de pagamentos móveis serão seguros a ponto de se tornarem mais utilizados que cédulas e cartões de crédito.

A pesquisa também apontou que, atualmente, 46% dos usuários acreditam que a maior preocupação do pagamento móvel é a possibilidade das informações serem "hackeadas". Ainda de acordo com o levantamento, 33% dos entrevistados se preocupam com a possibilidade de pagamentos serem processados sem a sua autorização e 13% têm medo de pagamentos por acidente

Empresas de tecnologia como Apple, Samsung e Google dão os primeiros passos para a popularização dos meios pagamento móveis e oferecem ferramentas que usam o smartphone como um cartão de crédito. O usuário aproxima o aparelho em um terminal de pagamento, insere uma senha e o pagamento é realizado. Esse procedimento é feito com a ajuda do NFC (Near Field Communication), que permite a conexão aproximando dois aparelhos.

Para Jerome Pays, diretor de e-commerce da Lyra Network, empresa especializada em pagamentos eletrônicos, "a migração do papel para o eletrônico é reversível", pois além de ser uma opção rápida e segura para os usuários, contribui para governos migrarem parte da economia informal para a formalidade.

Apesar de ser uma alternativa interessante, o pagamento móvel ainda está disponível em poucos estabelecimentos no Brasil. Pays acredita que o recurso ainda não foi disseminado pois muitos aparelhos não são compatíveis com o NFC. "São poucos smartphones que tem essa tecnologia embarcada. É uma tecnologia pouco democratizada ainda". Plataformas como Apple Pay, Samsung Pay e Android Pay ainda não estão disponíveis no Brasil.

NFC que permite smartphone se comunique com um terminal de pagamento próximo

Média de investimentos em e-commerce cresce 103% em dez anos

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Comércio Eletrônico no Brasil está totalmente consolidado. A média de gastos e investimentos no setor registrou crescimento de 103% nos últimos dez anos, segundo a 18ª Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, organizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da FGV. O crescimento em relação ao ano passado foi observado tanto nas transações negócio-a-negócio (+2,83%) como nas transações negócio-a-consumidor (+5,01%), mesmo com ambiente influenciado negativamente pela crise econômica.

Segundo o estudo, realizado com 532 companhias de vários ramos de atividades e portes, as empresas do setor registraram sucesso nas vendas e estão investindo de forma significativa no digital. Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o levantamento apontou que as transações negócio-a-negócio, conhecidas como B2B, e negócio-a-consumidor também aumentaram em uma década – 128% e 279%, respectivamente.

“As empresas estão utilizando cada vez mais a infraestrutura de internet e das aplicações de comércio eletrônico como meio para a realização de seus processos de negócio, com clara predominância daqueles relativos ao atendimento a clientes”, explica Albertin. As companhias pesquisadas apontaram crescimentos nos seus níveis de gastos e investimentos menores que nos últimos anos, mas mesmo assim atingiram a média geral de 2,26% do faturamento líquido.

As empresas avaliam que as principais contribuições de comércio eletrônico (CE) estão relacionadas com a melhoria das novas oportunidades de negócio, sua utilização como estratégias competitivas mais efetivas e aprimoramento do relacionamento com os clientes. O principal foco continua sendo os clientes: 97% das varejistas de CE usam a web para alguma parte ou tipo de relacionamento com cliente. Mas o crescimento maior foi na cadeia de suprimentos.

As organizações pesquisadas continuam avaliando como mais importantes os aspectos de alinhamento estratégico, relacionamento com clientes, adoção de clientes, comprometimento, privacidade e segurança. Pela primeira vez, o aspecto de alinhamento estratégico foi considerado como o mais importante para as entrevistadas.

As transações de negócio-a-negócio representam 76,18% do valor do mercado total, e 48,18% para negócio-a-consumidor. “Os índices confirmam a evolução do comércio eletrônico e que a tendência é de crescimento, agora mais efetivo e buscando retornos dos investimentos realizados”, completa o professor.

Empresas investirão mais de US$ 900 bilhões no digital

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

As empresas brasileiras são, hoje, pouco digitizadas, mas afirmam que, em cinco anos, o cenário vai mudar. Segundo o relatório ‘Indústria 4.0: a digitização como vantagem competitiva’, da PwC, só 9% das companhias entrevistadas têm um alto grau de digitização; mas, em cinco anos, o número deve chegar a 72%, segundo projeção dos participantes e sete em cada dez empresas planejam expandir seu portfólio digital. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira, dia 13. Participaram do estudo global cerca de 2000 respondentes de 26 países. A média global de empresas que dizem ter um alto grau de digitização é de 33%. Em cinco anos, o número deve chegar a 72% – igual ao Brasil.

A digitização diz respeito a todos os processos de integração de cadeias de valor de produtos ou serviços em tempo real por meio de plataformas digitais, além de uso de ferramentas como cloud computing, mobility, analytics (big data) e redes sociais.

Os investimentos das empresas brasileiras em digitização são de 0,8% das receitas anuais. Em cinco anos, esse valor deve aumentar para 1,4%. Nos próximos cinco anos, 21% das empresas nacionais preveem investir pelo menos 6% das receitas. No mundo, 43% das empresas planejam ter esse nível de investimento. Juntas, todas empresas que participaram do relatório devem investir US$ 907 bilhões por ano em digitização até 2020.

O otimismo no Brasil é maior em relação ao retorno dos investimentos. Entre os entrevistados, 63% esperam retorno em dois anos; globalmente, são 55%. Quase 70% das empresas do Brasil esperam ter ganhos de eficiência acima de 10%; 64% esperam ter redução de custos na casa dos dois dígitos e 57% delas, aumento de receita na mesma grandeza.

A despeito do otimismo com o futuro, os resultados mostram que a digitização está pouco consolidada nas empresas brasileiras. “Ainda estamos engatinhando no contexto da engenharia digital, da gestão integrada da cadeia de fornecimento e dos serviços digitais seja pela ausência de um direcionamento governamental, seja por um padrão ‘nacional’ de cooperação”, diz Sergio Alexandre, sócio da PwC Brasil e líder de Digital. Segundo ele, o uso de Big Data, por exemplo, que é cada vez mais comum no mundo, ainda não é aplicado em larga escala na tomada de decisões no Brasil.

O grande obstáculo ao processo é o receio das empresas para 45% dos entrevistados brasileiros gira em torno da segurança e privacidade dos dados. Logo abaixo, para 42% dos participantes, está a falta de cultura digital.

 

Mercado de mobile marketing cresce no Brasil

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

 

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou, recentemente, que o acesso à internet por smartphones superou o acesso via mobile nos lares brasileiros. O estudo mostrou que, entre os domicílios com internet em 2014, em 80,4% o acesso era feito por meio de celular e em 76,6%, por computador; 21,9% por tablet, 4,9% por TV e 0,9% por outros equipamentos.

Essa informação reforça que o setor de mobile marketing tem crescido no Brasil. De acordo com Fabiano Destri Lobo, diretor-executivo para América Latina da MMA (Mobile Marketing Association), o mercado evoluiu consideravelmente nos últimos cinco anos.

“Nós estamos começando a ver grandes e pequenas marcas iniciando o período de crescimento neste mercado”, diz.

E a expectativa para o próximo seguirá pela trilha otimista do mercado de mobile marketing. “Nos próximos 12 meses, nós esperamos ver grandes mudanças, muito mais do que vimos nos últimos quatro anos”, revela.

Como exemplo, o executivo afirma que vem notando um aumento no direcionamento das verbas publicitárias para o mobile marketing. “As pessoas investiam 1%, 2% da sua verba publicitária e agora estão investimento 15%, 30% e tem empresas que investem 100% da verba em mobile marketing”, revela.

Mas os exemplos não param por aí. A Coca-Cola apresentou, durante encontro do MMA realizado na tarde desta quarta-feira (13), uma campanha realizada pela marca que utilizou bastante o mobile marketing. A campanha em questão foi feita para o último Natal.

“O mobile marketing foi o que mais impulsionou os resultados”, avisou Tom Daly, diretor de marketing interativo da Coca-Cola. De acordo um estudo feito pela marca, ao todo foram investidos 19% em mobile, o que foi responsável por 47% das vendas geradas pela publicidade.

“O custo-benefício do móvel é muito barato”, diz. “Com pouco investimento você consegue ter um retorno muito maior”, conta o executivo da Coca-Cola.

Além disso, segundo Tom Daly, o mobile é um dos drives mais importantes que existem atualmente. “O lucro incremental do mobile é muito maior”, afirma o executivo.

Tem espaço para inovar na crise?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Nos últimos anos, houve uma mudança drástica no perfil do consumidor. As tecnologias digitais estão transformando a forma de pesquisar preços e adquirir os mais variados produtos e serviços. Hoje, o consumidor é multi e crosschannel, ou seja, faz suas aquisições em diversos canais de vendas, algumas vezes combinando tanto ambientes físicos como virtuais.

Mas diante do cenário macroeconômico cada vez mais complexo, existe espaço para inovação? O que deve ser prioridade para o Varejo e qual é o papel da TI? Na visão do especialista em planejamento estratégico ebusiness e branding omnichannel, Fabrizzio Topper, na era do omnichannel, as empresas devem colocar o cliente no centro do negócio ou vão ficar de fora. Essa é a melhor maneira de inovar.

“Antes de minhas formações em marketing, neurociência e empreendedorismo, me especializei em administração financeira, que deixa claro as vantagens de investir em baixa para ganhar mais na alta que certamente virá após esta fase mais tumultuada do mercado e do cenário político. Digo isto para afirmar com muita convicção de que a hora de investir em inovação para encantar e estreitar a relação institucional e comercial com os clientes é agora”, pontua o especialista.

Segundo ele, um ponto que exige análise por parte dos varejistas é entender quais são os recursos tecnológicos que melhor se adequam à realidade e ao bolso da empresa. Mas ficar fora desta evolução digital para esperar tempos melhores pode fazer com que rapidamente estes empreendedores acabem perdendo relevância no segmento que estiverem inseridos.

“O cliente moderno de hoje não procura mais o vendedor com a mesma frequência e tão pouco precisa sair da loja para comparar preços e buscar opiniões e avaliações sobre o produto que está interessado. Os varejistas hoje têm o desafio de se digitalizarem o mais rápido possível para oferecerem canais de relacionamento e acesso a informações comerciais, bem como opções de compra que permitam aos consumidores a oportunidade de opinar, avaliar e até trocarem percepções com os demais clientes da marca”, conclui.

Como montar uma loja virtual com pouco dinheiro?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Essa pergunta é feita por muita gente que quer começar no ramo do e-commerce, como montar uma loja virtual com pouco dinheiro? Bom, primeiro vamos definir quanto é o seu pouco dinheiro. Você tem R$5 mil para investir, tem mais, tem menos? Ou você não tem nada para investir? Pouco dinheiro é algo bem relativo. Você só vai saber o que consegue fazer com seu pouco dinheiro quando souber quanto é o seu pouco.

Antes de começar qualquer tipo de negócio você precisa decidir qual produto vai vender, e não se toma esse tipo decisão como se escolhe o sabor do sorvete. Você precisa estudar o mercado, descobrir o que as pessoas querem comprar, o que dá lucro e o que você gosta de fazer. Eu costumo dizer que o nicho de mercado ideial é um ponto em comum entre os três itens que citei. No vídeo abaixo eu explico melhor a teoria, assista.

Bom, depois do nicho de mercado escolhido, você vai separar o seu pouco dinheiro em produtos, plataforma e divulgação da loja. Mas se o seu dinheiro for muito, mas muito pouco mesmo, opte por vender seus produtos em algum marketplace, como Mercado Livre, Enjoei ou Rakuten e use plataformas gratuitas, como LikeStore ou Loja Integrada. Não recomendo o uso de Magento ou outras plataformas de código livre, a menos que você seja programador. Se você está com pouco dinheiro, não vai sobrar para pagar o programador.

Vendendo seus produtos através de algum marketplace você paga uma taxa sobre cada venda, ou seja, você só paga se vender, se não vender não paga nada. Quando você contrata uma plataforma, os pagamentos são mensais, independente de quantas vendas você teve no mês. Se você acha que o seu pouco dinheiro não é tão pouco assim e dá para contratar uma plataforma, leve em consideração que seu e-commerce vai demorar alguns meses para se pagar.

Ou seja, não considere que no mês seguinte você conseguir pagar a mensalidade com o dinheiro das vendas. Talvez demore meses ou até um ano para você conseguir pagar as contas com seu lucro. Porque o dinheiro arrecado também paga os produtos vendidos, despesas de postagens dos produtos e gastos como luz, internet, e telefone. Como você tem pouco dinheiro o ideal é começar na sala ou no cantinho da garagem da sua própria casa.

Pagar aluguel de uma sala comercial é algo que você deve fazer quando já estiver com vendas constantes na loja virtual. Quem tem loja física, talvez só precise dedicar um funcionário para cuidar da loja virtual, e usar o mesmo, estoque, luz, internet e computador. Quando se inicia um e-commerce com pouco dinheiro, pode-se abrir mão de algumas coisas, como um escritório, uma plataforma própria.

Agora existem duas coisas das quais você não pode abrir mão, os produtos e a divulgação da loja. Nenhuma loja virtual faz vendas se não anunciar. As pessoas não sonham com a sua loja virtual e acordam no dia seguinte para ir lá e comprar. Para que você tenha vendas seu e-commerce precisa ter visitantes. Sim, você pode fazer anúncios no Google, mas certifique-se de que você sabe como fazer isso.

Um anúncio sem propósito e planejado de forma de indevida não traz os resultados esperados, nem adianta colocar a culpa no Google. Mas antes de qualquer anúncio pesquise onde está o público do seu produto. Para ser encontrado no Google sem pagar nada trabalhe o SEO da sua loja virtual. Isso serve tanto para quem tem pouco dinheiro, pouquíssimo. Para quem tem pouco dinheiro, nem tão pouco assim.

Sim, o texto ficou um pouco genérico, porque não tem como saber quanto é o seu pouco dinheiro. Talvez o que você tem disponível para investir não dê para começar uma loja virtual com 200 produtos, mas e porque não começar com 30 produtos? Porém existe a possibilidade do seu pouco dinheiro conseguir sustentar a loja por seis meses, então porque não segurar uns gastos para tentar sustentar a loja por um ano?

Não é a plataforma mais cara que vai fazer vendas na sua loja virtual, não é o anúncio mais caro que vai trazer visitantes para o seu site. Use as estratégias a seu favor, administre seu dinheiro com carinho. Se você quer mais informações sobre como vender na internet, leia este texto sobre como vender na internet. Assim você vai ver tudo que precisa ajustar antes de colocar a loja virtual no ar.

Não é impossível ter uma loja virtual com pouco dinheiro, você precisa apenas fazer investimentos com cautela, analisar o que é essencial no início e o que pode ser implantado depois. Tem muita loja virtual de sucesso que iniciou suas vendas no Mercado Livre, se deu certo com eles, pode dar certo com você também. A única coisa que pode te impedir, é montar uma loja virtual é pouca vontade, ou pouca dedicação. Essas são as empresas que não duram nem 6 meses no mercado.

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