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Aumento da confiança do consumidor faz vendas no varejo aumentar, diz Bloomberg

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

As vendas no varejo do Brasil aumentaram em abril, acompanhando as expectativas dos analistas com a recuperação da confiança dos consumidores e economistas já preveem que maior economia da América Latina possa emergir da recessão mais rápido do que pensavam inicialmente.

As vendas cresceram 0,5% em Abril depois de uma queda de 0,9% no mês anterior, disse a agência nacional de estatística. Os dados acompanham uma média estimada pelos 36 economistas pesquisados pela Bloomberg. As vendas diminuíram 6,7% em Abril contra o mesmo mês em 2015.

A confiança do consumidor está dando sinais do potencial de recuperação de acordo com a desaceleração da inflação e os economistas já estão melhorando suas previsões de crescimento econômico.

Mesmo assim, um sentimento permanece acerca do histórico de baixas e com desemprego em alta. No primeiro trimestre, a maior economia da América Latina encolheu pelo quinto mês consecutivo, arrastado pela retração do gasto dos consumidores.

Vendas de alimentos, bebidas, tabaco e supermercados e hipermercados cresceram 1% em Abril, após uma queda de 1,4% no mês anterior. Vendas do setor de vestuário aumentaram 3,7%.

Os gastos do consumidor no primeiro trimestre diminuíram 1,7%, pelo quinto mês consecutivo, arrastando uma queda da economia em geral em 0,3%. Apesar disso, o número é menor que a média prevista pelos economistas, que têm aumentado, desde então suas previsões.

A economia brasileira retraiu 3,8% em 2015 e os economistas pesquisados pelo Banco Central veem uma retração menor este ano e uma retomada de crescimento em 2017. Na semana passada, BNP Paribas revisou o GDP 2016 e previu uma contração de 3%, contra uma previsão anterior de retração de 4%. O Itau Unibanco Holding SA também melhorou suas previsões para 2016 saindo de uma queda de 4% para 3,5%.

As vendas em geral no varejo, que incluem, carros, peças automotivas e materiais de construção caíram 1,4% em Março, contra 9,1% em Abril do ano passado, de acordo com estatísticas do instituto.

Vendas em julho confirmaram a expectativa dos varejistas e tiveram um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2012

Três razões para usar o pagamento móvel

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

A organização da CARDS, PAYMENT & IDENTIFICATION 2016 preparou um infográfico que aponta as três razões para ter um meio de pagamento móvel. Segundo levantamento realizado pela CARDS, o mercado de meios de pagamento deve movimentar US$ 1 trilhão em 2017. A tendência é que a autorização do pagamento via smartphone seja realizado via comando de voz, impressão digital, selfie e reconhecimento da pulsação. No Brasil, 20,4 milhões de pessoas usam algum tipo de pagamento eletrônico. O pagamento mobile cresceu 2.275% nos últimos cinco anos. O País está acima da média mundial no índice mundial de pagamentos móveis, sendo que este mercado deve alcançar 80 milhões de usuários até 2018.

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Mercado Livre lança revista com dicas para criar, acelerar e profissionalizar as vendas na Internet

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Mercado Livre Brasil, em parceria com a Editora Online, apresentou a revista “Mercado Livre: Guia para Ganhar Dinheiro”, uma publicação que oferece todas as informações necessárias para que qualquer empreendedor comece a vender na Internet e se profissionalize rapidamente usando o marketplace do Mercado Livre e os serviços do ecossistema da empresa. Aproximadamente 50% dos brasileiros tem acesso à internet. Desses, apenas metade já fez uma compra online e apenas 4% do varejo brasileiro ocorre fora do meio físico. Esses dados recentes de mercado reforçam a necessidade de uma empresa 100% de tecnologia e online como o Mercado Livre oferecer uma revista impressa, tendo em vista a existência de milhões de potenciais vendedores off-line.

Com nove capítulos e 98 páginas, a revista visa a atingir todo tipo de empreendedor: o que planeja começar a vender online, o iniciante e o experiente em vendas, mas que precisa se profissionalizar. Vendedores que já possuem lojas físicas e agora pretendem investir no e-commerce também terão um vasto conteúdo para consultar. O prefácio da revista foi escrito pelo empreendedor Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e do site de serviços de beleza Singu.

“Temos percebido um crescimento expressivo na quantidade de brasileiros querendo empreender na Internet nos últimos meses, principalmente a partir de marketplaces, que facilitam a conexão entre vendedores e compradores. Podemos ajudar essas pessoas com informações simples e acessíveis. Além disso, quem já utiliza o nosso marketplace poderá conhecer melhor todas as outras ferramentas de nosso ecossistema de serviços, que ajudam o vendedor a adquirir escala e a profissionalizar seu negócio”, comenta Lemos.

Segundo Paulo Houch, presidente do grupo IBC, editora Online, a ideia da revista surgiu no ano passado, quando a editora lançou uma edição especial da revista ‘Meu Próprio Negócio’ com uma capa sobre o Mercado Livre e viu que a edição foi a mais vendida do ano. “Percebemos que existe um grande interesse no público em geral em saber mais como ganhar dinheiro usando o Mercado Livre. Decidimos então realizar junto com a empresa uma revista específica sobre isso. Nossa equipe de jornalistas conversou com todos os gestores da companhia para passar na revista os segredos de se vender bem no Mercado Livre e na Internet em geral”, conta.

A edição especial do “Guia para ganhar dinheiro” está à venda pelo valor promocional de R$19,99 no site do Mercado Livre, nas bancas de jornal de todo o país, rede de postos Graal e a versão digital pode ser lida em aplicativos para smartphones e tablets Android e iOS, entre eles “Nuvem do Jornaleiro app”; Revistas Já; ibaClube; e Bancah!. A edição ficará disponível por até seis meses nos pontos de venda e poderá ser atualizada periodicamente.

 

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Número de empresas criadas bate recorde histórico no primeiro trimestre, afirma Serasa.

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

No primeiro trimestre de 2016, o país contabilizou 516.201 novas empresas, o maior registro para o período desde 2010, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas.O número é 7,5% maior que no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 480.364 nascimentos. Em março, houve ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 184.560.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizados, alternativas econômicas para a geração de renda.

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Nascimento de Empresas por natureza jurídica

No primeiro trimestre de 2016 o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) totalizou 413.555, crescimento de 14,0% sobre o mesmo período de 2015, quando 362.804 novos MEIs surgiram. Observa-se, inclusive, um aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos. No mês de março de 2016 o número de MEIs totalizou 148.673, crescimento de 16,5% sobre março de 2015, quando 134.803 novos MEIs surgiram. 

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Os MEIs foram a única natureza jurídica a apresentar crescimento no trimestre, enquanto as demais tiveram decréscimo. O número de nascimentos em Empresas Individuais apresentou queda de 13,8% no período, com 38.553 companhias nascidas, contra 44.718 no mesmo trimestre do ano anterior. As Sociedades Limitadas também registraram diminuição nos nascimentos de um trimestre para outro, de 48.012 para 39.994, queda de 16,7%. O nascimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9% e totalizou 24.099.

Nascimento de Empresas por Setor

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, no primeiro trimestre de 2016, com a abertura de 324.984 novas empresas no segmento, o equivalente a 63,0% do total de nascimentos. Em seguida, 146.830 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos três primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total).

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O indicador revela um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgiram no país nos últimos seis anos, passando de 53,5% (março de 2010) para 63,0% (março de 2016). Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,0%, em março de 2010, para 28,4%, em março deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

Nascimento de Empresas por Região

O Sudeste foi a primeira região em número de novos negócios no primeiro trimestre de 2016, com 258.971 empresas ou 50,2% do total. A Região Nordeste ocupou o segundo lugar, com 16,3% (36.830 empresas) e a Região Sul ficou em terceiro lugar, com 16,0% de participação e 82.507 novas companhias. O Centro-Oeste registrou a abertura de 44.332 empresas ou 8,6% de participação, seguido pela Região Norte, com 25.204 novos empreendimentos ou 4,9% do total de negócios inaugurados em fevereiro/2016.

De acordo com o indicador, as regiões Sudeste e Sul puxaram a alta de nascimentos de empresas no país no primeiro trimestre, enquanto as demais regiões apresentaram queda no número de novos empreendimentos. A maior alta no período, em comparação com os três primeiros meses de 2015, foi registrada no Sudeste (6,8%), seguida pelo Sul (4,4%). Enquanto isso, a Região Nordeste apresentou queda de 3,9%, e a Região Centro Oeste teve queda similar, de 3,5%. A Região Norte registrou ligeira queda de 0,6%.

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Nascimento de Empresas por Estados

Dos 27 estados brasileiros, 19 tiveram aumento no número de nascimentos de empresas na comparação entre os primeiros trimestres de 2016 e 2015. O Amapá foi o estado que registrou a maior elevação no período: 38,6% (1.239 novas empresas nos três primeiros meses de 2016 contra 894 entre janeiro e março de 2015). O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar entre os estados que mais viram novos empreendimentos surgirem, com 18,8% de variação positiva (54.641novas contra 45.977 no período anterior). Em terceiro, Santa Catarina, com 14,6% de elevação (22.072, no primeiro trimestre de 2016, e 19.263 no primeiro trimestre de 2015).

Já em termos de quantidade de nascimentos, no primeiro trimestre de 2016, São Paulo esteve na liderança, com 145.324 novas empresas. Minas Gerais ficou em segundo no período, com 58.271 nascimentos. Na terceira posição, o Rio de Janeiro acusou o aparecimento de 54.641 novos negócios nos três primeiros meses do ano. Paraná (33.274) e Rio Grande do Sul (30.764) vieram na sequência.

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Metodologia do estudo sobre Nascimento de Empresas

Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

 

Na contramão da crise, Bloochef aumenta o seu faturamento no início de 2016

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Bloochef, plataforma que iniciou as suas operações em outubro/2015, promete ajudar a encontrar o chef que vai preparar o menu perfeito para cada ocasião em sua casa ou evento.  São centenas de opções de cardápios criados por chefs das mais variadas especialidades. É possível escolher por data, preço por pessoa, tipo de culinária, dieta alimentar ou mesmo procurar por um prato específico. As opções vão de uma simples hamburgada ou churrasco até refeições mais sofisticadas.

Fundado por 4 jovens amantes da boa gastronomia, Rafael Taube, Renata Moritz, João Furlan e Juliana Gonçalez , a plataforma está tendo um crescimento grande quando comparamos com outros investimentos. O investimento inicial foi de 150 mil reais e até o momento a média é de 4 reservas por semana com mais de 10 mil visualizações no site.

Os eventos tem gerado um ticket médio de R$ 1.500,00 reais. A meta da plataforma é encerrar o ano com eventos todos os dias, atingindo um faturamento médio de 180 mil reais. Além disso, o grupo tem um plano de expansão do serviço para outras capitais.  Hoje a plataforma funciona apenas para a cidade de São Paulo. “Rio de Janeiro, interior de São Paulo e algumas capitais do Brasil já estão sendo analisadas para a expansão”, destaca a empresária e chef de cozinha, Juliana Gonçalez.

 

Google quer medir sinais vitais para o buscador

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

A Google está a desenvolver uma técnica que permite melhorar os resultados das pesquisas no motor de busca, recorrendo para isso aos sinais vitais dos utilizadores.

 

 

A gigante tecnológica até já fez um pedido de registo de patente de uma tecnologia que, pela medição de dados biométricos, através de uma câmara ligada ao smartphone ou ao computador, permite aferir as reações do rosto e, desta forma, apurar os resultados da pesquisa, conta a The Next Web, uma plataforma de conteúdos de informática e tecnologia.

O objetivo é que um conjunto de sensores que determine a temperatura corporal, frequência cardíaca, dilatação das pupilas, movimentos involuntários dos olhos e o rubor facial de quem faz uma pesquisa no motor de busca da Google. Estes indicadores permitirão aferir o nível de satisfação em relação ao conteúdo pesquisada. A mesma tecnologia permitirá ainda criar uma espécie de base de dados específica para cada utilizador, que determinará os resultados das próximas pesquisas através de uma compilação das palavras-chaves mais importantes.

A Google tem vindo a liderar em termos de inovação e ocupou mesmo, em 2015, o segundo lugar no ranking anual das empresas mais inovadoras do Boston Consulting Group (BCG), consultora de negócios globais, apenas ultrapassada pela Apple.

 

Google quer medir sinais vitais para o buscador

Google i/o 2015: bom para o e-commerce e o cliente

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Google anunciou hoje, durante a décima edição do Google I/O, sua conferência anual para desenvolvedores, duas novidades voltadas para os anunciantes que queiram promover os seus aplicativos. A primeira é a extensão da solução publicitária chamada Campanha Universal para Apps para o sistema iOS. Até então, as empresas que queriam anunciar seus apps nos produtos do Google, tal como Google Search, Google Play, Google Display Network e YouTube só podiam fazer isso com os clientes do sistema operacional Android. Agora, donos de dispositivos móveis Apple (como iPhones) também poderão ser impactados em campanhas de anúncios que estimulem o download de apps.
 
 A outra é o lançamento do Firebase Analytics, uma plataforma gratuita que oferece uma série de recursos para facilitar o trabalho dos desenvolvedores de apps. Essa plataforma vai reunir em um só lugar os aplicativos de acompanhamento de conversões e atribuições do Google. A partir da plataforma, os donos de apps poderão, por exemplo, rodar campanhas de anúncios através de AdWords, avaliar o engajamento dos clientes que fizeram o download do app e testar novas versões.
 

Dia das Mães e o impacto no tráfego online

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Segundo dados registrados pela Exceda, empresa de soluções de segurança e web performance, o volume de acessos aos sites de e-commerce atingiu um pico de 5140 visualizações por segundo na semana que antecedeu o Dia das Mães, mais que o dobro do volume de um dia convencional que registra, em média, cerca de 2400 visualizações por segundo. Adicionalmente, o pico de tráfego de dados registrado nos sites acompanhados pela Exceda foi de 76TB, número 20% maior do que a média em um dia convencional, de cerca de 63TB.

O Dia das Mães é uma das principais datas do varejo online no Brasil perdendo apenas para o Black Friday e Natal em termos de volume de negócios. Essas e outras datas comemorativas incidem diretamente no aumento das vendas nos ecommerces, mas obriga que as empresas do setor se preocupem em garantir a disponibilidade e rapidez dos sites. Pesquisas de mercado indicam que um segundo a mais no tempo navegação e carregamento da página impacta na redução de 11% de pageviews, 16% na satisfação dos clientes e 7% na conversão de vendas.

Sendo assim, de acordo com Ricardo Couto, sócio da Exceda, traçar estratégias de performance, segurança e escalabilidade torna-se um diferencial competitivo para garantir sucesso nas vendas on-line. “Nossa experiência de atuação na América Latina permite identificar que o comércio eletrônico no Brasil, apesar de ser o mais desenvolvido da região, tem um desafio contínuo para garantir um bom desempenho para seus clientes. A infraestrutura dos sites deve estar preparada para suportar um cenário crescente de picos de acesso, com grande diversidade de uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, e para combater cyber ataques cada vez mais intensos e elaborados, afirma.

Levantamento aponta que região sudeste lidera o mercado com abertura de novas lojas virtuais

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Mesmo diante de um cenário econômico de grande instabilidade, existem alguns setores que caminham na contramão da crise, estão crescendo e com grandes perspectivas de superar os números do ano anterior, como é o caso do e-commerce. De acordo com um levantamento realizado pela Xtech Commerce, plataforma de e-commerce que permite ao lojista trabalhar de forma multicanal, a região Sudeste lidera a criação de lojas virtuais no país, com 78%. Em segundo lugar, encontram-se as regiões Sul com 10% e Centro Oeste com 5,9%.

Esse crescimento acontece devido a características demográficas e econômicas, já que a região Sudeste supera o número de habitantes em comparação a outras e é um dos principais polos econômicos do país. Além disso, outros fatores também influenciam para colocar a região no topo do ranking, como a logística das entregas dos produtos e no reabastecimento dos estoques para que os clientes não sintam esse gargalo.

Além disso, o estudo apontou também os mercados de nichos que estão se destacando e ganhando cada vez mais espaço no e-commerce. O setor de moda lidera o ranking e representa 30%. Em segundo lugar, encontra-se o segmento de beleza (19%), que está se superando a cada ano. Ocupando as demais posições estão automotivo (18%), decoração (11%), serviços (8%), pet (7%) e saúde (6%), respectivamente.

“O setor de e-commerce está crescendo a cada ano e superando as expectativas dos profissionais da área, mas é um segmento que tem muito a oferecer ainda. Apenas em 2015, identificamos um crescimento de 20% na criação de lojas virtuais em nossa plataforma em comparação com o ano anterior, ou seja, foram criadas aproximadamente 10 mil e-commerces em todo o país. Para este ano nosso objetivo é triplicar esse número, chegando a 30 mil lojas”, afirma Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

A cada ano esse mercado cresce em ritmo acelerado. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2015, o setor movimentou cerca de R$ 48,2 bilhões e cresceu 22%. Para 2016, o cenário é ainda mais positivo, o e-commerce deve crescer 18% em comparação com o ano anterior, com faturamento de R$ 56,8 bilhões.

“Os números que apontam o crescimento do segmento, diante da economia instável que o país está vivenciando, são verdadeiros impulsos para os pequenos e médios empresários que querem abrir um e-commerce e estão vendo novas oportunidades de trabalhos em todo o país. Há uma grande aceitação do público para este modelo de negócio”, ressalta Soares.

 

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Número de vendas do Mercado Livre no Brasil cresce quase 50% no início de 2016

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

No primeiro trimestre de 2016, o Mercado Livre teve receita líquida correspondente a sua atuação no Brasil em US$ 77,5 milhões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período no ano anterior. De acordo com a companhia, o aumento no lucro foi ajudada por uma expansão no e-commerce brasileiro: o número de produtos vendidos no país cresceu 45,6%.

O Mercado Livre, que opera em 16 países, teve faturamento líquido global de US$ 157,6 milhões de dólares, um crescimento de 6,4%. O lucro líquido, no entanto, teve queda de 12,6%, atingindo os US$ 30,2 milhões.

O que o varejo pode esperar da transformação digital?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Digital Transformation se firmou como um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no futuro. Mas o que esta transformação digital significa para o varejo brasileiro?

É fato que o varejo fora do Brasil encontra-se em estágio mais avançado e já utiliza modelos digitais de forma mais abrangente, o que pode indicar tendências do que poderemos ver por aqui em um futuro próximo. Uma destas tendências do varejo mundial é que os consumidores estão comprando cada vez mais durante seus trajetos diários e rotineiros. Este é um padrão de consumo que está muito relacionado a comodidade, uma vez que estes consumidores acabam usando seu tempo de deslocamento para pesquisar preços e efetuar compras. A chave para tornar isso possível é a tecnologia mobile e o desenvolvimento de aplicativos.

O principal desafio hoje é que mesmo com a vontade dos consumidores aumentado em relação a utilizarem smartphones para efetivarem suas compras em função de facilidade e comodidade, no Brasil ainda é pequena a quantidade de varejistas que possuem aplicativos para celular com capacidade de compra. Indo além, são poucos os varejistas que estão usando aplicativos que utilizem beacons e que permitam o envio de promoções personalizadas ou cupons de desconto para consumidores que estão próximos ou mesmo dentro das lojas. O desenvolvimento destes aplicativos com funcionalidades de compras e descontos para mobile é um excelente exemplo de transformação digital nos negócios.

Com foco na comodidade, apesar de todo o avanço tecnológico que temos disponível, uma das principais causas de frustração por parte dos consumidores segue sendo a falta de produtos. A transformação digital pode ser um importante caminho para minimizar esta frustração, criando um sistema que disponibilize informações sobre disponibilidade de produtos independente do canal, que possa ser acessado tanto por televendas quanto por mobile. Outra resposta que a transformação digital tem para a falta de produtos é disponibilização de dispositivos móveis para os vendedores dentro das lojas, de forma a permitir que eles coloquem pedidos de venda ou troca, quando os produtos desejados pelo cliente não estão no estoque da loja física.

No campo da experiência de compra, a transformação digital tem um papel absolutamente relevante, impulsionada por clientes que esperam que os varejistas modifiquem processos e criem sistemas que melhorem consideravelmente a experiência de compra. Sistemas de coleta de dados de clientes incluindo redes sociais, promoções personalizadas, programas de fidelização que pontuem automaticamente e que sejam fáceis para resgatar benefícios e produtos, além da disponibilização de conteúdo, histórias de uso e opiniões de clientes satisfeitos e insatisfeitos são exemplos de processos e modelos de negócios que estão sendo transformados por meio de tecnologia digital.

O grande desafio continua sendo conseguir coletar todas estas informações sem que os clientes tenham a sensação de privacidade invadida. Tomando o cuidado de não ser invasivo a este ponto, é fato que a transformação digital tem muito a agregar e contribuir com novos modelos e formas de viabilizar negócios entre os varejistas e consumidores.

Marketplace atrai cada vez mais lojistas virtuais

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Uma nova modalidade de comércio online tem chamado atenção dos lojistas. O marketplace oferece por meio de único site a possibilidade de várias empresas venderem seus produtos sem arcar com custos de um e-commerce. A plataforma é conhecida também como  shopping online ou e-shopping.

Investir em um marketplace pode trazer inúmeros benefícios para o lojista. O modelo de negócio oferece muitas facilidades para que pequenos empresários possam crescer no mercado virtual. Segundo o CEO da Softbox, Ricardo Rocha, por meio do marketplace, o comerciante tem condições de ampliar a oferta dos produtos e com isso aumentar suas vendas.

De acordo com Ricardo Rocha, outra vantagem de fazer parte de um marketplace é a possibilidade de aumentar a visibilidade das mercadorias. “Ter produtos em um marketplace significa poder ser encontrado mais facilmente pelo comprador. A plataforma investe sempre em campanhas de marketing digital o que é ótimo para lojistas que possuem pouco orçamento para investir em campanhas online”, disse.

Pesquisas indicam um aumento contínuo de usuários que utilizam o marketplace como fonte de pesquisa antes de comprar itens na Internet. “Ao realizar a compra utilizando o canal de vendas de um Marketplace conhecido, o cliente se sente seguro para efetuar suas compras e divulgar sua boa experiência”, explicou o CEO.

Mesmo diante de tantas vantagens, investir em marketplace é apenas uma das estratégias que o empreendedor tem disponível para consolidar seu comércio virtual, mas sem dúvida, é uma ótima opção. “É importante que o lojista faça testes para encontrar  os melhores canais de venda, aqueles que oferecem maior taxa de conversão e são mais viáveis financeiramente. É importante lembrar que os marketplaces recebem uma comissão sobre cada venda. Fazer contas é fundamental para não ficar no prejuízo”, finalizou Ricardo Rocha.

15% das compras online no Brasil já são realizadas por dispositivos móveis

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O mais recente MPI – Índice Trimestral de Pagamentos Móveis da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, destacou o atual cenário deste mercado no Brasil e mostra que 15% das transações já são realizadas em dispositivos móveis – em sua maioria, smartphones. Em um país com mais de 200 milhões de habitantes, 61% da população adulta utiliza smartphones, segundo a Nielsen Ibope. E a previsão é que este número chegue a 57,8 milhões de usuários neste ano, de acordo com a Statista.

Os indicadores mostram que o volume de compras efetuadas por meio de dispositivos móveis cresce na medida em que o comércio eletrônico investe na otimização da experiência por este canal. Clientes da Adyen como Netshoes, Dafiti, Hering  e Amaro tem registrado maior engajamento de seus consumidores em seus canais móveis de vendas.

“Ter uma estratégia móvel tornou-se crucial para as empresas de varejo. O mobile representa mais de 50% do tráfego para o nosso site e 30% de conversão. Diante deste cenário, investir em inovação em tecnologia de pagamento é fundamental”, declara Leonardo Dib, CFO da Netshoes.

Além disso, a tendência do consumidor em utilizar cada vez mais tecnologia mobile, disponibilizada por empresas como 99Taxis e EasyTaxi, evidencia um aumento na confiança dos brasileiros em comprar produtos por meio de seus aparelhos móveis.

“Disponibilizar tecnologias capazes de simplificar ao máximo a experiência de pagamento faz com que as empresas se tornem ainda mais preparadas para acelerar negócios por meio de seus canais mobile”, diz Jean Christian Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

Mobile é o próximo passo para o setor de viagens

Pela primeira vez, o MPI  focou na indústria de viagens, que registrou no primeiro trimestre de 2016 um total de 15,5% das transações dos e-commerces realizadas por aparelhos mobile. Quando comparado à média de 32% das transações globais, os resultados representam enormes oportunidades de crescimento para as empresas de viagens dispostas a investir na experiência do cliente por dispositivos móveis.

Além disso, o Índice considera que, em termos de  Tíquete Médio de Transação, o iPad lidera entre os diferentes tipos de aparelhos, com mais de US$ 365 para serviços de hospedagem e US$ 325 para as companhias aéreas. Seguindo o iPad, estão os tablets com sistema operacional Android, que registraram US$ 290 e US$ 266, respectivamente.

A nova geração de serviços de hospedagem está liderando o setor mobile

De acordo com dados do MPI da Adyen, os serviços de hospedagem tiveram 17% das transações realizadas em dispositivos móveis. Muitas das empresas de serviços de hospedagem que mais crescem, como o HotelTonight, estão conquistando uma considerável fatia deste mercado com a possibilidade de realizar pagamentos in-app e experiência otimizada para  navegadores móveis.  Grandes players já estabelecidos, como redes de hotéis, deverão diferenciar os seus serviços com o fornecimento de uma experiência móvel sem atrito.

“Os dispositivos móveis são totalmente pessoais, sendo importante que as funções dos aplicativos das empresas respondam às necessidades do consumidor em tempo real”, comenta Sam Shank, CEO do HotelTonight.

Companhias aéreas podem ir mais longe com o mobile commerce

A pesquisa da Adyen mostra ainda que 13% das transações das companhias aéreas são feitas por meio de dispositivos móveis. Este número pode ser ainda maior quando as empresas investem em mobile. Como os passageiros estão acostumados a usar seus telefones para interagir com as companhias aéreas, ofertas de outros tipos de serviços, como check-in no smartphone e atendimento ao cliente em redes sociais, podem aumentar significativamente o volume de negócios. A Transavia, por exemplo, constatou que 20% das suas transações são mobile, 65% superior à média do setor.

“Estamos caminhando para um futuro onde muitos clientes fiéis da indústria de turismo organizarão toda a sua viagem por meio de ferramentas in-app, desde a reserva até o checkout, e os métodos de pagamento são um passo fundamental para essa experiência”, explica Roelant Prins, Chief Commerce Officer da Adyen. “Além de in-app, as empresas de viagens que também investem em experiências otimizadas para navegadores web já estão observando um aumento do volume de transações mobile de forma significativa”, finaliza o executivo.

 

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Dia das Mães deve movimentar R$ 2,2 bilhões no comércio eletrônico

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Considerada a segunda data mais importante para o varejo, o Dia das Mães deste ano deve ter movimentação de R$ 2,2 bilhões. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), considerando o período de 18 de abril a 7 de maio. Esse valor representa um crescimento de 8% em relação ao movimentado na mesma data do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio deve totalizar R$ 256, valor menor do que os R$ 320 auferidos no Dia das Mães de 2015. As categorias de produtos que se destacam na data são moda, cosméticos, eletrodomésticos, flores, casa e decoração.

Mesmo ainda registrando crescimento, a evolução será menor do que o observado nos anos anteriores, aponta a entidade. Em 2015, por exemplo, o crescimento auferido foi de 26%. Em 2014, houve evolução de 23%. A comparação sempre feita em relação ao ano anterior.

De acordo com o presidente da ABComm, Mauricio Salvador, essa desaceleração se deve pelo cenário macroeconômico desfavorável, além das incerteza dos consumidores sobre o nível da renda e sobre o emprego. “A quantidade das famílias endividadas e a desconfiança sobre a economia acabam afetando o setor”, afirma Salvador.

Revisão para o ano
A ABComm também revisou a estimativa de crescimento do setor para o 2016. No início do ano, a entidade havia estimado que o comércio eletrônico movimentaria R$ 56,8 bilhões, crescimento de 18% em relação ao ano passado. Agora, a associação estima que esse número deva ser de cerca de R$ 52 bilhões, o que representa um crescimento de 8% ante o auferido pelo setor em 2015.

De acordo com o presidente da ABComm, essa revisão se deve não somente a mudança dos indicadores de confiança dos consumidores, além da queda do nível da renda e do emprego, mas também pela incertezas geradas pela novas regras para recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) em transações de comércio eletrônico entre dois estados.

Mobile marketing ganha mercado e praticamente dobra no último ano

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Tudo começa pelo número de pessoas com acesso à internet pelo celular, que aumentou consideravelmente nos últimos anos. Esse crescimento influencia diretamente várias áreas da comunicação das marcas. Principalmente, o mobile marketing. De acordo com dados divulgados recentemente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80,4% utilizam a internet via celular.

Fabiano Destri Lobo, diretor-executivo para América Latina da MMA (Mobile Marketing Association), o mercado brasileiro está maduro. “O mercado está crescente, com uma curva de maturidade bem clara, muitas marcas estão investindo cada vez mais em mobile. Além disso, muitas agências se capacitando para fazer parte dessa conversa”, diz.

O executivo da MMA garante que o mercado “mais que dobrou” no último ano. “E a tendência é que tenha uma aceleração ainda maior e uma maior alocação de verbas publicitárias para o mobile”, afirma.

Essa é uma tendência que vem sendo sentida pelos players, como a Pontomobi, por exemplo. Renato Virgili, CEO da agência, fala que um dos motivos da aceleração foi o aumento da base de smartphones e a popularização dos planos de dados. “Este cenário foi propício ao surgimento de oportunidades variadas para as empresas explorarem o celular como uma plataforma de exposição de marca, vendas de produtos e prestação de serviços”, garante.

Virgili, no entanto, ressalta que já ficou para trás aquele momento em que o celular era considerado um canal com bom potencial. Agora ele faz parte da rotina para suportar estratégias de comunicação ou de geração de negócios. “Ele é uma realidade para muitas empresas que, de fato, compreendem os seus clientes e hábitos de consumo de informação. As maiores empresas brasileiras já investem em publicidade, oferecem aplicativos com serviços relevantes para clientes e já adaptaram os seus sites para funcionar no desktop, smartphones e tablets”, destaca.

Já João Carvalho, CEO da Hands Mobile Advertising, relembra o empenho dos players desde quando as iniciativas do segmento eram baseadas em tecnologias mais simples, como SMS. “É muito gratificante chegar ao momento no qual algumas demandas começam a vir dos próprios anunciantes, que percebem que, para alguns targets ou objetivos específicos, o mobile pode ter um papel importante, por vezes crucial, na comunicação”, afirma.

Ainda de acordo com o CEO da Hands, as indústrias automotiva, financeira e de entretenimento são algumas das que mais têm investido em mobile marketing. “São segmentos que já entenderam a necessidade de falar com o target cada vez mais em movimento. Mas vai além disso: é preciso atuar de forma segmentada e geolocalizada, mostrar que se está presente no dia a dia destes usuários e gerar um residual de sua comunicação”, diz.

Para o executivo, alguns clientes já entenderam que deixar de investir em mobile marketing não pode ser opção. “Nós temos atuado para mostrar as possibilidades existentes com esse grande volume de usuários mobile, bem como as formas de aproveitar o potencial de segmentação que torna o investimento mais assertivo”, conta o executivo da Hands.

A Coca-Cola apresentou recentemente uma campanha realizada pela marca que utilizou bastante o mobile marketing feita para o último Natal. “O mobile marketing foi o que mais impulsionou os resultados”, avisou Tom Daly, diretor de marketing interativo da Coca-Cola. De acordo com um estudo feito pela marca, o investimento em mobile, que correspondeu a 19% do total, foi responsável por 47% das vendas geradas pela publicidade.

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