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Brasil: gargalos atrasam a Internet das Coisas

16 de Abril de 2015
Por SinalizeWeb
Brasil: gargalos atrasam a Internet das Coisas
A Internet das Coisas não é mais um tema da Tecnologia. Um relatório, produzido pela Accenture, indica que a adoção da Internet das Coisas pode vir a contribuir com US$ 14,2 trilhões para a produção mundial até 2030.
Mas será necessário que empresas e governos se articulem. Segundo o levantamento, que ouviu 1,4 mil líderes de empresas globais, dos quais 736 CEOs, a falta de compromisso com a Internet das Coisas tem uma razão de ser: a dificuldade de aplicá-la para obter novos fluxos de receita.
Isso se comprova quando a maioria dos executivos entrevistados- 57% – afirmam que novas receitas são o alvo da Internet das Coisas, mas somente 13% admitem que suas empresas vão, de fato, se beneficiar com os objetos conectados. E mais: 70% admitem que não tem planos de usar a IoT no seu ambiente industrial. Apenas 7% desenvolvem estratégias globais na área e querem como principais ganhos o aumento da eficiência e da produtividade dos seus funcionários.
Mas Internet das Coisas impactará, sim, a produtividade e os ganhos nos países. O levantamento da Accenture destaca que o investimento nas tecnologias vão adicionar US$ 6,1 trilhões ao PIB acumulado dos Estados Unidos ao final das próximas duas décadas. Essa cifra, aponta ainda o estudo, pode ssaltar para a US$ 7,1 trilhões, caso os EUA invistam 50% a mais em tecnologias e na melhoria de fatores como suas habilidades e redes de banda larga. Isso elevaria o PIB do País em 2,3% a mais do que as projeções atuais.
Segundo ainda o estudo, a China parece mais pronta para ver maiores ganhos econômicos da IoT do que a Rússia, a Índia ou o Brasil. Com medidas reforçadas para impulsionar o conceito de internet das coisas, as medidas chinesas elevariam o PIB acumulado até US$ 1,8 trilhões em 2030, algo como 1,3% diante acima das projeções. Com relação ao Brasil, o levantamento aponta que os gargalos tradicionais – como de infraestrutura limitada – impactam no uso da tecnologia no ambiente industrial. Segundo a Accenture, há três áreas que as empresas precisam trabalhar para ampliar o uso da IoT. Saiba quais são:
1. Recriar modelos: As empresas terão de redesenhar suas organizações, parcerias e operações. Por exemplo, as empresas agroquímicas terão que colaborar com fornecedores de software, provedores de dados climáticos e operadores de satélite para melhorar o rendimento das colheitas em locais e condições específicas. Os fabricantes também podem descentralizar operações, já que tecnologias como a impressão 3D permitem que os produtos sejam produzidos mais perto dos clientes.
2. Capitalizar sobre o valor dos dados: Isso inclui o estabelecimento de padrões de interoperabilidade e de segurança para garantir que os dados sejam compartilhados com confiança entre as empresas. Novos modelos financeiros também serão necessários para apoiar o pay-per-use e outras ofertas baseadas em serviços.
3. Prepare-se para o futuro do trabalho: Com mais acesso aos dados, serão necessários ambientes de trabalho descentralizados para apoiar a tomada de decisões dos colaboradores na linha de frente. Novas estruturas organizacionais serão necessárias para permitir que os trabalhadores colaborem de forma mais criativa com os seus pares em empresas parceiras.
A 15ª edição do Rio Wireless, que acontece nos dias 06 e 07 de maio, no Rio de Janeiro, terá como tema a Internet das Coisas e os seus impactos no Brasil. O primeiro debate sobre tema Internet das Coisas nas Cidades Conectadas. O evento terá, entre outros, a participação do Secretário de Telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão e do conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara.
www.sinalizeweb.com.br

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Fonte: http://www.the-emagazine.com.br/categoria-149-destaques-sobre-internet-of-things/0704-noticia-brasil-gargalos-atrasam-a-internet-das-coisas

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