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Está imagem representa o tema abordado pela publicação do blog da Sinalizeweb | Cloud computing: tendências para 2016

Cloud computing: tendências para 2016

22 de Julho de 2015
Por SinalizeWeb

Cloud computing: tendências para 2016

A computação em nuvem parece “consolidada” em um ritmo acelerado de crescimento. Projeções da consultoria IDC indicam que o mercado de cloud computing está crescendo 67% ao ano e deve continuar assim pelo menos até 2020.

Projetando esta tendência, como estará, na prática, o mercado de cloud em 2016? Qual o potencial de mercado desta tecnologia? A Wide convidou Bruno Prado (UPX) e Antônio Carlos Pina (Mandic) – duas referências no assunto – para responderem estas questões. Confira.
O mercado de cloud no Brasil e no mundo está em franca expansão. Não há limites para este crescimento uma vez que o volume de dados está extremamente alto e a otimização do hardware está se tornando cada vez mais necessária.

Durante os anos noventa você ia a uma loja de informática e comprava desde cursos de Windows, servidores ou até mesmo acesso à internet. Era um verdadeiro supermercado tecnológico. Atualmente, você tem empresas de nichos de mercado, especializadas em seu setor tais como Dell, especialista em hardware, Vivo Fibra, especialista em acesso à internet de alta velocidade, Revendedores Microsoft entre outras empresas completamente segmentadas. Não existe mais aquele conceito de que tudo se compra no mesmo lugar. O que podemos perceber é que cada empresa focou na venda daquilo que ela mais entende. 
“O mundo corporativo está entendendo que é mais barato contratar um espaço em um banco de dados rodando em cloud do que comprar um servidor”
Trazendo esta analogia para a tendência do mercado de cloud, tenho a mesma reflexão.
Na internet, agora há empresas especializadas em e-mail marketing, cdn, streaming, hosting, e-mail, banco de dados etc., e tudo isso rodando em cloud.

O mundo corporativo está entendendo que é mais barato contratar um espaço em um banco de dados rodando em cloud do que comprar um servidor, alocá-lo dentro de sua empresa, contratar colaboradores para cuidar do serviço, contratar licenças etc. para se utilizar 10% ou 20% dos recursos de capacidade computacional.

A questão é que a migração destes ambientes é realizada de uma forma lenta devido à maturidade do mercado quando se fala neste tipo de tecnologia – que ainda requer muito tempo para se tornar madura.

De acordo com pesquisa encomendada pela Dell ao Gartner as empresas levarão entre cinco a dez anos para migrar completamente seus serviços para nuvem. Por isso, entendo que o crescimento deste mercado é promissor.

Já com relação ao potencial do mercado, entendo que não há limites uma vez que é desconhecido até então o volume de dados e tráfego contido dentro das empresas que estão gradualmente migrando seus serviços para nuvem.
O crescimento do cloud é constante e em 2016 os desafiantes da Amazon (Microsoft e Google) se consolidarão cada vez mais.

“No espaço de cinco anos, nenhuma aplicação rodará sem ser virtualizada a não ser aplicações muito específicas”

Veremos também um avanço de plataformas PaaS baseadas em Docker, que permite o deploy de aplicações com muito mais simplicidade. Para novas aplicações (construídas do zero) poderá ser mais uma oportunidade de construção, enquanto as aplicações legadas (já construídas) migrarão constantemente para o IaaS.

O mercado é vasto, pois ele envolve sistemas que hoje estão “on-premises”, sistemas já hospedados em datacenters físicos e sistemas ainda a serem desenvolvidos. No espaço de cinco anos, nenhuma aplicação rodará sem ser virtualizada a não ser aplicações muito específicas.

Também para 2016 vamos ver o aquecimento da tão falada “virtualizacão de desktop”. A necessidade de poupar energia, de economizar em equipamentos, o trânsito cada vez mais caótico e as conexões internet cada vez mais baratas e estáveis tornará essa aplicação muito viável.

Storage e Backup em nuvem acelerou em 2014 e manterá acelerado em 2015 e 2016 por ser muito mais seguro e prático.

Fonte: Wide

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