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Está imagem representa o tema abordado pela publicação do blog da Sinalizeweb | Tendências de marketing para 2015

Tendências de marketing para 2015

28 de Outubro de 2014
Por SinalizeWeb

5 TENDÊNCIAS DE MARKETING PARA 2015:

1 CONTEÚDOS DE QUALIDADE
A tendência Top de 2015. Basta olharmos para as grandes empresas internacionais. Percebemos que no último ano se têm dedicado ao conteúdo, têm-nos contado boas histórias e, notoriamente, têm conquistado a atenção do mundo. Veja os casos da Coca-Cola e a Red Bull. Duas empresas que têm desenvolvido uma estratégia integrada de conteúdos muito forte e que alcançaram na mente do consumidor uma posição privilegiada.
As pessoas querem emoção, histórias que marquem e conteúdos personalizados. Visuais preferencialmente, rápidos e fáceis de consumir. Como consumidores, queremos sentir-nos especiais, únicos para as empresas. E é nessa customização que as organizações estão a investir.
O sucesso da Coca-Cola ou da Red Bull não é por acaso. Perceberam o que toca o consumidor, a amplitude com que toca, e criaram conteúdos ainda mais inteligentes.  O segredo é terem perdido o foco apenas de campanha, dedicando-se a criar um fluxo constante de conteúdo apelativo, que se traduz em blogues, em páginas corporativas editoriais, no envolvimento que geram nas redes sociais.
No próximo ano, as empresas vão apostar mais na criação de conteúdos por profissionais especializados, ao invés de serem os markeeters a fazê-lo. Escrever em plataformas digitais não é o mesmo que escrever um livro, um jornal físico ou uma crónica. Para criar valor junto do utilizador é necessário know-how digital que os marketeers não dominam (veja os números do Estudo da Sticky Content: State of Digital Copywriting). É preciso adaptar a escrita ao formato, ao utilizador e não maçar. Ser claro, interessante e acima de tudo rápido.

O estudo da Sticky Content mostra que existem mais marketters responsáveis pela escrita digital do que profissionais especializados para o efeito.

CRIe CONTEÚDOS RELEVANTES QUE CRIEM VALOR.

2 MICRO-TARGETING

Estreitar, direccionar, especificar. É aquilo que os marketeers têm vindo a fazer e que vai continuar em 2015. Como fazemos? Segmentamos o target em pequenos grupos, criando personas que definem um modelo de utilizador. Depois adequamos o conteúdo a esse per
fil. A ideia é atingir um target mais específico (A Ana, que é médica e joga ténis nos tempos livres, tem dois filhos, …), um nicho, no sentido de construir estratégias personalizadas e rentáveis e que criem maior interacção e envolvimento com o utilizador.
Para segmentar em micro-nichos vai precisar de saber quem são os seus utilizadores ou consumidores e analisar os dados que lhe permitam preparar a relação one-to-one que pretende.

DEFINa PERSONAS, AFINe A DEFINIÇÃO DE PERFIS, CUSTOMIZe.

AMPLIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS

Os anúncios pagos já são uma opção e vão continuar a sê-lo no próximo ano, mas com mais expressão. As marcas já perceberam que o reach orgânico nas redes sociais, especialmente no Facebook e LinkedIn, já não basta para conseguirem ser vistos pelos consumidores. Torna-se cada vez mais premente a necessidade de as empresas criarem conteúdos de qualidade. Veja como o reach orgânico tem decrescido ao longo dos meses.
Agora, o alcance orgânico é muito difícil – se as empresas querem destaque têm de pagar anúncios. Para ter promoção gratuita já não chega ser uma marca de referência, nem criar conteúdos virais nas redes sociais. É preciso investir, criar conteúdos inovadores com valor e mostrar ao cliente que vivemos para o fazer feliz. Só assim maximizamos o nosso alcance, envolvimento e presença na sua mente.
Embora o paid media continue relevante, as empresas têm que olhar cada vez com mais atenção para a owned (canais próprios de difusão de conteúdo) e earned media (canais de comunicação ganhos, em blogues ou redes sociais). Devemos trabalhar neles paralelamente, porque no final, o objectivo maior é a convergência de media.

CRIe OS MELHORES CONTEÚDOS E AMPLIFlique A SUA DISTRIBUIÇÃO.

4 FEBRE DO MOBILE

Em 2015, 83% da utilização da internet vai ser via dispositivos móveis, de acordo com um estudo da emarketer “Worldwide mobile phone users: H1 2014 forecast and comparative estimates”.
Surpreendente? Não é o único estudo que o diz, pelo mundo todo multiplicam-se as estimativas que o confirmam. Esta é a era do móvel, da acessibilidade rápida e da funcionalidade. Os utilizadores querem aplicações úteis e fáceis, formatos responsive, conteúdos interactivos. Não querem perder tempo, formatos pouco óbvios e publicidade a chatear.
modus operandi para seguir na linha da frente passa pela adaptação às várias plataformas de distribuição, com conteúdos assertivos. Ser fit (caber em todo o lado) e perceber que o mobile é o futuro.
Daqui para a frente, todas as iniciativas que quiserem viver têm necessariamente de perceber a mobilidade frenética que envolve o mundo e as pessoas e responder a essa demanda com inovação e qualidade.

SER RESPONSIVE, CRIe EXPERIÊNCIAS DIGITAIS MOBILE QUE CRIEM ENVOLVIMENTO.

5 FOCO NO UTILIZADOR

O que é que o utilizador espera? O que é que o utilizador precisa? Como podemos resolver o seu problema? O foco no utilizador deve ser cada vez mais o foco das empresas. Só assim se consegue construir uma relação proveitosa para ambos. Onde é que isso nos leva? A user experience design, a percorrer caminhos de compra, a fazer uma análise constante daquilo que produzimos. Analytics, o melhor amigo dos marketeers. Permite corrigir qualquer problema quase instantaneamente, permite saber o que é que as pessoas querem, como reagem ao que estamos a oferecer, bem usadas até permitem saber o que vão querer amanhã. Permitem fazer testes A/B para
saber o que funciona melhor e afinar automaticamente o que estamos a fazer.

CRIe PRODUTOS ADAPTADOS AO UTILIZADOR A QUE SE DESTINAM. MEDIR, AVALIe, PESe, CORRIja. 


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