Saiba como ela influencia em seus resultados de Pesquisa Orgânica (SEO) no Google

Na maioria das vezes ignorada pelos analistas, a Taxa de Rejeição (Bounce Rate) é um dos indicadores apresentados na “Visão de Público” pela ferramenta Google Analytics, talvez pelo motivo de que muitas dúvidas ainda rodeiam tal métrica.

Branding é um conceito fundamental para qualquer negócio hoje em dia, dentro e fora da web. Criar uma identidade, algo que faça o público associar sua marca a algo positivo e confiável, é uma tarefa que demanda tempo, pesquisa, e bastante atenção. Não é por acaso que encontramos erros comuns ao fazer o branding, e não apenas de iniciantes.

Alguns são simples de serem evitados, outros são consequência direta de outras falhas ou desatenções ao longo do processo de criação da marca. Para facilitar essas percepções, listamos alguns dos erros mais frequentes. Assim, você pode fazer uma rápida análise do seu negócio em andamento, ou ainda na fase inicial do mesmo, e evitar alguns percalços comuns dessa parte.

Vejamos quais são esses erros, bem como algumas decisões simples a se tomar para evitá-los.

 

1. Não estruturar os elementos essenciais da marca

Todas as grandes marcas, desde a criação do conceito há mais de um século, seguem alguns parâmetros que, quando bem executados, fazem com que o público as reconheça facilmente. Detalhes como a combinação de cores, a tipografia, o design, entre outros. Tudo na hora de definir sua marca, e muitas vezes aspectos são esquecidos.

Ao definir sua marca, jamais deixe esse aspecto de lado. Faça uma pesquisa aprofundada de mercado e de público, buscando todos os elementos visuais que tornarão seu reconhecimento mais claro. Aliás, este é outro erro bem comum que veremos a seguir.

 

2. Não trazer uma identidade clara ao público

Este erro é bem comum quando as pesquisas de mercado, seja por falta de recursos ou por falta de atenção nos detalhes, são muito superficiais. O resultado dessas pesquisas, que leva a usos controversos, é criar uma imagem confusa ao público.

Não é difícil encontrar exemplos de logos, jingles ou mensagens de marcas, tanto aqui como lá fora, que tiveram resultados desastrosos por não encontrarem uma identidade mais clara, ou uma mensagem mais direta quanto às suas intenções. Você pode conferir alguns deles a seguir, e entender exatamente quais foram seus erros.

 

3. Não levar o marketing em consideração ao definir os investimentos

O Marketing, na maior parte das etapas de planejamento das empresas iniciantes, não costuma ser a prioridade nos investimentos iniciais. O que passa despercebido por esse detalhe é que na verdade o marketing deve ser ao menos 60% do capital para que o retorno seja mais expressivo nos meses iniciais.

E entre os investimentos de marketing está justamente a formação do branding. Ele é a base para que qualquer campanha veiculada em todos os estágios do empreendimento, bem como as mídias utilizadas, tenham coerência e passem exatamente aquilo que os profissionais desejam construir.

 

4. Desmerecer o potencial simbólico da marca

Todos esses aspectos ao fazer o branding podem ser facilmente evitados buscando a compreensão simbólica de uma marca. Mais do que apenas uma imagem, uma frase que fique na mente ou mesmo uma campanha bem-sucedida, uma marca bem desenhada consegue falar sobre toda sua proposta de trabalho, ideais e eficiência através de um bom branding.

E símbolos cobrem exatamente esta função. Desmerecer este ponto, ou tratá-lo de forma superficial, é tornar sua marca tão redundante e “igual” a todas as demais. Saiba de fato o que você, enquanto profissional e empreendedor, deseja ser para o seu público, e transmita essa mensagem de maneira sutil.

 

Evitando tais erros comuns ao fazer o branding, o seu negócio gradativamente estará em destaque. Até a próxima

Neste Dia do Consumidor, nosso blog traz para você um tema indispensável para quem busca compreender melhor o cenário do comércio online: a jornada do consumidor.

Para se destacar neste acirrado mercado, não basta buscar maneiras inovadoras de captar e fidelizar clientes, mas sim compreender as motivações e necessidades do consumidor para oferecer exatamente aquilo que ele deseja. É justamente essa a função da jornada do consumidor: uma metodologia que possibilita identificar todas as etapas de relacionamento do lead com seu produto ou serviço, desde o primeiro contato, a decisão de compra (ou não), até o pós-venda.