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7 maneiras de oferecer frete grátis e ainda lucrar com isso

on Quarta, 07 Fevereiro 2018. Posted in SinalizeWeb

7 maneiras de oferecer frete grátis e ainda lucrar com isso

Que os consumidores preferem pelas lojas virtuais que oferecem frete grátis, você provavelmente já sabe. Grande parte das pequenas e médias empresas, no entanto, acredita que não é capaz de arcar com os custos para conceder o envio gratuito e precisa cobrá-lo do cliente. Confira estas 7 alternativas para conseguir oferecer frete grátis  sem sair no prejuízo e ainda lucrar isso:

  1. “Frete grátis a partir de”

Uma das formas mais comuns de se oferecer frete grátis é determinar um valor mínimo para a compra. Este valor vai depender do tipo de produto que você vende e pode ser mais bem pensado após verificar o seu atual ticket médio. O importante é estipular um valor realista e que motive o cliente a realizar um pedido de maior valor para obter o frete grátis. Bom negócio para ambos os lados.

  1. Frete grátis para determinadas regiões

Se for impossível bancar o envio para uma região, mas viável para outras, tudo bem. Geralmente, o norte e nordeste são as regiões que as lojas não conseguem custear o frete, já que a maioria delas é do sul e sudeste. Assim como os consumidores, que representam juntos, quase 80% da origem de realização de compras online no país, conforme o relatório Webshoppers.

  1. Frete grátis para produtos específicos

Avalie se ao menos em alguns de seus produtos pode ser concedido o envio. Assim, faça uma seleção dos itens, que podem conter uma tag em cima de suas imagens indicando que o mesmo possui frete grátis. O usuário pode também filtrar sua busca somente pelos produtos com envio gratuito, assim como você compartilhar esta lista em suas divulgações.

  1. Frete grátis como ação promocional em datas comemorativas

Uma ótima maneira de experimentar estas alternativas para conceder frete grátis é realizando testes em campanhas sazonais. Aproveite as datas comemorativas e realize a ação de forma criativa e que se enquadre no contexto. Por exemplo, oferecer frete grátis para todos os produtos da categoria feminina no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher; para entregas para todo Rio Grande do Sul, na semana da Revolução Farroupilha.

  1. Opção de retirada em loja

Possibilidade apenas para as empresas que possuem unidades físicas, permitir que o cliente retire o pedido na loja é um clássico exemplo de experiência omnichannel. Não aconselho desabilitar a opção para moradores de outras regiões, pois o cliente pode estar aproveitando uma viagem para retirar o produto em sua loja. Portanto, chame a atenção para o endereço de retirada, dando destaque ao nome da cidade e estado.

  1. Embutir no valor do produto

Para alguns tipos de produto, de valores mais baixos principalmente, pode valer a pena agregar o custo do frete ou parte dele em seu valor. Coloque a si mesmo nesta situação para compreender melhor: você quer comprar um livro, que está com o valor de R$ 20,00 e o envio custa R$ 15,00. Qual o seu primeiro pensamento? O meu, é que o negócio não está valendo a pena, afinal, o frete corresponde a 75% do valor do produto. Mas e se o livro estivesse com o valor de R$ 35,00 e com frete grátis? Não parece mais atrativo? Acredite, a expressão “frete grátis” tem uma grande força psicológica.

  1. “Frete quase grátis”

Última e não menos valiosa dica: experimente cobrar um valor fixo e simbólico para envio (abaixo de 10 reais), ao invés de ser totalmente gratuito. O custo não causa tanto impacto na percepção e bolso do cliente, mas na soma de todos os pedidos realizados, resulta em uma diferença para a sua loja.

Conclusão

Reforço o conselho de testar as alternativas, sendo que as datas comemorativas podem servir bem para isso. O que funciona para uma empresa X, pode não emplacar na empresa Y, então é importante que você experimente as opções disponíveis e analise com calma os resultados. Lembrando que para poder aplicar qualquer uma destas ações, é necessário utilizar uma plataforma de e-commerce com estes recursos.

FONTE: Ecommerce News

Marketing de Conteúdo para te destacar no mercado

on Segunda, 29 Janeiro 2018. Posted in SinalizeWeb

Marketing de Conteúdo para te destacar no mercado
 
 Sua agência digital oferece serviços incríveis para os clientes, não é mesmo? Mas ela aplica esses serviços? Entenda a importância de fazer o seu próprio marketing de conteúdo e posicionar-se de forma diferente para o mercado!

Com o número cada vez maior de empresas presentes na internet, várias estratégias surgiram para garantir o sucesso online. Uma delas é o Marketing de Conteúdo!

Cerca de 71% das das empresas brasileiras já adotam essa estratégia. Com certeza você já ouviu falar dela, não é mesmo?

Para se ter uma ideia, de acordo com a Pesquisa Panorama Agências Digitais Brasil 2018, cerca de 92,3% das agências presta serviços de marketing digital e o marketing de conteúdo tem sido uma das estratégias mais utilizadas com o crescimento do marketing digital.

Mas e a sua agência? Também está adotando estratégias de marketing de conteúdo?

Em casa de ferreiro o espeto é de pau?

Cerca de 73,7% das agências entrevistadas pela Pesquisa Panorama Digitais oferecem o serviço de marketing de conteúdo para seus clientes. Mas quase 40% das agências que oferecem serviços de marketing de digital para seus clientes não usam para si.

Ou seja: a estratégia não está sendo aplicada em benefício próprio — e deixa de trazer excelentes resultados.

Adotar estratégias de Marketing Digital para si é uma forma de se tornar seu próprio case de sucesso. Quando você oferece um serviço como o marketing de conteúdo, precisa também apresentar-se como um case. Afinal, se dá certo para a agência, por que não daria para seu cliente?

Vantagens do marketing de conteúdo para agências

Dentre as principais vantagens da aplicação dessa estratégia em sua agência digital, podemos citar:

  • você pode posicionar-se como uma referência entre as agências e seus clientes;
  • atrair mais clientes e prospects para sua agência;
  • aumenta o entendimento de valor dos serviços de marketing digital prestados pela sua agência (afinal, você é case, lembra?);
  • aumenta a receita gerada pelos serviços digitais (porque claro, eles vão aumentar).

O que os números dizem?

Agências que adotam as estratégias de marketing digital para si geram cerca de 3,2 vezes mais visitas e 2,7 vezes mais leads se comparadas àquelas que não adotam.

A alta concorrência no mercado de comunicação impulsiona as agências a criar maneiras de atrair cada vez mais negócios. E a facilidade de mensurar resultados e  as possibilidades oferecidas pela internet são as grandes vantagens.

Ou seja, adotar estratégias de marketing digital pode ser aquele diferencial que sua agência procura para se destacar no mercado, aumentar o número de clientes e receita.

Como fazer?

Bom, se você já percebeu que o marketing de conteúdo pode te ajudar a se diferenciar no mercado, vai precisar definir alguns pontos para trilhar seu caminho rumo ao sucesso:

    • estratégia: é importante entender o seu mercado, o contexto, e pra quem você vai produzir conteúdo. Defina sua Persona, que, como você já deve saber, são perfis semi fictícios do seu cliente ideal, baseados em pesquisas e dados reais;
    • conteúdo: produza conteúdos de qualidade e direcionados para sua persona;
    • divulgação: divulgue seus conteúdos. Não basta somente alimentar o blog, as pessoas precisam saber que os conteúdos estão lá. Atraia visitantes para seu blog;
    • mensuração: você já sabe que o marketing de conteúdo é totalmente mensurável. Use os dados para entender cada vez mais sua persona e ajustar suas ações;
    • don’t stop: continue publicando, mensurando, ajustando a sua estratégia. Marketing de conteúdo é uma estratégia de longo prazo, e cada novo conteúdo é mais uma oportunidade de atrair mais visitantes!

 

Inbound Marketing é o mais novo aliado das empresas que querem sair da crise econômica

on Quarta, 13 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Conforme levantamento da eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo marketing, o segmento de Marketing Digital deverá apresentar um crescimento de 15%, totalizando US$ 3,36 bilhões investidos, se comparado com o ano anterior. Indo na direção contrária, a companhia diminuiu a estimativa para o avanço do mercado publicitário e compra de mídia de 10,4% para 5,7%.

A redução do valor se dá devido ao cenário econômico atual do país, que trouxe altos índices de desemprego à população. Em contrapartida, o incremento da publicidade digital ocorre por ser uma alternativa palpável devido às opções de custo e alcance. O Inbound Marketing, por essência, é democrático. A criação de conteúdo pode ser realizada tanto por grandes empresas quanto pequenos negócios, podendo atingir excelentes resultados em ambos, mesmo sem efetuar grandes investimentos.

Inbound Marketing como carro-chefe

O conceito não é novidade e foi popularizado nos Estados Unidos em 2009 após o lançamento do livro de Brian Halligan e Dharmesh Shah, intitulado “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”. A partir daí, se multiplicou pelo mundo todo. A tática consiste em criar conteúdo relevante, visando atrair potenciais clientes para o blog ou site da empresa e, a partir daí, desenvolver todo o trabalho de relacionamento por meio de material personalizado e autoral.

Como produzir conteúdo significativo?

  1. Defina seu público: O primeiro e mais importante passo é definir quem será o seu público-alvo. Com base no target, é possível adequar a linguagem, o tom e o formato do conteúdo. Adaptar a empresa ao consumidor é o novo modelo de negócios, fazendo com que a comunicação da companhia atue da mesma maneira.
  2. Elabore estratégias: O Inbound Marketing pode ser realizado de diversas maneiras. Mais interessante do que apostar em todas as vertentes é definir estratégias e saber os melhores momentos para utilizar cada formato. Atualmente, os vídeos estão em evidência. Por serem dinâmicos, o conteúdo pode ser mais abrangente e a forma de trabalhar os leads – potenciais clientes – pode ser mais efetiva.
  3. Mensure os resultados: Uma das grandes vantagens do Marketing Digital em relação à publicidade tradicional é a possibilidade de analisar os resultados. Por meio de ferramentas, é possível saber qual o poder de penetração de um ou mais conteúdos e analisar o que funciona melhor em determinado momento, sendo possível estudar as conclusões e elaborar novas estratégias mais assertivas com base nos erros e acertos cometidos na fase anterior
 

Influenciadores Digitais: Entenda quem são, por que ganharam relevância e como usá-los!

on Quinta, 07 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Podemos dizer que os anos de 2016 e 2017 foram os de maior destaque para Influenciadores Digitais no Brasil. Acompanhamos um crescente número de notícias sobre eles, falamos sobre influenciadores e microinfluenciadores em artigos no blog da Lomadee, apoiamos o Código de Conduta para a Contratação de Influenciadores Digitais, oferecido pela Associação Brasileira dos Agentes Digitais, patrocinamos programas e iniciativas voltadas para a aceleração de produtores digitais junto com o YOUPIX (parceria desde 2011), entre outros.

O que podemos afirmar é que eles vieram para ficar, e a profissionalização desse mercado já é uma realidade. A ascensão do marketing de influência demonstrou aos criadores digitais e às marcas como a produção de conteúdo online é uma poderosa estratégia de comunicação, publicidade e fonte de renda. Para o “Publisher”, fazer parte dessa indústria deixou de ser um estilo de vida e tornou-se um negócio rentável que veio para transformar os sonhos de muitos em realidade. Os muros caíram, e players de todos os tamanhos estão agora ajudando a dar forma e profissionalismo para esse mercado, estimulando o empreendedorismo digital e estabelecendo conexões entre pessoas e marcas.

Mas, por que eles se tornaram tão relevantes?

Vivemos numa era digital em que a publicidade e a troca de informações passaram a acontecer de forma muito mais rápida e ágil, gerando um volume imenso de informações. Nesse ambiente digital, o consumidor passou a buscar informações de seu interesse e a selecionar os conteúdos mais relevantes para ele. Logo, nesse ecossistema no qual o consumidor pode pular ou bloquear seu anúncio com apenas um toque na tela, as marcas precisam oferecer conteúdos, cada vez mais alinhados a fontes seguras e recomendados por pessoas que geram confiança e relevo (pouco claro) para o consumidor.

Incluir influenciadores no processo de comunicação é fundamental, a fim de transformar a publicidade invasiva ou irrelevante em uma publicidade voltada a conteúdos que possuem completa conexão com o consumidor e estimulam uma compra consciente por meio de reviews, indicações, curadoria de promoções, entre tantas outras possibilidades.

No gráfico acima, vemos que, em 2017, os influenciadores digitais tornaram-se uma das principais fontes de recomendação. As marcas precisam fazer parte desse ecossistema de maneira crível, de forma que sejam lembradas e recomendadas por criadores digitais para não serem esquecidas no ambiente on-line.

E por que eles são “Big Deal”?

  • 35% dos seguidores de influenciadores digitais afirmam ter-se engajado em algum tipo de causa por recomendações dessas pessoas em suas redes, segundo dados do Influence Impact Report 2017, da Allison+Partners.
  • 70% dos adolescentes que acessam o Youtube se conectam mais com influenciadores do que com celebridades. Fonte: Google Insights.
  • 83% dos consumidores confiam em recomendações feitas por pessoas que conhecem, acima de qualquer outra forma de propaganda. Fonte: Pesquisa “Global Trust in Advertising”, feita pela Nielsen em 2015.
  • 91% dos Millennials descobrem novos conteúdos em feeds de sites e redes sociais. Fonte: The share millennials insights project.

Como usá-los?

Cada tipo de influenciador atende a um objetivo de comunicação específico da marca e vai pedir um olhar e uma estratégia diferente de relacionamento para a campanha.

AWARENESS

Ações ligadas a awareness ajudam a fazer com que muita gente fique sabendo sobre você ao mesmo tempo. Ser conhecido é importante, já que consumidores decidem sua compra entre três marcas.

BRANDING

As ações de branding dizem respeito a como o consumidor se relaciona com a marca, seja através de experiências objetivas ou emocionais.

AÇÕES ESPECÍFICAS

Geralmente focadas em trabalhar um target específico (geográfico, temático, etário). Esse tipo de iniciativa costuma ter um apelo de vendas maior, usando Call To Action claro e forte para gerar a resposta da pessoa impactada pela mensagem.

Qual a diferença entre celebridades, influenciadores e microinfluenciadores?

Celebridades

Atores, atletas e apresentadores muito famosos que estão em diversas plataformas, para além do universo digital. Possuem grande poder de influência, mas geralmente menor engajamento e, em muitos casos, não coproduzem com as marcas.

Influenciadores
Com mais seguidores nas redes sociais, normalmente falam sobre temas mais genéricos, como comportamento, cotidiano, moda e comédia. Também costumam produzir conteúdos junto às marcas.

Microinfluenciadores

Produtores de conteúdo digital para mídias sociais com maior engajamento, proporcionalmente, do que influenciadores e celebridades. Na maioria dos casos, abordam assuntos de nicho.

Influenciadores e marketing de afiliados:

O marketing de afiliados é uma evolução dentro das estratégias de marketing de influência digital, pois tem como objetivo estimular a publicidade descentralizada por meio da recomendação de marcas através de uma rede de influenciadores digitais. Dessa forma, os influenciadores recebem uma comissão pela venda realizada por meio de sua recomendação, e as marcas ganham relevância e conversão junto aos seguidores do influenciador.

As empresas de afiliação, como a Lomadee, são o elo de união entre marcas parceiras e produtores de conteúdo digital, visando ao fortalecimento dessas conexões de forma saudável e empreendedora.

Como fazer um e-mail marketing personalizado?

on Quarta, 06 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Cada vez mais os consumidores tendem a ser criteriosos. Seja por uma questão prática de administração do tempo, ou pelo fato de que, com a internet as possibilidades de bombardeio publicitário aumentam e muito. Junto a novos hábitos de consumo a inteligência proporcionada por sistemas de automação online trabalham a nosso favor. Por que não usá-la?

O marketing serve não simplesmente para vender, mas também para compreender comportamentos, fazer do produto e marca não só necessários, mas sobretudo essenciais. Com isso, sai perdendo quem lida com seu público de forma genérica. Todos nós gostamos de nos sentir especiais.

Para compreender seu cliente se coloque no lugar dele. Aprenda a ouvi-lo, acima de tudo. Compreenda o que de fato pode fazer com que seu e-mail marketing não só o ajude a vender, mas, e, principalmente, a fidelizar.

Siga as dicas da Mailify. Veja como:

Foque, segmente, personalize

Pode parecer óbvio, e até um pouco redundante, mas nem sempre é tão simples compreender. Muita gente erra ao focar no macro desconsiderando o micro. Pense grande, sem esquecer os detalhes. A melhor maneira de ter sua mensagem compreendida pelo seu público é quando a segmentação é bem feita.

O que o seu lead curte nas horas vagas? Qual a profissão? Renda? Possui filhos? O que consome no dia a dia? Quais valores julga importantes? Pergunte, analise, compreenda, e então siga para o próximo passo.

Identifique o perfil e acerte no alvo

Se você trabalha com o e-commerce registre toda a navegação do seu cliente. De produtos visitados a compras concretizadas. Essas informações são importantíssimas e podem revelar mais sobre seu lead do que um simples formulário. Utilize esses dados, trace perfis comportamentais para, a partir de então, trabalhar sua mensagem.

Mostre a ele o que procura

Como os empreendedores de sucesso sabem, a mensagem enviada por e-mail marketing deve ter a maior relevância em conteúdo possível. Basicamente, 90% de conteúdo versus 10% em publicidade.

Salvo casos em que o cliente está realmente muito interessado em determinado produto, mas ainda hesitante, você pode enviar um e-mail com um incentivo de compra, como um desconto.

Fora isso, não se mostre muito ansioso em vender. Faça uma pesquisa, consulte um profissional da área relativa a seu produto ou serviço que possa colaborar em parceria. Por exemplo: se você tem uma academia que oferece atividades circenses, convide um psicólogo para explicar como esse tipo de exercício pode agregar na vida das crianças.

Mostre ao seu lead o quanto sua marca pode somar na vida dele para além da relação de venda. E o quanto sua empresa está mais preocupada no bem estar dele do que só na compra em si. Faça-o se sentir importante, especial.

A venda deve ser a consequência de uma relação bem sedimentada e com potencial duradouro, baseada na confiança. Relevância é tudo.

Sabe com quem está falando?

Você tem de 3 a 4 segundos para convencer seu destinatário a clicar e abrir seu e-mail. Uma das técnicas interessantes é chamá-lo pelo nome já no assunto e também no topo da mensagem. Crie um tom informal de conversa, proporcione que seu lead se identifique com o conteúdo recebido esinta que foi feito especialmente para ele.

Se possível, mostre o nome de sua empresa também no assunto. Se ele autorizou receber seu conteúdo pode ser que esteja esperando por isso. Pesquisa da Exact Target mostra que 70% das pessoas que utilizam e-mail afirmam que sempre abrem mensagens de suas empresas favoritas. Use isso a seu favor.

Além disso, proporcione uma comunicação mais direta permitindo que o remetente receba respostas. E utilize sempre e-mail remetente com um ar mais pessoal, com o nome de alguém que trabalhe no setor de atendimento, e que essa mesma pessoa também possa assinar a mensagem.

Seu lead precisa sentir que poderá ser atendido por aquele canal e que está se comunicando com alguém real e não uma máquina.

Equilibre aparência e conteúdo

Tente o meio-termo no volume entre texto e imagens. Nem mais nem menos. As imagens devem servir para complementar o texto e não repetir o que já está sendo dito. Entretanto também servem para descansar os olhos diante de um volume muito grande de texto, o que deve ser evitado. Seja direto, objetivo e claro, mas de forma elegante.

Estar atento a cada detalhe pode fazer a diferença. Estimule ao seu lead uma leitura prazerosa, que ele sinta que valeu a pena abrir sua mensagem, e quem sabe até repassá-la.

Anotou as dicas? Faça seu e-mail marketing hoje e esteja preparado para as conversões. Tim tim!

FONTE: Ecommerce Brasil

Trabalhe o SEO como se fosse correr uma maratona

on Terça, 05 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

A ânsia de conquistar logo as primeiras posições no ranking de busca orgânica do Google  faz com que muitas vezes deixemos de lado o básico. O problema é: para ganhar uma maratona é preciso, além de estratégia, uma boa preparação e no SEO não é diferente.

Muitas vezes queremos colocar no site tudo que há de mais moderno no mundo do marketing digital. Queremos experimentar todas as ferramentas que estão em alta, mas esquecemos de “começar pelo começo”.

Quando noto expectativas irreais dos clientes, procuro mostrar para eles que é preciso ter alguns conceitos bem definidos antes de implantar estratégias mais avançadas de otimização.

Correr uma maratona sem se preparar é impossível!

HTML

Hoje em dia as plataformas e agências já estão preocupadas em estruturar uma loja com o HTML otimizado. Muitos sites exploram o uso do JavaScript mas é preciso tomar cuidado em como ele é implementado. 

Claro que não podemos esquecer das diretrizes básicas de tecnologia que envolvem URLs, Meta Tags, Headings, Imagens e algumas coisa a mais. O Google fornece esse documentobem completo explicando o que fazer.

Pesquisa de palavras-chave

A pesquisa por palavras-chave é o processo de escolha de termos que se relacionam diretamente com sua empresa ou produto. Então se você é uma loja de artigos esportivos, seria sensato que alguém procurando por “bola de basquete” chegue a sua loja pela pesquisa orgânica. Mas não é tão fácil quanto parece escolher palavras-chave para o seu site.

Sem otimizar toda sua estratégia em torno dessas palavras-chaves, seu site tem poucas chances de ser apresentado pelo Google na SERP.

Por isso, até que você saiba quais palavras são mais importantes para sua loja posicionar – você não pode otimizar as páginas em seu site e você não pode iniciar sua estratégia de conteúdo.

Se o conjunto errado de palavras-chave for escolhido para suas páginas, você pode obter tráfego para seu site mas não terá conversão. Isso, claro, não é apenas frustrante para você mas também é frustrante para os visitantes da loja.

Quando a pesquisa retorna uma página com conteúdo que corresponde ao produto ou informação desejada os usuários ficam muito mais propensos a converter em vendas.

Para fazer essas pesquisas de palavra-chave as ferramentas como o Google Keyword Planner,  SEMrush e Ahrefs são uma excelente escolha. Depois de fazer sua pesquisa de palavras-chave, você poderá dar início a 3 estratégias fundamentais para o SEO.

Arquitetura de páginas internas

É melhor ter uma página para vender notebook ou laptop? Essa pergunta é clichê no SEO mas com páginas focadas para o que as pessoas estão buscando, vamos ser capazes de trazer acessos qualificados.

Se as pessoas estão pesquisando por “camisa manga curta com bolso” e você possui vários produtos com essas características, talvez seja necessário ter uma porta de entrada para esse usuário.

Geralmente cada plataforma possui a sua maneira de estruturar as páginas de categorias, atributos e buscas internas. Diversas possuem ótimas soluções mas algumas agências desconhecem como aproveitá-las da melhor forma para o SEO.

Entendendo como a plataforma funciona, você vai ser capaz de saber qual a estrutura de páginas se adequa melhor as oportunidades de palavras-chave detectadas.

Com a sua arquitetura de informação organizada da melhor forma possível, podemos começar a cuidar do conteúdo.

Conteúdo relevante para e-commerce

Uma página que não consegue reter os usuários por causa de um conteúdo, acaba tendo dificuldade de posicionar para várias palavras-chave.

Por exemplo, em uma página de produto precisamos organizar o texto com sabedoria usando as palavras-chave. Mas essa não pode ser a única preocupação.

Na loja virtual o conteúdo da página faz o papel do vendedor. Por isso em uma página de produto os artifícios gráficos e textuais precisam focar em responder os questionamentos do usuário. Fotos, vídeos e textos precisam estar em sintonia.

Com a pesquisa de palavras-chave é possível detectar uma boa organização padrão para o conteúdo de algumas páginas.

O conteúdo produzido não pode ser apenas voltado para venda. Existem inúmeras oportunidades de melhorar o SEO com a criação de conteúdo relevante e variado como:

  • Artigos
  • Publicação em redes sociais
  • E-books  
  • Infográficos
  • Vídeos
  • Webinários

Sabendo investir em conteúdo relevante de maneira estratégica, é possível informar, esclarecer dúvidas, fortalecer a marca e potencializar o SEO.

Essa diversidade de conteúdos possibilita, além de trazer novos acessos, usá-los como moeda de troca para conseguir gerar uma estratégia de link building ainda mais eficiente.

Estratégias de Link Building

Os links ainda possuem um grande peso para o Google decidir quais as páginas que ficarão melhor ranqueadas na busca. Quanto mais links provenientes de sites confiáveis, maior relevância sua página terá.

Backlinks em sites confiáveis

Ter backlinks em portais de notícias bem estruturados e outros sites altamente confiáveis são práticas poderosas no SEO. Para isso, é preciso trabalhar arduamente no relacionamento com a mídia on-line de autoridades no assunto relacionado ao seu negócio digital.

A dica para conseguir manter qualidade nessa estratégia é investir em profissionais especializados. Dessa forma será possível traçar uma série de estratégias eficazes, não só para garantir links em páginas relevantes de terceiros, mas também para conseguir fazer o Google confiar na sua loja cada vez mais.  

Diversificação de texto âncora

Atualmente precisamos cada vez mais dar uma percepção de naturalidade na estratégia de SEO. Para carregar o link, o texto âncora pode ser uma palavra-chave exata, termo genérico ou até mesmo a URL completa. O importante é que essa diversidade tenha um perfil orgânico para que não seja um problema futuro.

Vale a pena inclusive diversificar o texto âncora a partir de sinônimos. Isso porque o Google compreende a semântica das palavras, o que influencia diretamente no ranqueamento da busca orgânica.

Para conseguir saber qual é esse perfil de naturalidade dos textos âncoras em uma determinada SERP, é necessário analisar as páginas dos sites que estão melhor posicionados. Duas ferramentas que auxiliam nessa análise são MajesticSEO e Ahrefs.

Assim sua loja vai longe nessa maratona

Com essas informações que te  passei você já sabe como se preparar para os desafios constantes do SEO. Assim como toda maratona, não vai ser fácil mas quando chegar lá na frente garanto que vai ser recompensador.

Logística Reversa: Cuidados especiais para o sucesso

on Segunda, 04 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

logística pode ser um problema para a maioria das lojas virtuais, independente do seu tamanho. O relacionamento com o cliente enfraquece se o seu pedido não é entregue no prazo estipulado ou quando o produto comprado não é o mesmo que chega na casa do consumidor.

Por isso, antes de criar seu comércio eletrônico, é necessário ter um planejamento logístico que atenda às peculiaridades das vendas no ambiente digital.

A Logística Reversa é uma prática realizada quando um produto precisa retornar da residência do cliente para o centro de distribuição. Há várias situações em que esse procedimento é necessário, tais como:

  • O cliente se arrependeu da compra;
  • O cliente quer trocar o produto que veio com defeito;
  • O cliente quer apenas devolver um produto com defeito.

De acordo com a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 e com o Decreto nº 7.962, de 15 de março de 2013 que a regulamenta, o consumidor pode desistir da compra de um produto no prazo de 7 dias. Os dois documentos especificam questões como estornos, fretes, prazos e feedbacks que devem ser dados ao cliente.

Fica claro que a Logística Reversa não é apenas uma opção, mas uma obrigação para o empreendedor que decide ter um e-commerce.

Como criar um plano de logística reversa?

Desenvolver um plano de ação para realizar as devoluções quando elas forem necessárias é fundamental para manter um bom relacionamento com o cliente e a reputação da sua empresa sempre em alta. Veja alguns itens que não podem faltar no seu Planejamento de Logística Reversa:

  • Publique em sua loja virtual um texto que apresente aos consumidores quais são as suas políticas de trocas e devoluções, explicando todos os procedimentos que envolvem essa prática.
  • Guarde as informações sobre as devoluções ao longo de um período para analisar quais são os motivos mais frequentes que têm feito elas ocorrerem. Assim, você poderá eliminar as suas causas ou, ao menos, diminuí-las.
  • Caso tenha condições, utilize sua rede de lojas físicas ou os pontos de entrega de seu parceiro logístico espalhados pela cidade. Essa medida pode facilitar o reenvio da mercadoria.
  • Quando o consumidor deseja apenas devolver o artigo adquirido, realize a coleta do produto no endereço do cliente. Lembre-se: se na política de trocas do seu e-commerce não estiver estabelecido o custo para a retirada do produto na casa do consumidor, sua loja deverá arcar com esse ônus.
  • Quando o interesse do consumidor é apenas trocar o produto, um serviço disponibilizado pelos Correios dá ao lojista a opção de enviar ao cliente um e-ticket, que contém um código de autorização de postagem para despachar o que será devolvido. Recebido o produto, a loja é avisada. Assim, é possível enviar o substituto sem perder tempo de recebimento da devolução. Esta é uma medida que agiliza o trabalho e potencializa a satisfação do consumidor.
  • O reembolso é uma situação um pouco mais complexa, já que ao lojista resta devolver o valor gasto na compra, que poderá ser reajustada caso o reembolso ultrapasse os sete dias. Por isso, é fundamental que a loja virtual ofereça uma política eficiente de troca e devoluções.

DICA IMPORTANTE!

Em seu e-commerce, apresente sempre imagens de qualidade do produto, com as cores exatas e especificações técnicas precisas. A descrição exata das funcionalidades e do tamanho do item também aumenta as chances de satisfação do consumidor.

Cumprir os prazos estimados no pedido e ter bons parceiros de logística reduz o custo operacional com transporte, embalagens, entre outros, colaborando para a satisfação do seu cliente, fator importantíssimo para alcançar bons resultados!

FONTE: AbuAmir

6 Dicas para ter uma usabilidade competitiva para sua loja virtual

on Sexta, 01 Dezembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Para lojistas experientes ou que já estão no comércio eletrônico há bastante tempo, existe um consenso: ter uma só solução com um grande arsenal de funcionalidades que potencializam as vendas é essencial para o sucesso da loja.

Agora, se a ferramenta possui um portal CMS que é o sistema que controla os códigos de todas as páginas de navegação, esse cenário é ainda melhor. A loja terá total independência de customizar e desenvolver a melhor usabilidade usando o conjunto de funcionalidades da plataforma.

Mas como definir a parte visual da loja, o layout design, a disposição das categorias, dos produtos, etc?

Esse assunto ainda esbarra no problema do que é belo e adequado para os lojistas nem sempre é o ideal para melhor usabilidade baseado no comportamento de consumo.

Portanto, aqui vão 6 dicas para obter excelente usabilidade para a sua loja virtual e aumentar suas vendas.

1. User experience

Em quase todos os eventos de comércio eletrônico existem painéis e palestras falando sobre a experiência do usuário. Procurar mais sobre esse assunto específico gera maior conhecimento. Você também pode ler esse artigo que lista 25 passos para aumentar a conversão da sua loja. A experiência do usuário está sempre relacionada a dois aspectos: o da interação da marca com o cliente e da navegabilidade dentro da loja virtual.

Uma loja de moda para público classe A por exemplo não pode abrir mão de uma excelente experiência, com fotos de altíssima qualidade, banners grandes, pouco destaque para preços e quase nunca promoções.

Isso vai contra a uma loja de eletrônicos que precisa que o cliente veja o diferencial do preço, o parcelamento e consiga rapidamente finalizar a compra, sem nenhuma barreira.

São dois mundos diferentes, portanto a experiência do usuário deve se adaptar ao público alvo que será trabalhado. Não existe existe mundo ideal, cada loja possui suas próprias características.

Busque outras lojas que já estão consolidadas no seu segmento e procure entender como foi criada a experiência de compras. Busque conversar com seus clientes, principalmente aqueles que não compraram para entender o que eles acharam da loja.

Não esqueça de analisar constantemente a usabilidade de sua loja, ajuda diretamente na definição das melhorias que poderão ser implementadas.

2. Testes A/B

O teste AB é uma estratégia bastante utilizada por lojas virtuais onde são desenvolvidas duas páginas diferentes para, por exemplo, a tela de produto. Enquanto 50% dos visitantes irá ver a página A, os demais verão a página B. Após um período é possível analisar qual trouxe mais retorno.

Portanto, desenvolva testes AB em sua loja, respeitando os períodos de análise e monitorando adequadamente a melhoria de performance. Atenção a datas sazonais e picos mensais do histórico, eles podem enganar ou mascarar resultados.

Uma dica é sempre testar cenários com pequenas alterações. Não faça mudanças radicais pois depois será difícil entender qual das alterações de fato foram responsáveis pelo resultado.

3. Arquitetura

A arquitetura ou wireframe é o esqueleto do seu site. É ele que determina quais são as posições que cada elemento irá aparecer nas páginas. Onde estará o banner, os produtos, quantos serão, etc.

Geralmente, é na hora da montagem da arquitetura que você irá conseguir prever uma melhor usabilidade. Portanto, tenha cautela ao alterar algo na arquitetura da sua loja. Uma alteração pode influenciar bastante na navegação e consequentemente nas vendas.

Um outro ponto bastante importante dentro da arquitetura está na categorização dos produtos da sua loja. Será que é melhor categorizar por gênero e depois os produtos ou talvez primeiro os produtos e depois o gênero?

Tudo isso dependerá de bastante análise não só para a montagem inicial mas também durante o dia-a-dia da loja com a finalidade de melhorar a experiência do cliente.

4. Análise de concorrência e benchmarkings

Traçar quais são os seus concorrentes e benchmarkings é fundamental para acompanhar a evolução do mercado. Mas nunca copie as modificações de um concorrente. Busque sempre inovar para gerar diferencial. Seu cliente notará.

Faça periodicamente uma análise do ambiente que sua loja está inserida analisando seus pontos fortes, fracos, as ameaças e oportunidades que poderão ser aproveitadas por uma adequação, ou melhoria em seu front end.

Expanda essa análise também para outros países que estão mais evoluídos que o nosso como os Estados Unidos. Você poderá ter boas ideias do que poderá ser desenvolvido.

5. Histórico de alterações e resultados

Se você seguir a risca as dicas desse artigo, em pouco tempo você terá feito centenas de alterações na sua loja e sua conversão terá aumentado consideravelmente.

Você provavelmente não conseguirá lembrar dos primeiros casos testados e dos resultados obtidos com cada um deles. Portanto, é fundamental que você mantenha registro de tudo aquilo que foi pensado como cenário de teste, o que foi implementado e o resultado alcançado.

Além disso, o histórico ajudará a manter uma linha de raciocínio evolutivo. Você poderá inclusive usar essa base histórica para decidir quais são os cenários os próximos cenários a serem testados e quais aqueles que não são prioridade.

Imagine poder reaplicar com melhorias, algo do Black Friday, Natal ou Dia das Mães, que funcionou muito bem na campanha do ano anterior, não por feeling, mas sim por dados de histórico.

6. Brainstorm ou Growth Hacker

Mantenha ativa uma agenda de reuniões, onde deverá ser dada uma atenção especial para todo o tema de usabilidade. É fundamental a participação de todos os envolvidos com o apoio de um mind map.

Todas as ações relacionadas, podem ser melhor aplicadas e geridas em seu e-commerce, caso Você já possua em seu ambiente organizacional, um programa de growth hacker para capacitação de melhorias estratégicas para seu negócio.

Caso ainda não tenha o conceito de growth hacker em sua empresa, considere rapidamente estabelecê-lo com a ajuda de uma consultoria direcionada a disciplina. Caso queira conhecer um pouco mais, veja esse artigo que fala mais sobre o tema.

Conhecer seu público alvo é essencial para decidir sobre o ambiente onde seus consumidores estarão, e colocar a “manteiga próxima do pão”, é apenas uma, das estratégias mercadológicas que poderão influenciar nos resultados.

Agora que você já tem essas dicas essenciais para não só desenvolver uma excelente usabilidade para a sua loja como mantê-la em constante evolução, fale com um dos nossos especialistas e descubra o mundo de flexibilidades de customizações que o sistema VTEX te proporciona.

FONTE: AbuAmir VTex

O coworking é para todos, todos mesmo

on Quinta, 30 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Todo mundo pode trabalhar em um coworking. Acredito que no exato momento, após ler esta frase, você se vê pensando se o seu negócio seria possível em um ambiente onde tantas empresas diferentes convergem, e eu digo que sim.  Não existe um perfil específico, qualquer um pode trabalhar em um coworking, depende apenas das particularidades de sua empresa.

Durante estes cinco anos à frente de um espaço compartilhado, pude perceber que o maior motivo de quem escolheu mudar é a possibilidade de focar no próprio negócio. Ou seja, a chance de não se preocupar com limpeza, manutenção do espaço, internet e despesas diversas como água, luz e recepção são atrativos para aqueles que desejam que sua única prioridade seja a empresa. O tempo que é gasto nessas atividades de administração da rotina e logística pode ser integralmente empregado em horas reais de trabalho, e isso é uma enorme vantagem.

Conversando com os profissionais também noto que muitos citam a oportunidade de networking, ou seja, de se conectarem com outros empreendedores e mentes criativas. Uma vez que diversas empresas estão reunidas em um mesmo lugar – e o ambiente geralmente é mais descontraído – a produtividade e o espírito motivado aumentam consideravelmente.

Outro benefício que muitas empresas citam é a agenda de eventos da comunidade empreendedora que o coworking oferece. Estar em contato com este recurso permite um desenvolvimento constante, não apenas do negócio em si, mas também dos profissionais que fazem parte dele. Digamos que uma empresa esteja em uma sala comercial em um edifício onde a maioria é de consultórios médicos. O ambiente, em sua totalidade, vai girar em torno de agendas e pautas que envolvam a comunidade médica. Isso não é um ponto negativo, mas também é um fator que nada acrescenta ao empreendedor. O coworking possibilita que sejam expandidos potenciais que nunca foram cogitados.

Empresas dos mais variados ramos e de diferentes portes podem conviver no mesmo lugar. Creio que o perfil certo para estar em um coworking seja o daqueles que desejam estar em um local totalmente focado e otimizado para a produtividade. Não há a necessidade de ser uma empresa “moderninha”, entre outros pré-conceitos. É preciso apenas querer crescer, criar e fazer parte de uma comunidade conectada.

Fonte: EcommerceNews

Varejo Total: é difícil ser simples!

on Quarta, 29 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

A boa vida é a vida simples. Entre as ideias filosóficas de como deveríamos viver, a da simplicidade é a mais perene delas, vem de Sócrates até Sartre, de Budha até os dias de hoje.

Mas como traduzir isso em gestão, empreendedorismo e execução?

Um bom caminho para nos inspirar são as startups, muitas em tecnologia e outras no próprio varejo físico tradicional, sem necessariamente aparatos tecnológicos visíveis para o consumidor, como a Zara e o Eataly.

Mas, na verdade, o que tornam essas empresas simples? Acima de tudo, sua proposta clara de atuação, sua forma singular de entregar experiência que nem o consumidor saberia dizer que lhe faltava ou que desejaria.

IDEIAS SIMPLES COM BENEFÍCIOS CLAROS SÃO EXTREMAMENTE BEM-ACEITOS. JUNTE-SE A ISSO, TRANSPARÊNCIA, UM CERTO PROPÓSITO, HIPERSERVIÇO E SORTIMENTO COMPETENTE, SEM ESQUECER DA FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO SEU TIME ALINHADO A UMA CULTURA ESTABELECIDA GERANDO COOPERAÇÃO PARA ENTREGA DE RESULTADO.

Essa mesma simplicidade conecta pontos, conecta pessoas. Funciona como uma verdadeira ponte onde, de um lado, temos quem faz, quem produz, de outro aquele que vê nessa produção uma enorme possibilidade de colocar no mercado o melhor para esses consumidores.

Simples, de longe, não quer dizer superficial, simples quer dizer ESSENCIAL!

Assim como complexo é diferente de complicado! Tornar processos complexos em simples é o estado da arte do gestor.

Nos negócios, processos devem ser dirigidos dessa forma: com essência, conteúdo relevante para quem usa, consome e colabora, recheado de muita transparência nas suas ações e atividades. Estamos vendo, assistindo de camarote no Brasil e no mundo que transparência  “is new Black”!

Nessa receita de sucesso e, até mesmo para garantir esse sucesso, acrescentaria uma grande dose de “analytics”, métrica, mensuração das nossas ações.

Se não der para medir, comparar, não faça, simples assim! Ações devem ser medidas e comparadas. Os indicadores mostram o quanto evoluímos e quando devemos repensar nossas estratégias.

Nós, da consultoria, adoramos descomplicar o seu negócio, ser o agente catalizador nas soluções de problemas, gerando valor a cada passo dado.

Quer saber mais? Entre em contato conosco, teremos o maior prazer em aportar nossa experiência a serviço de resultados.

FONTE: Mercado e Consumo

E-mail marketing: como ser relevante em menos de dez segundos

on Terça, 28 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Um consumidor recebe, em geral, mais de 500 mensagens de marketing por mês e abre menos de uma em cada quinze delas. Junte essa informação aos seguintes dados de comportamento dos usuários de e-mail, também mapeados pela Return Path: em média, as pessoas levam pouco mais de um segundo para decidir se vão abrir ou ignorar uma mensagem, entre dois e sete segundos para fazer um rápido escaneamento e avaliar se o conteúdo em questão merece atenção. Quando dedicam mais de oito segundos de seu tempo a uma mensagem, as chances de conversão começam a crescer.

Diante desse processo, cada detalhe do conteúdo da mensagem é fundamental para determinar o sucesso ou o fracasso de uma campanha de marketing dentro desse canal altamente competitivo e bastante rentável. Então, se você deseja otimizar seu programa de e-mail sugiro alguns pontos de atenção:

Remetente

Ao visualizar a mensagem na caixa de entrada, o destinatário espera identificar a marca que a disparou de maneira clara, identificado pelo “from name”. O ideal, ainda, é que o domínio do “from address” seja o mesmo do site e evite ficar trocando o endereço de remetente.

Assunto

A mensagem deste campo deve gerar curiosidade sem ser vaga, descrever o conteúdo e estar contextualizada com o momento de vida do cliente ou algum assunto do momento. Estudos da Return Path apontam que o uso de emojis tende a aumentar as taxas de leitura das mensagens. Mas, as tais imagens devem ser utilizadas com bom senso, fazer sentido com a estratégia e ter sinergia com a empresa remetente. Conheço marcas que criaram o padrão de utilizar determinado emoji para lançamentos e outro para ofertas, por exemplo. Assim, facilita a identificação do usuário de e-mail sobre o assunto central da mensagem.

Texto do pré-cabeçalho

Apresente neste espaço algo que complemente o assunto e gere interesse para ler o conteúdo da mensagem. Tenha atenção, porém, para excluir o texto padrão que aparece como sugestão.

Corpo do e-mail

Se o destinatário clicou na mensagem para leitura é porque ele está interessado em buscar algo de valor, então não perca a atenção dele. Garanta que sua mensagem tenha uma identidade visual padrão para ser rapidamente identificada como parte da comunicação da sua marca.

Considere fazer uso de: espaços em branco, pois não há necessidade de preencher a totalidade da área com textos e imagens; listas para destacar principais informações; títulos em negrito; e padrão de caminho em formato “z”. Essa última orientação tem relação com o fato de que, usualmente, nos sentimos mais confortáveis ao fazermos a leitura da esquerda para a direita.

Conteúdo

Evite que sua estratégia de e-mail marketing gire em torno de enviar sempre promoções de produtos e/ou serviços para toda base de assinantes. Se possível, personalize as mensagens com nome e, sempre, considere os seguintes dados do cliente para construir e segmentar suas campanhas: idade; sexo; localização; interesses pessoais; e histórico de compras. Esses cuidados tendem a criar conexão e aumentar as chances de conversão.

Imagens

Elas ajudam na comunicação, no clique e na conversão, portanto use-as. Porém, tenha atenção ao tamanho dos arquivos e ao equilíbrio adequado entre elas e o texto. GIFs também são ótimas opções, pois chamam a atenção e estão na moda. Garanta, porém, que o seu primeiro frame já comunique a mensagem desejada, pois quando o formato não for suportado no ambiente de leitura, apenas este será exibido.

Em minha opinião, nenhuma estratégia justifica a produção de um e-mail marketing apenas com imagens e a ação pode gerar problemas, como: necessidade de maior tempo para download; e bloqueio por parte de filtros que enxergarão ali riscos do ocultamento de links maliciosos.

Há soluções que permitem a exibição de imagens de acordo com o contexto no momento da abertura do e-mail: se o destinatário abrir a mensagem de madrugada vai ver uma promoção relacionada a um drive thru; e se estiver chovendo aparecerá alguém com um guarda-chuva em mãos. É possível ainda direcionar o conteúdo de acordo com a disponibilidade ou indisponibilidade do estoque do produto ou exibir a indicação do final de uma promoção por meio de contagem regressiva.

Links

Em muitos casos, o principal objetivo de uma estratégia de e-mail marketing é converter, fazer com que o destinatário clique e vá para o site desejado. Então, facilite a vida do cliente. Faça com que links se pareçam com links, ou seja, eles devem estar sublinhados e destacados, com palavras orientadas para a ação, como “compra”, “oferta”, “cadastre-se” ou “download”, por exemplo. Os botões têm que estar em HTML e não como imagens.

É importante lembrar, porém, que nenhuma dessas dicas é válida se a entregabilidade dos e-mails da sua empresa apresenta falhas e a reputação do seu domínio está em baixa com os provedores. Então, mapeie essas taxas, nunca trabalhe com mailings comprados e não lote a caixa de entrada dos clientes.

Boas conversões para todos!

Como trazer de volta mais de 50% dos clientes que comprarem na Black Friday?

on Segunda, 27 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Quantas pessoas que compram na Black Friday retornam no ano seguinte para uma nova conversão na mesma loja?

Com base nesta dúvida, fizemos um estudo entre as principais marcas de Varejo no Brasil e descobrimos que existem algumas estratégias em comum entre elas para incentivar a recompra com clientes atraídos pelas super promoções desta data.

Aliás, a necessidade de responder a essa pergunta vem justamente da lógica por trás da Black Friday: preços baixos para atrair novos clientes ou recuperar aqueles que já estavam inativos. Ou seja, as empresas reduzem suas margens para conquistar ou reconquistar o consumidor esperando que ele volte depois para comprar com preço cheio, só assim este cliente será realmente rentável e compensará o investimento inicial feito para adquiri-lo.

Estudamos 50 pequenas, médias e grandes marcas de Varejo com o objetivo de entender de forma ampla os segredos por trás das estratégias de recompra. Obviamente, assumimos que essas marcas fizeram o básico que se espera delas, isto é, entregar o produto certo dentro do prazo.

Em média, 42% dos consumidores que compraram nessas empresas na Black Friday do ano passado voltaram em 2017 para uma nova conversão.

O tempo entre a compra na data comemorativa e a recompra no ano seguinte variou muito, conforme o tipo de produto vendido. Por isso, pegamos todo o período de janeiro a outubro de 2017.

A taxa de retenção de clientes ficou entre 21% e 66%. Isso significa que as melhores marcas que investigamos conseguiram trazer de volta 6 a cada 10 pessoas que conquistaram na Black Friday.

Indo mais a fundo para estudar o porquê desta variação, descobrimos alguns pontos em comum entre aquelas marcas que conseguiram reter mais da metade dos clientes. Vou explicar aqui as principais estratégias de marketing usadas por essas empresas.

Algumas são simples, apesar de pouco usadas pela maioria dos varejistas, outras são mais complexas e dependem de uma visão mais ampla da importância da experiência do cliente. Importante ressaltar que essas ações começaram antes da Black Friday e continuaram depois ao longo do ano seguinte.

Volume de e-mails antes da Black Friday

O principal erro aqui é mudar radicalmente o volume de e-mails enviados na semana ou no mês de novembro para impactar as pessoas. Se você quer realmente aumentar a quantidade de mensagens, precisa fazer isso de forma gradual e, principalmente, mantendo a relevância. Não adianta despejar mil e-mails para seus clientes, assim você acaba sendo genérico e surtindo o efeito contrário, ao invés de reter seu cliente e fazer com que ele compre mais, ele vai, na verdade, se descadastrar ou ignorar seus e-mails.

Não existe uma frequência certa ou errada, depende do público, mas, se o engajamento com as campanhas (taxa de abertura e taxa de clique) está piorando ao longo do mês, você está errando. Quando chegar realmente a semana da Black Friday, pouca gente vai ser impactada e suas vendas serão prejudicadas.

Isso acontece por dois motivos. Primeiro que ser mais agressivo mandando altos volumes de e-mail de forma descontrolada leva os provedores a te classificar como um “remetente suspeito”. Segundo porque você pode exaurir seus consumidores com mensagens que não os interessam.

E aí não adianta tentar retomar uma relação com esses clientes em Janeiro depois de ter destruído sua reputação. Os provedores e os consumidores não perdoam assim tão facilmente. As marcas que estudamos com melhores resultados de recompra não caíram nessa tentação e mantiveram taxas de abertura de emails superiores a 15% no mês da Black Friday.

Melhor horário para enviar os e-mails

Esta dica é especialmente útil para a Black Friday por causa do aumento do volume de e-mails que as pessoas recebem em suas caixas, mas também serve para o restante do ano.

Não envie e-mails em horas cheias, como 8:00, ou meias como 8:30. A maioria das marcas disparam suas mensagens nesses horários porque são fáceis de configurar. Assim ficará mais difícil chamar a atenção do seu cliente em meio a chuva de e-mails de outras marcas.

O problema é que os provedores (Gmail, Hotmail, Yahoo etc.) também recebem um excesso de e-mails nestes mesmo horários, o que pode fazer com que os seus demorem a ser entregues ou nem cheguem ao destino final.

Funciona mais ou menos como no trânsito. Se você sai de carro nos horários de pico, tem mais chance de cair num congestionamento (ou ficar pelo caminho). O ideal, portanto, é enviar campanhas em horários quebrados. Ao invés de 8:00 ou 8:30, tente 8:07, 8:21 ou 8:36.

Não forçar a barra logo depois da Black Friday

As pessoas que acabaram de comprar algo durante esta data dificilmente estão dispostas a uma nova conversão uma semana depois. As marcas que conseguiram trazer mais pessoas de volta entenderam bem isso e não “incomodaram” os clientes com mensagens de ofertas pelo menos duas semanas após a Black Friday.

Ao invés disso, usaram uma comunicação de pós-venda com conteúdos que mostravam que a marca estava preocupada com a experiência do consumidor: informações sobre troca, cuidados com o produto etc.

Essas empresas só voltaram a impactar os clientes que compraram na Black Friday no fim da segunda semana de Dezembro, com uma mensagem específica sobre entrega rápida e condições especiais para o Natal.

Algumas até enviaram um e-mail perguntando a essas pessoas se elas já tinham resolvido todas as suas compras de fim de ano ou ainda precisariam de presentes. Com este tipo de estratégia de marketing, essas marcas mostraram respeito ao momento das pessoas.

Intervalo até a segunda compra

Na mesma linha do ponto acima, é importante entender qual é geralmente o intervalo entre as compras.

Dependendo do tipo de produto e do público, a recompra pode demorar de 30 a 180 dias. Na área de calçados, por exemplo, é mais raro ter um consumidor que compra uma vez por mês. Ao mesmo tempo, entre os clientes de uma mesma empresa, há aqueles que demoram menos e outros mais para retornar.

Por isso, as marcas estudadas que tiveram altas taxas de retenção souberam entender seu ciclo de compra e preencher este período de “entressafra” com uma comunicação mais voltada para engajamento, sem necessariamente ficar oferecendo produtos.

Frequência de e-mails no ano seguinte

Como já disse, existem alguns padrões entre as marcas que mais conseguiram trazer de volta os consumidores. Um dos mais relevantes foi a frequência com que cada pessoa foi impactada.

De forma geral, cada consumidor dessas marcas não foi impactado mais que 3 vezes por semana. Isso não significa que a empresa deixou de mandar e-mails todos os dias, mas fez isso de forma mais segmentada.

Isso ajudou a manter a média de taxa de abertura dessas marcas acima de 15%, o que também contribuiu para que a base engajada (que interagiu com as campanhas nos últimos 180 dias) também se mantivesse acima de 60% da base total de pessoas cadastradas. Tudo isso reflete diretamente na efetividade das campanhas, medida aqui por uma métrica chamada ARES, que é a receita média gerada por cada e-mail recebido.

Enfim…

Como já falamos, vale ficar atento a este trabalho pré-Black Friday para garantir que os resultados depois desta data sejam interessantes. Em resumo:

  • Estude seu público, conheça melhor sobre sua jornada de compra e veja qual é a periodicidade correta para enviar e-mails.
  • Segmente e personalize suas mensagens para que você consiga impactar o cliente com a mensagem certa, o produto que ele clicou ou navegou, ou um produto complementar, por exemplo.
  • Respeite o tempo do seu cliente: se ele acabou de comprar, dificilmente vai comprar de novo naquela hora.
  • Invista em uma comunicação pós-venda com conteúdos úteis para seus clientes (informações de troca, sobre o produto, etc).

Texto reproduzido com autorização do autor. Artigo original disponível em: http://blog.dito.com.br/como-trazer-de-volta-consumidores-na-black-friday/ 

Checklist para a Black Friday

on Quinta, 23 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Opa, lojista tudo bem? Como estão os preparativos para a Black Friday?

Montei um pequeno Checklist para a Black Friday deste ano para e-commerces, a fim de não deixar nada para trás! Vamos lá?

Eu dividi em 3 etapas sendo: promoções, qualidade da loja e marketing estratégico.

Promoções:

Produtos com promoção real 

Isso nem precisava estar falando concorda? As promoções em sua loja devem ser reais, considerando o preço antes da Black Friday, sem aumentar para tentar enganar os compradores, até porque eles já sabem o preço que estava.

Então, pratique com ética e tenha bons resultados, para não ficar taxado como uma loja que engana os consumidores.

Abuse do 0,99

A estratégia do 0.99 funciona super bem nesta época, além das promoções com os preços arredondados, algum preço como R$ 150,38 pode ser alterado para R$ 149,99. É muito mais atrativo para os clientes e comercialmente é comprovado que essa regra funciona super bem.

Combos

Outra grande dica é criar combos no site, produtos estrela + produtos parados, assim você consegue atrair o cliente para compra, e de quebra ele leva um produto parado, além de aumentar seu ticket médio. 

Analise sua concorrência

Outro ponto importante é analisar sua concorrência, veja os preços que eles estão praticando, faça uma planilha para um acompanhamento melhor, e tenha o melhor preço na Black Friday.

Qualidade visual:

Banners

Capriche nos Banners, coloque produtos atrativos neles, não poupe informações como % de desconto que o produto está, além de destacar em R$ o valor do desconto! Use e abuse dessas informações para atrair o clique e, consequentemente, a conversão.

Layout

Seu layout está atrativo? Capriche nas cores, disposição de banners, vitrine organizada, categorização, deixe a loja o mais fácil de navegar possível para o cliente encontrar o que deseja mais rapidamente!

Descrição dos produtos

Outro ponto que considero muito importante é a descrição dos produtos, ela deve estar completa com todas informações gerais e técnicas do produto que está vendendo.

Fotos e preços

Este é um fator determinante, as fotos com boa qualidade, para que o cliente veja o produto de diferentes ângulos, como sabe, o que vende é a foto, você pode ter a loja mais completa possível se o seu produto não tiver foto, não vende.

O preço deve estar claro perto do botão de compra, e claro competitivo com relação a concorrência. Tente dar ênfase ao preço á vista e o parcelado coloque no formato (ou em 12x de x).

Marketing estratégico:

Chat online

Quer aumentar as vendas neste período, atenda e aborde os clientes em sua loja, eles querem tirar dúvidas, conversar com alguém para maior confiabilidade, e uma dica surpresa, tenha um cupom de desconto na manga, será o cheque mate para aquela venda acontecer! E lembre cupom desconto com validade para o Dia!

Redes sociais

Facebook e Instagram são ótimos impulsionadores de suas ofertas, use elas durante toda semana, criando chamadas, teasers e até mesmo promoções exclusivas para o público de lá! Gere cupom para as Redes e mensure os resultados!

Lembre de impulsionar os anúncios para ter um bom alcance.

Crie campanhas para o público de sua loja, e para amigos deles, com estratégias de quem trazer o amigo ganha mais xx de Desconto. Crie campanhas para o público externo, aproveite este movimento para alavancar suas redes.

E-mail marketing

Esta ferramenta é imprescindível! Na semana da Black Friday dispare mais e-mails marketing com condições exclusivas, incentive as pessoas a se cadastrarem em sua loja, oferecendo alguma vantagem, aproveite o movimento para aumentar sua base de e-mails.

No e-mail marketing não esqueça de colocar bastante CTA ( Call to Action ) para diversos setores da sua loja.

Google Shopping e links patrocinados

Quer ter um bom retorno? Invista em Anúncios como Google Shopping e a links patrocinados.

No Google Shopping não tem segredo, o que vale lá são 3 fatores foto do produto, nome e o mais importante o preço, se o seu for o menor o clique é garantido!

No nome do produto sempre deve conter palavras chaves para ser encontrado mais fácil nesta rede.

Para o Links Patrocinados, crie campanhas específicas direcionando para uma categoria ou landing page de Black Friday.

Crie campanhas por marca e tipo de produto.

Buscadores

Vale a pena estar presente nos buscadores como Buscapé e Zoom, muitas pessoas pesquisam preço antes e querem comprar por meio destes portais que trazem uma boa conversão.

Marketplaces

Se não trabalha, eu recomendo que entre neles, se já tem, ajustes seus produtos, Nomenclatura, Preços, Fotos, crie promoções de Frete, Preço e faça de tudo para conseguir o Buy Box!

Frete grátis

Esta técnica vem sendo usada a um tempo, use com produtos estratégicos, ofereça Frete Grátis para eles, ou crie cupons e distribua pela loja estrategicamente. Peça sempre o e-mail para a pessoa ter o cupom. Se o frete ficar caro, recomendo que conceda uma porcentagem do frete, continua sendo atrativo para o cliente.

Remarketing

Sua loja estará com um tráfego além do normal, mas para onde vão estas pessoas depois? Se quiser saber e tentar reconquistá-las use o Remarketing, configure uma campanha, instale as tags e trabalhe estes Leads!

Recuperação de carrinhos abandonados

Muitas pessoas abandonam os carrinhos nesta época, é importante trabalhar bem esta questão com estratégias rápidas, pois nesta semana não podemos perder muito tempo, qualquer minuto, podemos perder um cliente que foi comprar no concorrente por diversos motivos!

Recursos da plataforma

Dependendo da sua plataforma, ela possui diversos recursos que ás vezes você passa direto e nem repara, e eles são super úteis para aumentar sua conversão como:

– DESCONTO PROGRESSIVO (Compre 2 e ganhe xx% de Desconto)

– URL AFILIADO (Indique um amigo e ganhe um bônus em sua compra)

– BUSCA PREDITIVA (O cliente começa a digitar o produto e a busca já indica alguns, como o autocomplete do Google)

Bom, acho que são dicas úteis para seu Black Friday ser incrível!

Boas Vendas!

FONTE: Ecommerce Brasil

Como escolher a melhor plataforma de E-commerce

on Quarta, 22 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Quem nunca se perguntou qual a melhor plataforma para a hospedagem de sites? Essa questão é muito comum para quem deseja adentrar no e-commerce ou está infeliz com os resultados apresentados pela atual plataforma.

Primeiro, é normal que no meio da vida útil da sua loja virtual aconteça algumas migrações, porém, essas devem estar sempre lado a lado com os redirects para que as páginas ranqueadas não sejam perdidas. A SinalizeWeb pode te ajudar nessa questão.

A verdade é que a expansão da tecnologia definir qual a melhor plataforma não é uma tarefa fácil, na verdade, essa definição pode variar de e-commerce para e-commerce. Para a SinalizeWeb, escolher uma plataforma está totalmente ligado ao planejamento estratégico do seu e-commerce e os objetivos, de modo que seja considerado também o custo x benefício.

A princípio, vamos entender quais as necessidades da plataforma de comércio eletrônico para cada caso. Separamos alguns critérios de avaliação para detalhar cada cenário:

Hospedagem própria ou da plataforma: Diversas plataformas oferecem pacotes que contemplam o domínio e hospedagem, o que pode ser uma facilidade para quem tem menos experiência no ramo. Porém, se você sente a necessidade de uma solução customizável e flexível, que permita a adição de funções mais avanças e mais escalabilidade, as plataformas usadas em uma hospedagem própria (contratada por quem gerencia a loja) são as melhores escolhas.

Plataformas de e-commerce proprietárias ou de código aberto, qual a melhor?

Dentro da grande variedade de plataformas para e-commerce, muitas delas são de código aberto, ou seja, podem ser usadas e personalizadas de acordo com as necessidades de cada loja, sem a necessidade de pagar por isso. O maior ponto de diferença das plataformas pagas, é que elas costumam ser bem completas e prontas para uso, o que facilita caso o gerenciador seja leigo. Já as de código aberto oferecem mais liberdade e flexibilidade, além também de exigir mais esforços para o desenvolvimento da solução final. No mercado, as principais plataformas de comércio eletrônico de código aberto são: Magento, WordPress, Prestashop, Opencart e Spreecommerce.

Conceituando um pouco mais as plataformas pagas de e-commerce, elas geralmente representam uma solução mais fácil sendo a escolhida, porém, como sempre, é imprescindível que haja atenção em relação ao custo-benefício delas. Estude as funcionalidades e o suporte oferecido para chegar à melhor escolha. Assim como as de código aberto, existem algumas proprietárias que se destacam, entre elas estão: Vtex, Rakuten, Shopify e BigCommerce.

Além desses pontos, existem outros critérios que também são de extrema importância na hora de escolher a plataforma ideal para o seu comércio eletrônico, como por exemplo, os métodos de pagamentos. Para o conforto do consumidor, é imprescindível que haja na sua loja virtual a integração com as principais ferramentas de pagamento de produtos online. Lembre-se, é sempre necessário se certificar da possibilidade de receber pagamentos via crédito e débito, boleto e outros meios de cobrança como Paypal, PagSeguro e VisaCheckout por exemplo. O meio de pagamento pode ser um grande influenciador na hora do consumidor realizar a compra.

A integração com importantes sistemas de terceiros é um critério relevante na escolha da melhor plataforma e essa integração precisa ir além das soluções de pagamentos, passando também por sistemas de entregas como os Correios, por exemplo, para o seu consumidor rastrear as entregas ou algum ERP (software que integra vários processos da sua empresa). Para o total funcionamento desses sistemas é importante que em seu plano de negócios estejam claros os tipos de integrações necessárias.

Além disso, o suporte também é um importante ponto a ser estudado. Ao contratar uma plataforma de comércio eletrônico, certifique-se de que o suporte irá cobrir todas as suas necessidades. Ao escolher uma plataforma de código aberto, você vai precisar de um profissional ou de uma equipe técnica para dar esse suporte, ou então, delegar a parte técnica da gestão do e-commerce a uma agência digital como a SinalizeWeb, que garante ter Know-how necessário para manter sua loja sempre íntegra e online.

Existem ainda outros adendos e características que pesam na escolha da plataforma de comércio eletrônico, entre eles, está a gestão de carrinhos abandonados, a usabilidade da plataforma, relatórios analíticos eficientes e otimização básica para motores de buscas.

Analisando esses pontos, com certeza você chegará na melhor escolha para definir a melhor plataforma para o seu e-commerce. Para ajudar você a gerenciar, tirar dúvidas ou até mesmo conhecer mais a fundo as características de cada plataforma existente no mercado, a SinalizeWeb Agência de Marketing Digital pode ajudar você no que for necessário, basta contata-nos agora mesmo!

 

O Guia Completo de Inbound Marketing

on Terça, 21 Novembro 2017. Posted in SinalizeWeb

Tudo o que você precisa saber sobre essa ferramenta.

Entender como o Inbound Marketing funciona não é uma tarefa impossível. Imagine uma estratégia de Marketing relativamente mais barata comparada a mídias tradicionais. Agora, imagine que essa estratégia atrai os consumidores espontaneamente, sem interromper a atenção deles como os comerciais televisivos fazem.

Agora, imagine também a sua marca ser procurado ao invés de você procurar o cliente. Sim, com o Inbound Marketing é possível, ele proporciona que a mídia e o investimento feito seja mais assertivo de forma que os objetivos pautados sejam alcançados com mais facilidade.

De tantas estratégias do marketing digital, o Inbound Marketing é uma delas. O foco desse método é atrair consumidores com maior potencial de conversão. Como toda estratégia, o Inbound Marketing possui ferramentas que ajudam na consolidação desse meio. A mais importante que deve ser levada em consideração, com maior foco e atenção, é o marketing de conteúdo. Por meio dele, é possível atrair, educar e por fim encantar os visitantes, assim, a captura de leads fica muito mais fácil e com maior potencial de transformá-los em clientes.

Segundo empresários americanos, por volta de 92% dos profissionais da área de marketing afirmam que o Inbound Marketing é uma estratégia fundamental para as empresas, principalmente no atual cenário onde a comunicação está cada dia mais voltada para a internet.

Após tantos números e afirmações incríveis sobre o Inbound Marketing, não paramos por aí. Acontece que o Inbound é cerca de 60% mais em conta quando comparado ao marketing tradicional. Além disso, o Inbound gera muito mais resultados, com mais potencial de captação de leads e maiores possibilidades de mensuração e analises.

Com esses cenários, podemos chegar à conclusão que o Inbound Marketing tornou-se uma estratégia com maior potencial de resultados ao mesmo tempo em que exige menos investimentos. Podemos defini-lo como uma técnica extremamente forte para atrair clientes e consumidores, sem que seja necessária a imposição de publicidades a todo tempo, ações que podem atrapalhar a credibilidade da empresa, já que cada vez mais consumidores em geral evitam ao máximo serem invadidos com propagandas de marketing.

O Inbound Marketing consegue trazer divulgação eficiente da sua empresa para o seu cliente, a partir de interesses pessoais. Com isso, os conteúdos recebidos por esses consumidores pode muitas vezes ser o diferencial na tomada de decisão.

A seguir, vamos trazer informações indispensáveis para você descobrir como conquistar a aprovação de clientes para construir uma comunicação mais assertiva apenas para pessoas interessadas na sua marca. Também vamos mostrar técnicas valiosas para atrair pessoas para um site, convertê-las em consumidoras e construir um relacionamento saudável e de qualidade, fidelizando antigos e novos consumidores. Tudo isso vamos mostrar em forma de etapas do Inbound Marketing, detalhadas a seguir.

Com este incrível guia, você vai conhecer vantagens do Inbound Marketing, dicas de ferramentas importantíssimas e estratégias voltadas para o aumento de vendas.

Reunimos neste artigo todos os pontos do Inbound Marketing:

- O que é Marketing de Assentimento

- O que é Inbound Marketing

- O que é um Lead

- Inbound Marketing: Como funciona

- Definição de Persona

- Marketing de Conteúdo

- Processos de Compras

- Funil de Vendas

- Etapas do Inbound

- Encantando e Fidelizando

- Mensuração de Resultados

- Vendas Assertivas

- Vale a pena investir em Inbound Marketing?

Bom, vamos ao primeiro tópico: O que é Marketing de Assentimento?

Primeiro, é preciso você ter mente que nem todo mundo está interessado na sua marca, produtos ou serviços. Essa afirmação pode parecer uma pergunta grosseira, porém, é uma realidade a ser enfrentada. Isso serve como uma ajuda para entender o porquê você pode estar gastando tanto com campanhas que não trazem retorno. Acontece que todo o investimento que sua empresa está fazendo, pode não estar direcionado diretamente para o seu público-alvo – aquele que realmente se atrai pelos seus produtos ou serviços.

Com esse cenário, Seth Godin, especialista em marketing desenvolveu o conceito de marketing com assentimento. Isso baseia-se na aceitação do consumidor com a sua marca, ou seja, a partir disso, o cliente só recebe publicidade como e-mails ou promoções a partir do momento que ele se mostra interessado.  

Após ter conquistado a aceitação de clientes em potencial ou clientes que já consumiram seu produto, a organização passa a ganhar espaço e também autorização para enviar publicidades como newsletters, promoções, informativos sobre a empresa, conteúdos interessante para aquele público como e-books, artigos ou podcasts e lançamentos de produtos.

Há diversas maneiras de capturar as informações desses clientes, que passam a ser leads. Formulários presenciais, em feiras, por exemplo, ou então na própria internet com landing pages. As vantagens que o marketing de permissão oferece são inúmeras, mas dentre elas, três são importantíssimas: Menos investimento, mais conversão e mais privacidade para o cliente.

Menos investimento porque a sua comunicação passa a ser direta atingindo apenas as pessoas que estão interessadas em comprar da sua empresa. Por isso, não é necessário um investimento absurdo em comunicação de grande escala. As conversões também aumentam, pois, o retorno passa a ser maior quando o direcionamento é específico. A publicidade feita por sua empresa não será entendida como invasora, detalhe que vem sendo imprescindível na nova geração. A partir do momento que sua empresa dispara publicidade para clientes que “autorizaram”, consumidores em geral passam a entender que você os respeita.

Entender o Inbound Marketing não é tarefa difícil, simplificadamente, o Inbound Marketing é uma estratégia de atrair pessoas para um site, através de conteúdo personalizado. Com ele, é possível e mais fácil comunicar-se com o target de maneira direta e duradoura.

Com o Inbound Marketing as vendas passam a ser mais assertivas, devido ao vínculo que passa a ser criado com o público-alvo por meio de personalização de conteúdos. Assim, a redução de custos também passa a ser uma forte característica do Inbound.

Para alcançar os resultados esperados, a solução perfeita para o Inbound é o Marketing de Conteúdo. Isso quer dizer que, produzir conteúdos autorais, informativos e atraentes com qualidade é fundamental para qualquer empresa que busca uma ótima colocação no mercado.

Por fim, um dos benefícios que o Inbound Marketing traz é o aumento de vendas trazendo visitantes que viram leads e por fim clientes fiéis com a aplicação das ferramentas corretas que essa estratégia proporciona. Automaticamente esses consumidores passam a divulgar sal marca.

Agora que entendemos o que é Inbound Marketing, vamos aos Leads, termo que é diariamente e comumente repetido no cotidiano do marketing. Podemos definir leads como todo consumidor em potencial, ou seja, consumidores que foram atraídos com o marketing de conteúdo e partir disso passaram a se interessar pela marca, produtos ou a proposta que uma empresa oferece.

Leads vão além de visitantes de um site, loja virtual ou blog, são pessoas que além de visitar, aceitaram fazer cadastro e fornecer algumas informações pessoais para receber conteúdos personalizados, sendo um ato do marketing de permissão.

Após conquistar o lead, é imprescindível a nutrição do contato direto com essa pessoa. Construir vínculos duradouros de forma pessoal é um diferencial a ser oferecido.

O Outbound Marketing também está na internet e pode ser entendido como um marketing tradicional, ou seja, é muito conhecido em meios de massa como televisão, rádio, revistas e outros. A principal diferença do Outbound para o Inbound, é que esse método precisa “interromper” a atenção do consumidor em algum momento. Um exemplo que simplifica tudo isso, são os vídeos de propaganda no Youtube.

Agora que entendemos o Inbound Marketing e descobrimos que o Outbound também pode ser um aliado, vamos nos aprofundar mais em como o Inbound Marketing funciona.

Existem seis princípios básicos para que o Inbound funcione corretamente:

Interação: Construir uma relação pessoal com os seus clientes é o primeiro passo para ser visto como uma empresa que realmente oferece m diferencial, além de ajudar positivamente na imagem e reputação de qualquer empresa.

Estratégias Multicanais: Saia do comodismo e descubra onde seu cliente está. Você não precisa espalhar conteúdo em todas as plataformas digitais que seus clientes estão, basta marcar presença e agir onde o seu consumidor navega.

Personalização: Esse é um dos pontos que mais tornam o Inbound Marketing como uma estratégia diferenciada. Com o Inbound qualquer empresa pode tornar cada cliente único. Exclusividade e personalização façam a total diferença na decisão de um cliente.

Jornada de compra: Além de conquistar o interesse espontâneo das pessoas, também é imprescindível que esses passem a ser clientes recorrentes. Para isso, existem etapas da jornada de compra, que pode ser entendida com um roteiro de compra que todo consumidor passa antes da decisão da compra. Esse roteiro é composto por alguns pilares: descoberta do problema, oportunidade de resolvê-lo, descoberta da solução e por fim a decisão final: a Compra.

Para esse trajeto existe o Funil de Vendas, uma ferramenta com uma série de pontos importantes que ajudam o consumidor percorrê-lo até o final. No topo está o visitante, que descobre sua marca junto com o problema a ser resolvido. Esses visitantes que ocupam o topo do funil não possuem interesses específicos, por tanto, o Marketing de Conteúdo pode ser utilizado como uma ótima ferramenta de atração.

Quando os visitantes se interessam pelo conteúdo disponibilizado, eles passam a ser leads. Ou seja, eles se cadastram no seu site e estão dispostos a receber atualizações.

No terceiro estágio do funil temos a oportunidade. Agora é a hora de criar conteúdos ainda mais atraentes que possam gerar uma venda a partir da boa comunicação.

Ao final do funil de vendas, o cliente estará pronto para consumir o seu produto a partir do problema que eles descobriram lá na jornada de compra.

A persona é o seu cliente ideal. Antes de começar qualquer estratégia é importante que sua empresa crie um consumidor fictício, o qual vai representar o seu público-alvo. Essa definição vai além de sexo ou idade, entendendo-se para hobbies e interesses por exemplo.

A persona é uma característica ideal para a imagem da marca. Essa persona pode ser construída de maneira eficaz através de alguns meios como: entrevistas, pesquisas, interação na internet ou métricas.

Entendido alguns passos do Inbound Marketing, vamos desvendar a principal ferramenta, o Marketing de Conteúdo.

Já sabemos que a produção de conteúdo interessante e autoral é a melhor forma para atrair leads, agora vamos entender um pouco melhor como esse conteúdo gerado funciona.

A partir de três objetivos primários, o Marketing de Conteúdo constrói o sucesso que sua marca busca no Inbound Marketing. É importante frisar que não basta ser apenas conteúdo genérico, afinal, são conteúdos relevantes que atraem a atenção dos consumidores. Não foque em apenas falar da sua empresa ou marca, pois, isso pode tornar-se cansativo.

Os objetivos primários do Marketing de Conteúdo são três: Educar, Entreter e Informar.

Atrair mais leads, criar autoridade da marca referente ao assunto e informar sobre causas sociais são alguns dos efeitos que o Marketing de Conteúdo proporciona.

Um exemplo simples de entender como o marketing de conteúdo ser utilizado é o seguinte. Imagine uma loja virtual de roupas, qualquer uma. Possivelmente se você jogar essa marca na internet, as chances de encontrar um blog dessa marca são enormes. Pronto! É nesse blog que todo o trabalho de Inbound Marketing é feito. Com isso, benefícios são gerados com essa ferramenta, entre eles, maior tráfego para a loja, mais credibilidade, interação e nutrição de leads.

Os veículos do Marketing de Conteúdo são inúmeros, entre eles além dos blogs: E-books, redes sociais, e-mail marketing, vídeos, newsletter, webinars, infográficos ou podcasts.

Cada canal pode possuir um objetivo diferente, ou seja, é preciso que cada conteúdo seja ajustado de acordo com canal de mensagem escolhido. Por exemplo, um canal no Youtube pode ser o ponto de partida para webinar ao vivo, já os e-mails marketing podem levar os seus leads a baixarem e-books. Use a criatividade e descubra todos os benefícios que esses canais trazem!

Por fim, mas não menos importante: o SEO! Com ele, você consegue otimizar sites ou blogs para que ocupem posições de destaque no Google. A partir de palavras-chave bem escolhidas, é possível ranquear seu site na primeira página do Google de acordo com as pesquisas de seu público-alvo realiza.

Agora que já temos todo o entendimento do que é Inbound Marketing e como ele deve funcionar, vamos às etapas que são desenvolvidas a partir da ferramenta.

Atrair é uma das principais funções do Inbound, afinal, ele é pautado em atrair consumidores de forma espontânea. Diversas ferramentas e plataformas já citadas podem ser utilizadas para tal. Abuse do Marketing Digital como um todo para ter sucesso na atração de novos consumidores.

A conversão também é uma etapa do Inbound. Para que os consumidores não se percam em apenas visitantes, converte-los em leads é a principal arma. A conversão é entendida como o ato de entregar dados nos formulários de cadastros. Call to action, e-books e landing pages são algumas ações que incentivam esses consumidores a tornarem-se leads.

A relação através de ferramentas específicas também é diferencial. Essa relação pode ser entendida como a nutrição de leads através de conteúdos personalizados entregues através do e-mail marketing com ações promocionais ou newsletter por exemplo.

A quarta etapa do Inbound é voltada para a finalização das compras. Após gerar mais tráfego e aumentar a taxa de conversão, está na hora de ver o aumento na receita. O consumidor já descobriu que tem problema e agora ele está prestes a entender que a sua solução para esse problema é a melhor.

Através do Lead Scoring a análise para saber onde estão as oportunidades de vendas efetivas fica mais prática.

Imagine dois eixos, um referente ao perfil e o outro ao interesse. O primeiro eixo entende a partir de uma série de características, quem pode ser definido um lead em potencial. O segundo avalia o relacionamento construído entre lead e empresa, buscando classificar de acordo com cada etapa da jornada de compras.

As informações são passadas pra a equipe de vendas a fim de deixar o processo de vendas mais rápido e dinâmico. Com isso, o risco de perder vendas passa a ser reduzido já que a comunicação passa a ser direta de acordo com cada etapa da jornada de compras.

Além do Leading Score também existem outras ferramentas que auxiliam nessa etapa do Inbound, como o Inbound Sales e o CRM.

Alavancar as vendas é o objetivo principal do Inbound Marketing, porém, encantar e fidelizar também estão entre os principais benefícios que essa estratégia proporciona. É imprescindível continuar mantendo uma relação com os clientes que já compraram seu produto ou serviço. Construir a fidelização é a chave pra conquistar clientes satisfeitos que com certeza irão indicar sua marca, produto ou serviço para outras pessoas.

Com o Inbound Marketing ficou muito mais fácil fazer a mensuração de campanhas. Isso acontece a partir de ferramentas que aceleram o processo de descoberta dos erros anteriores. A mensuração com o Inbound é realizada em tempo real, o que facilita os ajustes necessários em determinadas campanhas. Existem analises que ajudam a construir um relatório com todas as informações necessárias: ROI, investimento por lead, taxa de conversão e investimento por visitantes.

Existem duas ferramentas que auxiliam na gestão do Inbound Marketing, essas facilitam a rotina na execução da estratégia, desde a mensuração, até a conversão de leads e alavancamento de vendas.

A RDstation é uma plataforma nacional que ajuda conquistar leads e tráfego em uma página, blog ou site e vendas. A RD possui atendimento exclusivo e os consultores são extremamente competentes e atenciosos. A plataforma é ideal para qualquer nível de empresa, seja em pequena, média ou grande.

A outra plataforma é a HubSpot, uma das mais famosas no ramo e segmento. Com ela é possível gerenciar leads e fechar vendas de maneira rápida e prática. A plataforma possui diversas ferramentas sobre marketing, vendas e relacionamento com o cliente.

Uma não é melhor que a outra, o ideal é pesquisar sobre as ferramentas e então decidir qual a se encaixa melhor no seu negócio. As duas facilitam a vida de qualquer empresa na elaboração do Inbound Marketing. 

Por que investir em Inbound Marketing?

Se você chegou até aqui provavelmente já percebeu as vantagens que o Inbound traz. Mas caso você ainda esteja com dúvidas em investir, fizemos um checklist especial para você:

- É extremamente mais barato comparado com outras estratégias;

- Fideliza consumidores de maneira quase automática;

- Atrai os consumidores certos, um dos fatores para ser mais rentável;

- Segmenta o público;

- Você não vai precisar ir atrás de consumidores, será encontrado espontaneamente;

- Muito mais fácil de realizar mensurações;

- Ajuda na construção da autoridade de qualquer marca;

- Com ele é possível criar uma necessidade para o cliente;

- Melhora a credibilidade e imagem de uma empresa;

- Facilita a comunicação com leads e clientes antigos;

- Existem ferramentas de baixo custo e gratuitas para auxiliar no Inbound;

- Passa-se a entender necessidades reais dos clientes e assim personalizar conteúdos;

- É um marketing permissivo e não invasivo, sendo mais aceito;

- Existem uma série e canais para serem trabalhados;

- Interação.

O Inbound Marketing é estratégia assertiva quando o objetivo é alavancar vendas. O consumidor é atraído por interesse genuíno, sendo apenas isso, um ótimo ganho para a marca. Com a SinalizeWeb você descobre a melhor forma de usar o Inbound com todos os benefícios que ele pode trazer. Não são apenas publicidades, mas sim, gerar consumidores fiéis a partir de conteúdo realmente relevantes no meio digital que irão gerar ganhos em todos os sentidos para a sua empresa.

Tenha ao seu lado parceiros especialistas em Inbound Marketing, como a Sinalize! Que desenvolveu esse conteúdo exclusivo para você entender uma maneira por todas como o Inbound funciona e como ele pode ser benéfico para o seu negócio! Qualquer dúvida estamos disponíveis para contato.

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Destaques


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