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martphone deve substituir dinheiro e cartão de crédito até 2030, diz pesquisa

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Se depender dos usuários, o dinheiro vivo será coisa do passado nos próximos anos. De acordo com um levantamento do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), 70% dos entrevistados acreditam que, até 2030, os meios de pagamentos móveis serão seguros a ponto de se tornarem mais utilizados que cédulas e cartões de crédito.

A pesquisa também apontou que, atualmente, 46% dos usuários acreditam que a maior preocupação do pagamento móvel é a possibilidade das informações serem "hackeadas". Ainda de acordo com o levantamento, 33% dos entrevistados se preocupam com a possibilidade de pagamentos serem processados sem a sua autorização e 13% têm medo de pagamentos por acidente

Empresas de tecnologia como Apple, Samsung e Google dão os primeiros passos para a popularização dos meios pagamento móveis e oferecem ferramentas que usam o smartphone como um cartão de crédito. O usuário aproxima o aparelho em um terminal de pagamento, insere uma senha e o pagamento é realizado. Esse procedimento é feito com a ajuda do NFC (Near Field Communication), que permite a conexão aproximando dois aparelhos.

Para Jerome Pays, diretor de e-commerce da Lyra Network, empresa especializada em pagamentos eletrônicos, "a migração do papel para o eletrônico é reversível", pois além de ser uma opção rápida e segura para os usuários, contribui para governos migrarem parte da economia informal para a formalidade.

Apesar de ser uma alternativa interessante, o pagamento móvel ainda está disponível em poucos estabelecimentos no Brasil. Pays acredita que o recurso ainda não foi disseminado pois muitos aparelhos não são compatíveis com o NFC. "São poucos smartphones que tem essa tecnologia embarcada. É uma tecnologia pouco democratizada ainda". Plataformas como Apple Pay, Samsung Pay e Android Pay ainda não estão disponíveis no Brasil.

NFC que permite smartphone se comunique com um terminal de pagamento próximo

Média de investimentos em e-commerce cresce 103% em dez anos

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Comércio Eletrônico no Brasil está totalmente consolidado. A média de gastos e investimentos no setor registrou crescimento de 103% nos últimos dez anos, segundo a 18ª Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, organizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da FGV. O crescimento em relação ao ano passado foi observado tanto nas transações negócio-a-negócio (+2,83%) como nas transações negócio-a-consumidor (+5,01%), mesmo com ambiente influenciado negativamente pela crise econômica.

Segundo o estudo, realizado com 532 companhias de vários ramos de atividades e portes, as empresas do setor registraram sucesso nas vendas e estão investindo de forma significativa no digital. Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o levantamento apontou que as transações negócio-a-negócio, conhecidas como B2B, e negócio-a-consumidor também aumentaram em uma década – 128% e 279%, respectivamente.

“As empresas estão utilizando cada vez mais a infraestrutura de internet e das aplicações de comércio eletrônico como meio para a realização de seus processos de negócio, com clara predominância daqueles relativos ao atendimento a clientes”, explica Albertin. As companhias pesquisadas apontaram crescimentos nos seus níveis de gastos e investimentos menores que nos últimos anos, mas mesmo assim atingiram a média geral de 2,26% do faturamento líquido.

As empresas avaliam que as principais contribuições de comércio eletrônico (CE) estão relacionadas com a melhoria das novas oportunidades de negócio, sua utilização como estratégias competitivas mais efetivas e aprimoramento do relacionamento com os clientes. O principal foco continua sendo os clientes: 97% das varejistas de CE usam a web para alguma parte ou tipo de relacionamento com cliente. Mas o crescimento maior foi na cadeia de suprimentos.

As organizações pesquisadas continuam avaliando como mais importantes os aspectos de alinhamento estratégico, relacionamento com clientes, adoção de clientes, comprometimento, privacidade e segurança. Pela primeira vez, o aspecto de alinhamento estratégico foi considerado como o mais importante para as entrevistadas.

As transações de negócio-a-negócio representam 76,18% do valor do mercado total, e 48,18% para negócio-a-consumidor. “Os índices confirmam a evolução do comércio eletrônico e que a tendência é de crescimento, agora mais efetivo e buscando retornos dos investimentos realizados”, completa o professor.

Empresas investirão mais de US$ 900 bilhões no digital

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

As empresas brasileiras são, hoje, pouco digitizadas, mas afirmam que, em cinco anos, o cenário vai mudar. Segundo o relatório ‘Indústria 4.0: a digitização como vantagem competitiva’, da PwC, só 9% das companhias entrevistadas têm um alto grau de digitização; mas, em cinco anos, o número deve chegar a 72%, segundo projeção dos participantes e sete em cada dez empresas planejam expandir seu portfólio digital. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira, dia 13. Participaram do estudo global cerca de 2000 respondentes de 26 países. A média global de empresas que dizem ter um alto grau de digitização é de 33%. Em cinco anos, o número deve chegar a 72% – igual ao Brasil.

A digitização diz respeito a todos os processos de integração de cadeias de valor de produtos ou serviços em tempo real por meio de plataformas digitais, além de uso de ferramentas como cloud computing, mobility, analytics (big data) e redes sociais.

Os investimentos das empresas brasileiras em digitização são de 0,8% das receitas anuais. Em cinco anos, esse valor deve aumentar para 1,4%. Nos próximos cinco anos, 21% das empresas nacionais preveem investir pelo menos 6% das receitas. No mundo, 43% das empresas planejam ter esse nível de investimento. Juntas, todas empresas que participaram do relatório devem investir US$ 907 bilhões por ano em digitização até 2020.

O otimismo no Brasil é maior em relação ao retorno dos investimentos. Entre os entrevistados, 63% esperam retorno em dois anos; globalmente, são 55%. Quase 70% das empresas do Brasil esperam ter ganhos de eficiência acima de 10%; 64% esperam ter redução de custos na casa dos dois dígitos e 57% delas, aumento de receita na mesma grandeza.

A despeito do otimismo com o futuro, os resultados mostram que a digitização está pouco consolidada nas empresas brasileiras. “Ainda estamos engatinhando no contexto da engenharia digital, da gestão integrada da cadeia de fornecimento e dos serviços digitais seja pela ausência de um direcionamento governamental, seja por um padrão ‘nacional’ de cooperação”, diz Sergio Alexandre, sócio da PwC Brasil e líder de Digital. Segundo ele, o uso de Big Data, por exemplo, que é cada vez mais comum no mundo, ainda não é aplicado em larga escala na tomada de decisões no Brasil.

O grande obstáculo ao processo é o receio das empresas para 45% dos entrevistados brasileiros gira em torno da segurança e privacidade dos dados. Logo abaixo, para 42% dos participantes, está a falta de cultura digital.

 

Mercado de mobile marketing cresce no Brasil

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

 

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou, recentemente, que o acesso à internet por smartphones superou o acesso via mobile nos lares brasileiros. O estudo mostrou que, entre os domicílios com internet em 2014, em 80,4% o acesso era feito por meio de celular e em 76,6%, por computador; 21,9% por tablet, 4,9% por TV e 0,9% por outros equipamentos.

Essa informação reforça que o setor de mobile marketing tem crescido no Brasil. De acordo com Fabiano Destri Lobo, diretor-executivo para América Latina da MMA (Mobile Marketing Association), o mercado evoluiu consideravelmente nos últimos cinco anos.

“Nós estamos começando a ver grandes e pequenas marcas iniciando o período de crescimento neste mercado”, diz.

E a expectativa para o próximo seguirá pela trilha otimista do mercado de mobile marketing. “Nos próximos 12 meses, nós esperamos ver grandes mudanças, muito mais do que vimos nos últimos quatro anos”, revela.

Como exemplo, o executivo afirma que vem notando um aumento no direcionamento das verbas publicitárias para o mobile marketing. “As pessoas investiam 1%, 2% da sua verba publicitária e agora estão investimento 15%, 30% e tem empresas que investem 100% da verba em mobile marketing”, revela.

Mas os exemplos não param por aí. A Coca-Cola apresentou, durante encontro do MMA realizado na tarde desta quarta-feira (13), uma campanha realizada pela marca que utilizou bastante o mobile marketing. A campanha em questão foi feita para o último Natal.

“O mobile marketing foi o que mais impulsionou os resultados”, avisou Tom Daly, diretor de marketing interativo da Coca-Cola. De acordo um estudo feito pela marca, ao todo foram investidos 19% em mobile, o que foi responsável por 47% das vendas geradas pela publicidade.

“O custo-benefício do móvel é muito barato”, diz. “Com pouco investimento você consegue ter um retorno muito maior”, conta o executivo da Coca-Cola.

Além disso, segundo Tom Daly, o mobile é um dos drives mais importantes que existem atualmente. “O lucro incremental do mobile é muito maior”, afirma o executivo.

Tem espaço para inovar na crise?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Nos últimos anos, houve uma mudança drástica no perfil do consumidor. As tecnologias digitais estão transformando a forma de pesquisar preços e adquirir os mais variados produtos e serviços. Hoje, o consumidor é multi e crosschannel, ou seja, faz suas aquisições em diversos canais de vendas, algumas vezes combinando tanto ambientes físicos como virtuais.

Mas diante do cenário macroeconômico cada vez mais complexo, existe espaço para inovação? O que deve ser prioridade para o Varejo e qual é o papel da TI? Na visão do especialista em planejamento estratégico ebusiness e branding omnichannel, Fabrizzio Topper, na era do omnichannel, as empresas devem colocar o cliente no centro do negócio ou vão ficar de fora. Essa é a melhor maneira de inovar.

“Antes de minhas formações em marketing, neurociência e empreendedorismo, me especializei em administração financeira, que deixa claro as vantagens de investir em baixa para ganhar mais na alta que certamente virá após esta fase mais tumultuada do mercado e do cenário político. Digo isto para afirmar com muita convicção de que a hora de investir em inovação para encantar e estreitar a relação institucional e comercial com os clientes é agora”, pontua o especialista.

Segundo ele, um ponto que exige análise por parte dos varejistas é entender quais são os recursos tecnológicos que melhor se adequam à realidade e ao bolso da empresa. Mas ficar fora desta evolução digital para esperar tempos melhores pode fazer com que rapidamente estes empreendedores acabem perdendo relevância no segmento que estiverem inseridos.

“O cliente moderno de hoje não procura mais o vendedor com a mesma frequência e tão pouco precisa sair da loja para comparar preços e buscar opiniões e avaliações sobre o produto que está interessado. Os varejistas hoje têm o desafio de se digitalizarem o mais rápido possível para oferecerem canais de relacionamento e acesso a informações comerciais, bem como opções de compra que permitam aos consumidores a oportunidade de opinar, avaliar e até trocarem percepções com os demais clientes da marca”, conclui.

Como montar uma loja virtual com pouco dinheiro?

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Essa pergunta é feita por muita gente que quer começar no ramo do e-commerce, como montar uma loja virtual com pouco dinheiro? Bom, primeiro vamos definir quanto é o seu pouco dinheiro. Você tem R$5 mil para investir, tem mais, tem menos? Ou você não tem nada para investir? Pouco dinheiro é algo bem relativo. Você só vai saber o que consegue fazer com seu pouco dinheiro quando souber quanto é o seu pouco.

Antes de começar qualquer tipo de negócio você precisa decidir qual produto vai vender, e não se toma esse tipo decisão como se escolhe o sabor do sorvete. Você precisa estudar o mercado, descobrir o que as pessoas querem comprar, o que dá lucro e o que você gosta de fazer. Eu costumo dizer que o nicho de mercado ideial é um ponto em comum entre os três itens que citei. No vídeo abaixo eu explico melhor a teoria, assista.

Bom, depois do nicho de mercado escolhido, você vai separar o seu pouco dinheiro em produtos, plataforma e divulgação da loja. Mas se o seu dinheiro for muito, mas muito pouco mesmo, opte por vender seus produtos em algum marketplace, como Mercado Livre, Enjoei ou Rakuten e use plataformas gratuitas, como LikeStore ou Loja Integrada. Não recomendo o uso de Magento ou outras plataformas de código livre, a menos que você seja programador. Se você está com pouco dinheiro, não vai sobrar para pagar o programador.

Vendendo seus produtos através de algum marketplace você paga uma taxa sobre cada venda, ou seja, você só paga se vender, se não vender não paga nada. Quando você contrata uma plataforma, os pagamentos são mensais, independente de quantas vendas você teve no mês. Se você acha que o seu pouco dinheiro não é tão pouco assim e dá para contratar uma plataforma, leve em consideração que seu e-commerce vai demorar alguns meses para se pagar.

Ou seja, não considere que no mês seguinte você conseguir pagar a mensalidade com o dinheiro das vendas. Talvez demore meses ou até um ano para você conseguir pagar as contas com seu lucro. Porque o dinheiro arrecado também paga os produtos vendidos, despesas de postagens dos produtos e gastos como luz, internet, e telefone. Como você tem pouco dinheiro o ideal é começar na sala ou no cantinho da garagem da sua própria casa.

Pagar aluguel de uma sala comercial é algo que você deve fazer quando já estiver com vendas constantes na loja virtual. Quem tem loja física, talvez só precise dedicar um funcionário para cuidar da loja virtual, e usar o mesmo, estoque, luz, internet e computador. Quando se inicia um e-commerce com pouco dinheiro, pode-se abrir mão de algumas coisas, como um escritório, uma plataforma própria.

Agora existem duas coisas das quais você não pode abrir mão, os produtos e a divulgação da loja. Nenhuma loja virtual faz vendas se não anunciar. As pessoas não sonham com a sua loja virtual e acordam no dia seguinte para ir lá e comprar. Para que você tenha vendas seu e-commerce precisa ter visitantes. Sim, você pode fazer anúncios no Google, mas certifique-se de que você sabe como fazer isso.

Um anúncio sem propósito e planejado de forma de indevida não traz os resultados esperados, nem adianta colocar a culpa no Google. Mas antes de qualquer anúncio pesquise onde está o público do seu produto. Para ser encontrado no Google sem pagar nada trabalhe o SEO da sua loja virtual. Isso serve tanto para quem tem pouco dinheiro, pouquíssimo. Para quem tem pouco dinheiro, nem tão pouco assim.

Sim, o texto ficou um pouco genérico, porque não tem como saber quanto é o seu pouco dinheiro. Talvez o que você tem disponível para investir não dê para começar uma loja virtual com 200 produtos, mas e porque não começar com 30 produtos? Porém existe a possibilidade do seu pouco dinheiro conseguir sustentar a loja por seis meses, então porque não segurar uns gastos para tentar sustentar a loja por um ano?

Não é a plataforma mais cara que vai fazer vendas na sua loja virtual, não é o anúncio mais caro que vai trazer visitantes para o seu site. Use as estratégias a seu favor, administre seu dinheiro com carinho. Se você quer mais informações sobre como vender na internet, leia este texto sobre como vender na internet. Assim você vai ver tudo que precisa ajustar antes de colocar a loja virtual no ar.

Não é impossível ter uma loja virtual com pouco dinheiro, você precisa apenas fazer investimentos com cautela, analisar o que é essencial no início e o que pode ser implantado depois. Tem muita loja virtual de sucesso que iniciou suas vendas no Mercado Livre, se deu certo com eles, pode dar certo com você também. A única coisa que pode te impedir, é montar uma loja virtual é pouca vontade, ou pouca dedicação. Essas são as empresas que não duram nem 6 meses no mercado.

Quatro tendências para o mobile marketing em 2016

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Poucas coisas tiveram um impacto tão grande na forma como nós vivemos, trabalhamos, nos divertimos e socializamos como os dispositivos móveis. Desde enviar e-mails, até fotografar e servir como GPS, ninguém teria previsto que uma pequena peça evoluiria tanto a ponto de se tornar parte integrante do nosso estilo de vida.

Mas assim como os dispositivos móveis evoluíram, o mesmo ocorreu com o mercado e as ações de marketing. E para 2016, essa tendência continuará se fortalecendo. Um levantamento realizado pela consultoria especializada GSMA prevê que o Brasil termine este ano com 42 milhões de conexões 4G, um aumento de 87% em relação ao ano passado. Esse número representaria 15% do total da base ativa esperada, que será de 278 milhões de acessos (incluindo telefonia 2G e 3G).

Especialistas apontam que o avanço da tecnologia permitirá que as marcas conheçam melhor o seu consumidor e pratiquem ações mais direcionadas. E tudo isso passará pelos dispositivos móveis. Veja abaixo quatro tendências que devem impactar o mobile marketing em 2016:

Conversão e geolocalização

As marcas devem observar com bastante atenção as estratégias que visem à conversão por meio do mobile, avalia Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência digital especializada em performance. “As estratégias devem estimular a conversa e a conversão por meio do mobile, melhorando a experiência do consumidor com as marcas”, afirma Bacchin. “Além disso, deve acontecer um aumento de campanhas geolocalizadas, ou seja, com base na posição física do usuário, combinadas com outras variáveis”, complementa.

Usabilidade no mobile

O design no dispositivo móvel sempre foi um desafio. Deixá-lo intuitivo e responsivo para o usuário na tela pequena deve se tornar ainda mais fundamental, e deve ser explorado e evoluído em 2016. Para Wellington Sousa, gerente de Marketing da All In, braço especializado em marketing digital da Locaweb, novas funcionalidades devem ser criadas nesse sentido. “Alguns produtos já foram lançados e outros ainda estão em fase final de desenvolvimento, como Push Campaign e o Templatize, criador de templates que possibilita que o profissional de marketing elabore campanhas multi-device com o mesmo visual”, aponta o especialista.

Mobile Commerce

De acordo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), cerca de 30% das compras em lojas virtuais em 2016 serão feitas por meio de dispositivos móveis (smartphones e tablets). A parcela representa 57,2 milhões de compras, dentro de um mercado que deve movimentar R$ 56,8 bilhões até o fim do ano, segundo a entidade. Esse nicho deve movimentar as ações no mobile marketing. “Para as empresas que buscam performance, como gerar leads e vendas, o investimento em dispositivos móveis cresce acompanhando a evolução do comportamento mobile dos consumidores”, avalia Bacchin, da Cadastra.

Instagram e Snapchat

As duas principais redes sociais que devem chamar a atenção das marcas para seus consumidores. No Instagram, campanhas já estão sendo feitas e devem se intensificar em 2016, enquanto as marcas passam a entender melhor o potencial. A mesma coisa deve acontecer com o Snapchat. O potencial dessas redes sociais de compartilhamento de foto é tremenda e está diretamente atrelada ao comportamento dos usuários nos dispositivos móveis. As marcas não ficarão de fora dessa tendência.

 

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Investimento em Marketing em tempos de Crise

on Sexta, 17 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

 
 
 
 
 

 

 
 
 

Desafio para as marcas é entender as necessidades do cliente, aponta pesquisa da Experian

on Sexta, 21 Junho 2013. Posted in SinalizeWeb

Classical Designs

on Sexta, 21 Junho 2013. Posted in SinalizeWeb

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Destaques


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